sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Mãe Sozinha

Mãe Sozinha
Dizem "mulher da alegria",
Quando ela passa na rua;
A pobre mãe continua,
Os olhos fitos no chão!...
Quanto fel, quanta agonia
Nessa mulher que condenas!...
Ninguém lhe conhece as penas
Cravadas no coração.

Tristeza no desconforto,
Sem palavra que a revele,
Trapos dourados na pele,
Traz a angústia por dever.
Viúva de um vivo morto,
Ei-la que segue sozinha,
Tem ao longe, a pobrezinha,
Um filho quase a morrer.

Já bateu a tanta porta,
Já pediu a tanta gente!...
Dói-lhe a ferida pungente
De ter sido mãe sem lar;
Abatida, semimorta,
Apenas vê no caminho
A febre e a dor do filhinho
Que a morte lhe quer roubar.

Tu que cresceste na estrada,
Desde o berço de ouro e rendas,
Entre mimos e oferendas
De paz, segurança e luz,
Fita essa mãe desolada,
Na penúria que a consome...
Talvez que ela tenha fome
Ao peso da própria cruz.

Não lhe zombes da amargura,
Também foi criança, um dia,
Brincava, estudava e ria,
Rosa ao fulgor da manhã;
Também foi bela e foi pura,
Hoje, nas mágoas que trilha,
Podia ser nossa filha
Assim como é nossa irmã.

Mãe na dor!... Bendita seja!...
Escrava de toda hora,
Honra as lágrimas que chora,
Nas dores por onde vai!...
Sem esposo que a proteja,
Sem arrimo, sem tutela,
Em Deus que sofre com ela
Encontra a Bênção de Pai.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caridade. Ditado pelo Espírito Irene de Souza Pinto. Araras, SP: IDE. 1978. 

* * * Estude Kardec * * *

Divaldo Franco relata fato inusitado

Quem ainda não leu, então leia e para quem já leu, vale à pena reler

Na 55ª SEMANA ESPÍRITA DE VITÓRIA DA CONQUISTA, ocorrida naquela próspera cidade baiana, no mês de setembro de 2008, o querido médium DIVALDO FRANCO, relatou de público fato verídico vivido por ele, que muito sensibilizou a quantos o ouviram naquela ocasião em que se estudara: REENCARNAÇÃO UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA...

Quando perguntaram ao médium se ele acreditava na reeencarnação, disse que não acreditava nela, pois quê ia mais além - ele sabia que ela existia! E narrou-nos o seguinte episódio, que agora visto com minha própria emotividade ao lhes escrever esse singelo artigo.

Divaldo há cerca de 40 anos foi por vez primeira à Paris, hospedando-se na residência de familiares de um casal amigo residente aqui no Rio de Janeiro, à época: Ligia e Emílio Ribeiro. A primeira noite naquela capital foi-lhe tormentosa, não conseguindo conciliar o sono de modo algum e sendo vítima de atrozes fenômenos psíquicos.

Pela manhã, sentindo-se muito estranho, pediu permissão ao casal anfitrião para sair e dirigir-se a algum lugar que ele mesmo não sabia onde seria. O casal ficou perplexo, sem entender, como uma pessoa que jamais houvera ido àquela cidade pedia para sair sozinho, para ir não se sabia aonde...

Ao demais eram 7 horas de uma segunda-feira, onde os monumentos históricos franceses não ficam abertos à visitação pública. Mas, Divaldo insistiu, afirmando-lhes que levaria o endereço deles no bolso e dizendo que qualquer coisa os avisaria por telefone ou pegaria um táxi. Eles anuíram.

Divaldo saiu a pé, depois pegou o metrô, depois um ônibus que começou a levá-lo para fora da cidade. Algum tempo se passou dentro do ônibus e o médium cada vez mais se sentindo noutra personalidade, essa muito endurecida, parecendo detestar tudo e todos à volta...

O ônibus começou a passar perto de certo bosque. Divaldo pediu ao motorista para descer do veículo, dirigindo-se a uma estrada de pedras, muito bem cuidada, uma estrada real, que terminava em frente a enorme Monastério também revestido de pedras, onde bela torre de igreja ao fundo predominava. Era uma ordem religiosa, de monjas enclausuradas, que datava do século XVII, fundada em 1606 por um frade capuchinho.

Divaldo cada vez mais entronizava aquela personalidade estranha para ele, sentia-se aturdido, mas dispôs-se a bater à porta do Monastério, onde sorridente monja-porteira lhe informou que o Monastério não estava aberto à visitação pública; que as monjas eram enclausuradas e só lhes era permitida uma única visita masculina - a do confessor da Instituição.

Divaldo, muito pálido pediu que ela fosse chamar a monja-mestra e deu-se conta que estava falando em francês! Era um francês com um acento diferente...

Sem saber porque a moça aquiesceu, mandou-o entrar até o parlatório onde uma religiosa, de cerca de 60 anos, passou a lhe dizer da impossibilidade do intento por ele almejado. O médium mais pálido e suando muito disse que desejava uma entrevista com a Abadessa.

Veio a Abadessa, veneranda senhora belga de cerca de 70 anos, e passaram os dois a dialogar mais ou menos assim:

- Senhora, eu sou o fundador dessa Instituição, muito dura para com as jovens que aqui habitam, quando a instituí eu não me dava conta disso, mas hoje venho pedir-lhe para ser mais complacente com as monjas, aja com mais amor, com mais benevolência para com elas!

- Meu filho, você é tão jovem! Porque está falando em francês provençal? Meu filho, esta Instituição foi fundada no século XVII em 1625. Você está aturdido, vou providenciar levá-lo de volta. Onde se hospeda? Vá na companhia da irmã mestra e outra religiosa...

- Não antes que eu possa visitar a cela onde faleci.
- Como você sabe que nosso fundador morreu aqui?

- Irmã, eu sou ele! Eu vivia em orações contínuas, tanto que onde eu me ajoelhava, o piso de pedra-pome, ficou um pouco mais fundo que o restante do assoalho...A minha cela possuía uma gravura da Madona, que certo dia, após muitas preces, inadvertidamente, queimei um pedaço com uma vela acessa.

- Como o senhor pode saber disso? Essas referências verídicas não constam em nenhuma de nossas publicações!
- Irmã eu sou ele! A Irmã diz que não posso visitar minha cela porque teria que passar pelo pátio interno, onde ficam as clausuras proibidas ao sexo masculino...Mas, se formos pelo altar-mor, atrás dele, há uma porta, que dá para uns degraus, que vão terminar num corredor, onde sem passar pela clausura, sem passar pelo átrio principal, chegaremos à minha cela, irmã! Vamos!

Já que insiste tanto e para acabarmos logo com isso, venha e mostre-nos o caminho que diz conhecer! E Divaldo foi à frente, mostrando o caminho, que reconhecia, com a Abadessa logo atrás dele, depois a irmã-mestra seguida pela monja-porteira. Como nos velhos tempos... O fundador à frente de todas...

Depois do desejo do médium ter sido concretizado e, Divaldo ter observado na cela a surrada vestimenta do sacerdote, ter visto o chão realmente amolgado perto do genuflexório, e de não ter visto mais a gravura da Madona que lá não estava mais, todos muito emocionados, retornaram pelo mesmo caminho...

A Abadessa pediu para que as outras duas se retirarem e lhe pergunta o que seria aquele fenômeno. Divaldo fala-lhe abertamente da reencarnação, da lei de causa e efeito e, promete mandar-lhe o EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO e O LIVRO DOS ESPÍRITOS em francês, logo que retornasse à Paris.

Já era hora do almoço e Divaldo, convidado, almoça na Instituição. Continuam a conversar o médium e a Abadessa. Ela, muito emocionada, expressa amargura por saber disso tudo “tão tarde”, ao que Divaldo lhe diz que não, que ela estava na plenitude das suas forças e que poderia com o novo conhecimento, usar do Amor Incondicional do Cristo para com as moças ali recolhidas. Convidado a lanchar, pois já eram 16 horas, ele declina do convite, mas aceita voltar com as referidas monjas para Paris onde por certo o casal amigo deveria estar preocupado com tão prolongada ausência.

No dia seguinte, refeito e feliz, ele próprio vai a uma livraria para comprar os dois livros de Kardec, que o seu anfitrião, gentilmente, entrega no Monastério.

Passam a se corresponder ele e a Abadessa Beatriz que dois anos depois é transferida para a Bélgica, por obrigações administrativas; na década de 80 Divaldo a visita, no referido país, nonagenária, lúcida, muito feliz com o reencontro, mostrando-lhe o EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, que tanto lia e relia, e aí o médium lhe conta da sua vida atual, das conferências, da Mansão do Caminho e demais atividades que lhe dizem respeito.

"O vento sopra onde quer e ouves o seu ruído, mas não sabes de onde vem e nem para onde vai. Assim acontece com todo aquele que nasceu do Espírito." [Jo 3:8]

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/artigos-espiritas/divaldo-franco-relata-fato-inusitado-37902/#ixzz1ZRT2JpJ9

CRENÇA


Palavras da Vida Espiritual - Emmanuel
Escrito por Emmanuel   

“Crês que há um só Deus e fazes o bem.
Mas os demônios também o crêem e Estremecem.”
(Thiago, 2:19).
Alguns momentos de reflexão no Evangelho sacodem-nos o raciocínio, para que
venhamos despertar no reconhecimento de nossas responsabilidades em matéria de
crença.
Asseveramos, a cada passo, a convicção iniludível, quanto à existência de Deus.
Habitualmente, enquadramos à vida mental a determinado tipo de interpretação religiosa,
a fim de reverenciá-lo, através do modo que supomos mais digno.
Construímos santuários para honrar-lhe a munificência.
Pretendemos enobrecê-lo em obras de arte.
Sabemos admirar-lhe a sabedoria, seja na grandeza do firmamento ou na simplicidade do
chão.
Certificamo-nos de que as suas leis são inelutáveis, desde as que foram estatuídas para a
semente até as que traçam caminho às constelações.
Articulamos preces em louv or ou de súplica, nas quais lhe endereçamos os anseios mais
íntimos.
Receitamos confiança em Deus para todos aqueles que ainda não conseguiram
entesourá-la.
Ás vezes, chegamos até mesmo ao entusiasmo infantil dos que imaginam adivinhar
as opiniões de Deus, nisso ou naquilo.
Todas essas atitudes nascem da pessoa que reconhece a imanência de Deus.
Entretanto, os Espíritos perversos também sabem que Deus existe.
Crença por crença, há crença nos planos superiores, e há crença nos planos inferiores.
Meditemos nisso para considerar que, acima de tudo, importa saber o que estamos
fazendo de nossa fé.
créditos :

Lenda da Rosa Encantada


Mensagens
Toda a riqueza e o conforto de que dispunha não faziam daquela jovem princesa uma pessoa plenamente feliz. Faltava-lhe algo!

Havia um imenso e angustiante vazio em sua vida.

Aflita, a herdeira do trono mandou chamar um ancião, conhecido por sua sapiência. Confessou-lhe a sua inquietação e rogou-lhe ajuda.

O velho sábio, afagando os cabelos da jovem, sorriu e lhe falou:

Está bem, alteza, daqui a três luas nascerá no jardim, ao amanhecer, a mais bela flor que os seus verdes olhos já viram...

Será uma rosa encantada que trará em si a beleza, o perfume e o encantamento que lhe darão a alegria de que sentis tanta falta.

A jovem sorriu, agradecida.

Mas o velho advertiu: tende cuidado! A flor é sua e cabe-lhe o dever de cuidar dela... Caso contrário, perder-se-á a flor... Perder-se-á o encanto!

A jovem aguardava, ansiosa, o momento de conhecer a flor encantada...

Todos os dias ela ia até o jardim, para ver se já não teria nascido a sua rosa... Entretanto, encontrava apenas as flores comuns.

Mas, na data prevista, aos primeiros raios do amanhecer, fez-se um burburinho no jardim, bem sob a janela da jovem princesa.

Ela, irritada, levantou-se e foi à sacada para pedir silêncio. Mas, ao abrir a janela, viu, em meio à grama, o motivo do falatório: uma flor como jamais houvera antes naquelas paisagens!

Era realmente uma flor sem igual! Não se assemelhava às outras, em nada: nem no tamanho, nem na cor, nem no aveludado de suas pétalas, nem em seu perfume...

A jovem vestiu-se às pressas e desceu as escadarias a passos rápidos.

Atirou-se de joelhos na grama, maravilhada com a beleza da flor... Beijou-lhe as pétalas suavemente, inalou seu perfume inefável.

Ordenou ao jardineiro que lhe desse tratamento especial: o melhor adubo, a água mais fresca.

Quase todo o reino foi chamado a conhecer a flor encantada, desde os súditos até sua majestade, o grande rei. Todos queriam ver a rosa de que se falavam tão grandes coisas.

Por isso, a jovem mandou chamar a guarda, para que houvesse sempre um soldado ao lado da flor, evitando que alguém a maltratasse ou roubasse.

Mesmo assim, muitos curiosos se amontoavam em torno da flor, observando-a, inalando o seu perfume, apreciando a sua beleza.

Um dia, aborrecida com tantos visitantes, a princesa dispensou o soldado e aguardou o anoitecer.

Quando a noite estendeu seu manto negro por sobre o castelo, ela voltou ao jardim e arrancou dali a sua rosa encantada.

Levou-a para seu quarto, e plantou-a num vaso de ouro cravado de gemas de valor, trabalhado pelo mais competente ourives de todo o reino.

- Enfim - pensou a princesa, sorrindo - agora a rosa é só minha! E passou toda a madrugada acarinhando a flor.

Não recebia criados, amigos, nem mesmo seus pais...

Estava feliz! Finalmente, a rosa era sua!

Todavia, logo ao cair da tarde daquele dia a flor começou a apresentar mudanças... Seu perfume alterou-se. Sua cor escureceu. Suas pétalas enrugaram.

Todas as tentativas para reavivá-la foram em vão. Na manhã seguinte, a rosa estava morta!

Infeliz, a jovem princesa chorou, tardiamente arrependida.

***

Diante da flor amada, fonte de alegrias de nossas vidas, o ciúme é sempre mau companheiro.

Encantamo-nos com sua beleza, com seu perfume, com seu sorriso, com seu olhar, mas tentamos policiar-lhe os gestos, os pensamentos, as atenções.

A beleza das nuvens, o encanto das borboletas, a perfeição da águia, a graça das estrelas, a formosura das ondas, devem-se à sua liberdade.

Podemos capturar o pássaro, mas não a alegria do vôo. Podemos armazenar a água, jamais as ondas!

A borboleta, aprisionada, morre!

Aquele que ama o sorriso não exige semblante fechado.

Vale sempre lembrar a máxima: "quem ama, liberta!"

créditos :
http://www.centronocaminhodaluz.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1691

A imensa alegria de servir


Mensagens
A imensa alegria de servir

Toda natureza é um desejo de serviço.
Serve a nuvem, serve o vento, serve o sulco.
Onde houver uma árvore para plantar,planta-a tu.
Onde houver um erro para corrigir,corrige-o tu.
Onde houver uma tarefa que todos recusem,aceita-a tu.

Sê quem tira:
a pedra do caminho,
o ódio dos corações
e as dificuldades dos problemas.

Há a alegria de ser sincero e de ser justo.
Há, porém, mais do que isso,
a imensa alegria de servir.

Como seria triste o mundo
se tudo já estivesse feito,
se não houvesse uma roseira para plantar,
uma iniciativa para lutar!

Não te seduzam as obras fáceis.
É belo fazer tudo que os outros se recusam a executar.
Não cometas, porém, o erro
de pensar que só tem merecimento executar as grandes obras.
Há pequenos préstimos que são bons serviços:
enfeitar uma mesa.
Arrumar uns livros.
Pentear uma criança.

Aquele é quem critica,
este é quem destrói;
sê tu quem serve.

Servir não é próprio dos seres inferiores:
Deus, que nos dá fruto e luz,serve.
Poderia chamar-se: O Servidor.
E tem os Seus olhos fixos nas nossas mãos
e pergunta-nos todos os dias:
Serviste hoje?
* * *
Gabriela Mistral, poetisa chilena, em seu belíssimo poema nos emociona com uma proposta de vida maravilhosa.
O Poeta dos poetas, certa vez também afirmou que quem desejasse ser o primeiro, fosse o servo de todos.
Servir é a receita infalível da felicidade presente e futura.
Presente, pois quem serve, quem se doa, quem ajuda, já recebe no coração a paz que tal ato propicia. Uma paz sem igual: a paz da consciência tranquila.
Futura, pois quem serve semeia concórdia, fraternidade – merecendo colher o mesmo nos passos seguintes da existência imortal do Espírito.
Todo dia nos apresenta diversas oportunidades de servir. Que possamos estar atentos a elas, e não desperdiçar nenhuma chance, nenhuma dessas experiências enriquecedoras.
Parafraseando a poetisa, perguntamos: Você já serviu hoje?

Redação do Momento Espírita com base no poema A imensa
 créditos : 
http://www.centronocaminhodaluz.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1690

Flor de estufa


Mensagens
Flor de estufa

É natural o desejo de viver em paz e ser feliz.
Todos almejam levar a vida sem maiores percalços e desafios.
Entretanto, a realidade é bem diversa.
Qualquer que seja o contexto econômico ou social em que a criatura se apresente, ela enfrenta alguns problemas.
Esse fenômeno precisa ser entendido em sua justa configuração.
O instinto de conservação, inerente aos seres vivos, indica-lhes que devem buscar preservar-se ao máximo.
Trata-se de um recurso providencial, para que bem aproveitem a experiência terrena.
Caso não se cuidem como podem e devem, correm o risco de perecer antes do tempo.
Com isso, deixam de aprender a lição do momento em sua integralidade.
Ocorre que o aprendizado e o aprimoramento são a finalidade do existir.
O Espírito não renasce para se recrear, mas para se melhorar.
Assim, a condição de flor de estufa não lhe assenta.
Se fosse para permanecer em doce repouso, não necessitaria de um corpo físico.
As injunções materiais tornam necessárias certas atividades que viabilizam o progresso.
Porque precisa se manter, o homem disciplina-se a trabalhar.
Como os postos de trabalho são disputados, ele se habitua a estudar e a se aperfeiçoar constantemente.
Para se manter no emprego, precisa respeitar inúmeras regras.
Com isso, gradualmente incorpora em seu ser diversas virtudes.
Disciplina, polidez, humildade e todos os valores e talentos humanos não são presentes, mas conquistas.
Em sentido geral, as exigências ordinariamente se apresentam.
Algumas crises sempre precisam ser vividas e superadas.
Nesse contexto de desenvolvimento amplo e constante, dificuldades não são tragédias.
Elas representam uma lição preciosa.
Todo Espírito possui um destino glorioso.
Nele dormem os princípios das virtudes angélicas.
Constitui uma tola ingenuidade achar que se transitará pela vida ao abrigo de preocupações.
Os problemas que surgem não são injustiças e nem perseguições.
Seu sereno enfrentamento, em contexto de dignidade, é o próprio objetivo da existência.
O homem não pode ser uma flor de estufa, delicada e de pouco perfume.
Seu destino é se assemelhar a uma árvore frondosa, de madeira perfumada, cheia de frutos e flores.
Integralmente útil, qualquer que seja o contexto.
Na pobreza, pleno de dignidade e com muito amor ao trabalho.
Na abastança, modesto e disposto a partilhar e a se fazer instrumento do progresso.
Assim, não se ressinta dos desafios que se apresentam em sua vida.
Entenda-os como testes cuja solução exige apenas disciplina e serenidade.

Redação do Momento Espírita. 
 créditos : 
http://www.centronocaminhodaluz.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1688

ORAÇÃO DA CRIANÇA AO HOMEM


Mensagem de Emmanuel: 134 - ORAÇÃO DA CRIANÇA AO HOMEM


Mensagens
Escrito por Emmanuel   


134 - ORAÇÃO DA CRIANÇA AO HOMEM

Edificaste um mundo novo, em que me veja num futuro melhor.
Auxilia-me a ter alegria dentro dele.
Deste-me liberdade.
Ensina-me a ser livre, sendo feliz.
Colocaste-me no centro da cultura, com acesso às mais avançadas experiências.
Guia-me os passos para que não me sinta em desequilíbrio e para que o desequilíbrio não me enlouqueça.
Dizes que me defendes.
Não me recuses os benefícios da escola e do trabalho e nem me induzas a qualquer idéia de ódio e separação.
Inventastes estradas nos céus.
Ajuda-me a construir caminhos em que possa fazer o meu encontro com os semelhantes, no clima da compreensão e da
paz.
Criaste máquinas preciosas para meu reconforto.
Ensina-me a dirigí-las com amor e responsabilidade para que elas não me esmaguem.
Desenvolveste o progresso e levantaste a grandeza material em todos os recantos da Terra, e agradeço-te por tudo - a ti
que me acolhes com tanto carinho e com tanto amor - mas peço, com todas as forças de meu coração para que não me
afastes de Deus.

Espírito: MEIMEI
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: “Amizade” - Edição IDEAL
créditos : 

 

Tua mente


.
"A mente é a casa do Espírito
..."


TUA MENTE
Emmanuel
(Francisco Cândido Xavier)
 
Entre os cuidados devidos ao corpo e a alma, recordemos o problema da habitação.
Quanto mais instruída a pessoa, mais asseio na moradia.
Nem sempre a residência é rica do ponto de vista material. Vê-se, aí, contudo, limpeza e ordem, segurança e bom gosto.
É imperioso porém, que o senso de higiene e harmonia não se fixe, unicamente, no domicilio externo. Necessário que semelhante preocupação nos alcance o pouso íntimo.
 
A mente é a casa do Espírito.
 
Como acontece a qualquer vivenda, ela possui muitos compartilhamentos com serventia para atividades diversas. E, às vezes, sobrecarregamos as dependências de nosso lar interior com idéias positivamente inadequadas as nossas necessidades reais.
 
Quando preconceitos enquistados, teorias inúteis, inquietações e tensões, queixas e mágoas se nos instalam por dentro, dilapidamos os tesouros do tempo e as oportunidades de progresso, de vez que impedimos a passagem da corrente transformadora da vida, através de nossas próprias forças.
 
Sabemos que uma casa, por mais simples, deve ser arejada e batida de sol para garantir a saúde.
Ninguém conserva lixo, de propósito, no ambiente familiar.
Qualquer perturbação no sistema de esgoto ou na circulação de energia elétrica representa motivos para assistência imediata.
 
Desde épocas remotas, combatemos a escuridão. Da tocha à candeia, da candeia à lâmpada moderna, esmera-se o homem na criação de recursos com que se defender contra o predomínio das trevas.
Pondera quanto a isso e não guardes, ressentimentos e nem cultives discórdias no campo da própria alma.
Trabalha, estuda, faze o bem e esquece o mal, afim de que te arregimentes contra o nevoeiro da ignorância.
 
Tua mente - tua casa intransferível. Nela te nascem os sonhos e aspirações, emoções e idéias, planos e realizações. Dela partem as tuas manifestações nos caminhos da vida, e de nossas manifestações nos caminhos da vida depende o nosso cativeiro à sombra ou a nossa libertação para a luz.
 
(Do livro "Alma e Coração", Emmanuel, Francisco C. Xavier)

 
CRÉDITOS:
Jovem: tela de Steve Hanks | Tube by Sonia
Monitor HP | Arte Digital de Lori
 
Ao repassar/republicar, favor conservar os créditos. Exclusivamente para uso não-comercial.By passing on /republish, please keep the credits. Exclusively for non-commercial use.

Para praticarmos em 2011... 2012......2080..................

1.         Caminhe de 10 a 30 minutos todos os dias e sorria enquanto caminha. 
 
Caminhada-1.jpg
Oração-1.jpg
2.         Ore na intimidade com Deus pelo menos 10 minutos por dia, em segredo, se for necessário. 
 
3.         Escute boa música todos os dias. A música é um autêntico alimento para o espírito. 
4.         Ao se levantar de manhã, fale "Deus, meu Pai, Te agradeço por este novo dia". 
 
Saxofone-1.jpg
Brincar-1.jpg
5.         Viva com os 3 "Es": Energia, Entusiasmo e Empatia. 
 
6.         Participe de mais brincadeiras do que no ano passado. 
7.         Sorria mais vezes do que o ano passado. 
 
Sorrir-1.jpg
Sonhar-1.jpg
8.         Olhe para o céu pelo menos uma vez por dia e sinta a majestade do mundo que rodeia você. 

9.         Sonhe mais, estando acordado.
10.      Coma mais alimentos que crescem nas árvores e nas plantas, e menos alimentos industrializados. 

Legumes-1.jpg
Risada-1.jpg
11.      Coma nozes e frutas silvestres. Tome chá verde, muita água e um cálice de vinho ao dia. Cuide de brindar sempre por alguma das muitas coisas belas que existem em sua vida e, se possível, faça em companhia de quem você ama. 

12.      Faça rir pelo menos 3 pessoas por dia. 
13.      Elimine a desordem de sua casa, seu carro e seu escritório. Deixe que uma nova energia flua em sua vida. 

Limpeza-1.jpg
Fofoca-1.jpg
14.      Não gaste seu precioso tempo em fofocas, coisas do passado, pensamentos negativos ou coisas fora de seu controle. Melhor investir sua energia no positivo do presente. 

15.      Tome nota: a vida é uma escola e você está aqui para aprender. Os problemas são lições passageiras, o que você aprende com eles é o que fica. 
16.      Tome o café da manhã como um rei, almoce como um príncipe e jante como um mendigo. 

Rei-1.jpg
Abraço-1.jpg
17.      Sorria mais. 

18.      Não deixe passar a oportunidade de abraçar quem você ama. Um abraço! 
19.      A vida é muito curta para você desperdiçar o tempo odiando alguém. 

Odiar-1.jpg
Discussão-1.jpg
20.      Não se leve tão a sério. Ninguém faz isto. 

21.      Não precisa ganhar cada discussão. Aceite a perda e aprenda com o outro. 
22.      Fique em paz com o seu passado para não estragar o seu presente. 

Paz-2.jpg
Paz-1.jpg
23.      Não compare sua vida com a dos outros. Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida.

24.      Ninguém está tomando conta da sua felicidade a não ser você mesmo. 
25.      Lembre que você não tem o controle dos acontecimentos, mas sim do que você faz deles. 

Aprender-1.jpg
Pensando-2.jpg
26.      Aprenda algo novo cada dia.

27.      O que os outros pensam de você não é de sua conta. 
28.      Ajude sempre os outros. O que você semeia hoje, colherá amanhã. 

Ajudar-5.jpg
Ajudar-1.jpg
29.      Não importa se a situação é boa ou ruim, ela mudará. 

30.      O seu trabalho não cuidará de você quando você estiver doente. Seus amigos sim. Mantenha contato com seus amigos. 
31.      Descarte qualquer coisa que não for útil, bonita ou divertida. 

Lixo-1.jpg
Pensando-1.jpg
32.      A inveja é uma perda de tempo. Você já tem o que você precisa. 

33.      O melhor está ainda por vir. 
34.      Não importa como você se sente: levante, vista e participe. 

Amor-1.jpg
Telefone-1
35.      Ame sempre com todo o seu ser. 

36.      Telefone para seus parentes frequentemente e mande emails dizendo: Oi, estou com saudades de vocês! 
37.      Cada noite, antes de deitar, agradeça a Deus por mais um dia vivido. 

Oração-2

38.      Lembre que você está muito abençoado para estar estressado. 
Trem-1
39.      Desfrute da viagem da vida. Tire dela o maior proveito! 
40.        Envie esta mensagem a quem você gosta.

Uma lição de vida


Qian HongYan – Menina perseverante !!!


Você poderá estar se perguntando: Porque a menina chinesa Qian HongYan esta passando por esta dificuldade? No senso comum, chamamos a isso sofrimento ou dor? Do ponto de vista espiritual, ela esta sem esperança? Para uns decorrem a revolta ou a procura de um culpado. Muitos compreendem que as forças que governam nossa vida não são cegas, fenômenos que chamamos de “ação e reação”. Geralmente é nesse momento que Deus entra na história dessas pessoas, em meio a tanto sofrimento. Vemos nas fotos abaixo a perseverança, à vontade, a esperança no caso da menina Qian. Ela perdeu as pernas em um acidente, sua família é pobre e não tinha condições de adquirir próteses para as pernas, assim optaram a usar uma bola de basquete para ajudar nos seus movimentos. Qian usa dois apoios para as mãos, e nunca reclama, mesmo após já ter utilizado umas 06 bolas de basquete… ela vai ás aulas como tantas outras colegas, sai para passear, sorri sempre na frente de uma máquina, sempre alegre, e com a ajuda da solidariedade humana Qian consegue próteses para as pernas. As fotos apresentam uma grande lição para todos nós, portanto vamos combinar que, ao sentir alguma dor, física ou moral, vamos compreendê-la no seu real significado e dimensão de aprendizado para as nossas vidas. Assim, conseguiremos superar sem a distorção do sofrimento ou do sacrifício.
Qian Hong Yan
Qian Hong Yan(1)
Qian Hong Yan(2)
Qian Hong Yan(3)Qian Hong Yan(5)
Qian Hong Yan(6)

créditos :
http://www.luzespirita.net/index.php/qian-hongyan-menina-perseverante/

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

AUTO-LIBERTAÇÃO




AUTO-LIBERTAÇÃO

Emmanuel

Uma coincidência de notar entre os quase náufragos da aflição e do afogamento:
Os que se debatem nas águas temendo a morte rogam o socorro de quem lhes estenda as mãos;
Os que se encarcerem no desânimo, receando o desequilíbrio, para se livrarem dele precisam estender as mãos aos outros.

*

Geralmente quando nos confessamos abatidos, muitas vezes queixando-nos contra tudo e contra todos, achamo-nos simplesmente encerrados na masmorra do “eu”, que transportamos conosco, à maneira de fardo muito difícil de carregar.
Este é, contudo, o momento para sair de nós, alongando os braços na direção dos outros, para que os outros arrebatem ao poço da angústia.
Abrir o coração ao encontro de alguém a fim de que alguém nos alivie.
Auxiliar para sermos auxiliados.

*

Se te encontras numa ocasião dessas, de espírito ilhado na solidão, recorda que as portas da alma unicamente se abrem de dentro para fora e busca a liberação de si mesmo.

*

Desnecessário será dizer que a gentileza para com os vizinhos, a visita ao doente, o socorro ao necessitado, o serviço-extra, a carta que se dirige ao amigo distante, o amparo à natureza e todos as formas outras de atividade em que se nos expresse a doação de calor humano são veículos ideais para sairmos de nós à procura da própria renovação.

*

Se te encontras assim, no dia cinzento de mal-estar, não é necessário adotes a transposição do desalento à custa de tranqüilizantes inadequados ou ao preço de aventuras que talvez te marginalizassem nos espinheiros da culpa.
Todos possuímos conosco a clínica espiritual de autotratamento com as faculdades da ação e da criatividade ao nosso dispor.

*

Quanto estejas desse modo no recanto da angústia, se experimentas a fadiga sem causa, trabalha mais e, se trabalhando mais sentires a presença do cansaço compreensível e justo, procura o repouso indispensável ao preciso refazimento e recobrarás as próprias forças a fim de trabalhar e servir mais ainda
(Do livro “Doutrina E Aplicação”, Francisco C.  Xavier - Espíritos Diversos)
http://institutoandreluiz.blogspot.com/2009_10_01_archive.html