quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Honrai a vosso pai e a vossa mãe - Piedade filial


Sabeis os mandamentos: não cometereis adultério; não matareis; não
roubareis; não prestareis falso-testemunho; não fareis agravo a ninguém; honrai a
vosso pai e a vossa mãe. (S. MARCOS, capítulo X, v. 19; S. LUCAS, cap. XVIII, v. 20;
S. MATEUS, cap. XIX, vv. 18 e 19.)

Honrai a vosso pai e a vossa mãe, a fim de viverdes longo tempo na terra que o
Senhor vosso Deus vos dará. (Decálogo: "Êxodo", cap. XX, v. 12.)

O mandamento: "Honrai a vosso pai e a vossa mãe" é um corolário da lei geral de
caridade e de amor ao próximo, visto que não pode amar o seu próximo aquele que não ama a
seu pai e a sua mãe; mas, o termo honrai encerra um dever a mais para com eles: o da
piedade filial. Quis Deus mostrar por essa forma que ao amor se devem juntar o respeito, as
atenções, a submissão e a condescendência, o que envolve a obrigação de cumprir-se para
com eles, de modo ainda mais rigoroso, tudo
o que a caridade ordena relativamente ao próximo em gera!. Esse dever se estende
naturalmente às pessoas que fazem as vezes de pai e de mãe, as quais tanto maior mérito têm,
quanto menos obrigatório é para elas o devotamento. Deus pune sempre com rigor toda
violação desse mandamento.

Honrar a seu pai e a sua mãe, não consiste apenas em respeitá-los; é também assistilos
na necessidade; é proporcionar- lhes repouso na velhice; é cercá-los de cuidados como eles
fizeram conosco, na infância.

Sobretudo para com os pais sem recursos é que se demonstra a verdadeira piedade
filial. Obedecem a esse mandamento os que julgam fazer grande coisa porque dão a seus pais
o estritamente necessário para não morrerem de fome, enquanto eles de nada se privam,
atirando-os para os cômodos mais ínfimos da casa, apenas por não os deixarem na rua,
reservando para si o que há de melhor, de mais confortável? Ainda bem quando não o fazem
de má-vontade e não os obrigam a comprar caro o que lhes resta a viver, descarregando sobre
eles o peso do governo da casa! Será então aos pais velhos e fracos que cabe servir a filhos
jovens e fortes? Ter-lhes-á a mãe vendido o leite, quando os amamentava? Contou porventura
suas vigílias, quando eles estavam doentes, os passos que deram para lhes obter o de que
necessitavam? Não, os filhos não devem a seus pais pobres só o estritamente necessário,
devem-lhes também, na medida do que puderem, os pequenos nadas supérfluos, as
solicitudes, os cuidados amáveis, que são apenas o juro do que receberam, o pagamento de
uma dívida sagrada. Unicamente essa é a piedade filial grata a Deus.

Ai, pois, daquele que olvida o que deve aos que o ampararam em sua fraqueza, que
com a vida material lhe deram a vida moral, que muitas vezes se impuseram duras privações
para lhe garantir o bem-estar. Ai do ingrato: será punido com a ingratidão e o abandono; será
ferido nas suas mais caras afeições, algumas vezes já na existência atual, mas com certeza
noutra, em que sofrerá o que houver feito aos outros.

Alguns pais, é certo, descuram de seus deveres e não são para os filhos o que deviam
ser; mas, a Deus é que compete puni-los e não a seus filhos. Não compete a estes censurá-los,
porque talvez hajam merecido que aqueles fossem quais se mostram. Se a lei da caridade
manda se pague o mal com o bem, se seja indulgente para as imperfeições de outrem, se não
diga mal do próximo, se lhe esqueçam e perdoem os agravos, se ame até os inimigos, quão
maiores não hão de ser essas obrigações, em se tratando de filhos para com os pais! Devem,
pois, os filhos tomar corno regra de conduta para com seus pais todos os preceitos de Jesus
concernentes ao próximo e ter presente que todo procedimento censurável, com relação aos
estranhos, ainda mais censurável se torna relativamente aos pais; e que o que talvez não passe
de simples falta, no primeiro caso, pode ser considerado um crime, no segundo, porque, aqui,
à falta de caridade se junta a ingratidão.

Deus disse: "Honrai a vosso pai e a vossa mãe, a fim de viverdes longo tempo na
terra que o Senhor vosso Deus vos dará." Por que promete ele como recompensa a vida na
Terra e não a vida celeste? A explicação se encontra nestas palavras: ?que Deus vos dará? , as
quais, suprimidas na moderna fórmula do Decálogo, lhe alteram o sentido. Para
compreendermos aqueles dizeres, temos de nos reportar à situação e às idéias dos hebreus
naquela época. Eles ainda nada sabiam da vida futura, não lhes indo a visão além da vida
corpórea. Tinham, pois, de ser impressionados mais pelo que viam, do que pelo que não
viam. Fala-lhes Deus então numa linguagem que lhes estava mais ao alcance e, como se se
dirigisse a crianças, põe-lhes em perspectiva o que os pode satisfazer. Achavam-se eles ainda
no deserto; a terra que Deus lhes dará e a Terra da Promissão, objetivo das suas aspirações.
Nada mais desejavam do que isso; Deus lhes diz que viverão nela longo tempo, isto é, que a
possuirão por longo tempo, se observarem seus mandamentos.

Mas, ao verificar-se o advento de Jesus, já eles tinham mais desenvolvidas suas idéias.
Chegada a ocasião de receberem alimentação menos grosseira, o mesmo Jesus os inicia na
vida espiritual, dizendo: "Meu reino não é deste mundo; lá, e não na Terra, é que recebereis a
recompensa das vossas boas obras." A estas palavras, a Terra Prometida deixa de ser material,
transformando- se numa pátria celeste. Por isso, quando os chama à observância daquele
mandamento: "Honrai a vosso pai e a vossa mãe", já não é a Terra que lhes promete e sim o
céu. (Caps. II e III.)

Allan Kardec. Da obra: O Evangelho Segundo o Espiritismo. 112 edição. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet. org.br. Federação Espírita Brasileira. 1996. 

* * * Estude Kardec * * *

Cheiro de Lamparina


Olá queridos Amigos,


Que a paz do Senhor irradie sobre todos nós...






Cheiro de Lamparina


Fonte: http://www.richardsimonetti.com.br/pinga_fogo
Richard Simonetti
Livro: Luzes no Caminho






    Conta o historiador grego Plutarco (46-119), que Demóstenes (384-322 a.C.), um dos grandes mestres da eloquência no mundo antigo, experimentava, quando jovem, sérias limitações com a palavra.

    Não parecia destinado a brilhar na tribuna.

    Teve que empregar grande força de vontade para superar limitações que no início de sua carreira o submeteram ao vexame de ser vaiado pelos auditórios onde discursava como advogado.

    Buscando corrigir graves defeitos de dicção, declamava, solitário, intermináveis discursos, retendo seixos na boca.

    Não raro o fazia à beira-mar, esforçando-se por elevar a potência da voz acima do marulhar das ondas, habilitando-se a dominar os clamores da multidão.

    Costumava encostar o peito à ponta de uma espada, obrigando-se a corrigir certos movimentos desordenados do seu corpo, quando falava.

    Trancava-se em casa por meses, estudando, trabalhando, aprimorando-se incessantemente.

    Chegou a copiar a vasta obra do historiador Tucídedes (465-404 a.C.), oito vezes!

    Com sua persistência adquiriu as virtudes que fizeram dele o mais brilhante orador da antigüidade.







    Piteas, um de seus opositores, zombava dele, dizendo que seus dons “cheiravam a lamparina”.

    Não eram naturais. Exigiam esforço.

    Antes do advento da lâmpada elétrica, usava-se a lamparina, rústica luminária, em que um pavio aceso fornece luz, alimentado por óleo inflamável.

    Iluminação precária.

    Era necessário tê-la bem perto do texto quando se pretendia a leitura noturna.

    Daí a expressão “queimar as pestanas” para definir alguém que se dedica intensamente ao estudo.

    Respondendo à observação mordaz, Demóstenes informou que, se bem usada, a lamparina era um poderoso instrumento de aprimoramento intelectual, algo que pessoas como Píteas, não habituadas ao estudo, desconheciam. Por isso, em relação aos resultados, havia uma grande diferença no trabalho de ambos.

    A posteridade demonstraria o acerto de suas afirmações.

    Demóstenes será sempre lembrado por sua cultura, pelos dons de oratória que conquistou.

    Quanto a Piteas, quem ouviu falar dele?







    O relato de Plutarco nos remete a uma questão importante:

    A genialidade é inata ou fruto de esforço?

    À luz da reencarnação, ficamos com a segunda opção.

    Trata-se de uma conquista.

    O gênio de hoje foi o aprendiz de ontem, desde o passado remoto.

    Cultivou experiências, aprimorou técnicas, acumulou conhecimentos…

    São realizações inalienáveis do Espírito imortal, que se exprimem, no suceder das existências, em tendências e vocações inatas.

    Gênios artísticos como Rafael, Miguel Ângelo, Bach, Mozart, Beethoven, exprimiam em sua arte o aprendizado de múltiplas romagens terrestres.

    Diz Buffon:

    O Gênio não passa de uma longa paciência.

    Emmanuel, em psicografia de Chico Xavier, passa a mesma idéia:

    O gênio é a paciência que não acaba.

    Ninguém está condenado à mediocridade perene.

    Todos, sem exceção, podemos crescer em qualquer atividade, tornando-nos produtivos, talentosos, competentes…

    Com esse empenho, amanhã ou dentro de séculos, conquistaremos a genialidade.

    Importante não esmorecer, não deixar para amanhã, não transferir para um futuro incerto o que podemos e devemos fazer hoje.

    Mister aprender sempre, produzir cada vez melhor, ampliar horizontes culturais, mentais, morais, espirituais…

    Melhor hoje que ontem!

    Melhor amanhã que hoje!

    Melhorar sempre!



  



    Alguns dos piores males humanos estão relacionados com a indolência e o desinteresse que marcam as almas imaturas, ainda não conscientes do fundamental:

    Não há vida em plenitude sem plena utilização de nossas potencialidades criadoras, a partir do empenho em “queimar as pestanas”. 






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Invernos Existenciais


Queridos Irmãos,


Que Jesus nos cubra com seu manto de amor e de luz...







Invernos Existenciais






    Por mais bela e florida que seja a primavera, o verão sempre pede passagem e traz consigo os dias quentes.

    E mesmo que desejemos reter os dias ensolarados e agradáveis, aproxima-se o outono e, como que obedecendo a um chamado superior, instala-se, silencioso e decidido...

    Depois de um lindo espetáculo de cores, as folhas caem, vencidas, transformando a paisagem... E o outono também parte...

    Soberano, logo aparece o inverno e se faz sentir das mais variadas formas, com seus dias frios e cinzentos.

    Passa o tempo e outra vez o espetáculo colorido de folhas e flores anunciam que a primavera está de volta...

    E é assim que os ciclos das estações se repetem e trazem oportunidades de aprendizado para todos os seres vivos.

    Semelhante às estações, o nosso viver também tem primaveras, verões, outonos e invernos...

    Mas nem sempre percebemos as lições que cada estação enseja, e nos desesperamos diante dos dias frios e cinzentos dos invernos existenciais.

    A primavera é agradável, não há dúvida. Flores e perfumes tornam nossos dias mais alegres.

    No entanto, se as flores surgem na primavera, é no inverno que acumulam as horas de frio necessárias para fazer brotar a gema floral com o choque térmico no início da nova estação.

    Sim! Se não fosse o frio não teríamos alguns tipos de flores e frutos.

    O frio “quebra” a dormência das gemas que originarão a folhagem e os frutos na primavera, quando folhas e flores enfeitam a paisagem.

    É assim que nós também podemos utilizar os invernos existenciais para favorecer a floração das virtudes que embelezam a nossa vida e nos trazem alegria...

    Para as plantas, a escassez de umidade, o frio e a baixa luminosidade, ocasionadas pelo inverno, são qual jardineiro que desperta a vida adormecida em sua intimidade.

    É assim que árvores e plantas perdem galhos e folhas, mas garantem floradas em todas as primaveras...

    Por vezes, os seres humanos também passam pelos invernos existenciais e perdem temporariamente a exuberância. Sentem-se como uma árvore desfolhada, sem flor nem perfume...

    Mas que importa se a vida que pulsa, além das aparências, está se preparando para produzir flores mais belas e perfumadas nas primaveras vindouras? Geralmente são os dias mais difíceis que acordam em nós as sementes adormecidas da esperança...

    Não há dúvida de que os dias ensolarados e alegres são encantadores, mas são os dias difíceis que mais desafiam as nossas potencialidades e quebram a concha da nossa acomodação...

    O sofrimento que nos fustiga a alma é abençoado aguilhão que nos faz despertar para os valores reais da vida.

    Assim, diante dos açoites do inverno, pense nas preciosas lições da natureza.

    Observe as árvores desfolhadas, quais esqueletos nus na paisagem cinzenta e sem brilho, mas em pé... Firmes e cheias de esperança.

    Suportam os ventos, a chuva, o frio e a falta de luz, mas conservam a seiva da vida na intimidade...

    Instintivamente aguardam o retorno da primavera que, com sua brisa morna, vem acariciar as flores e fazê-las frutificar...


 




    Aproveite os dias ensolarados para armazenar o vigor que lhe sustentará nos invernos existenciais...

    E quando os dias escuros surgirem na sua vida, não permita que a tristeza lhe roube a esperança de ver surgir, outra vez, a primavera...

    Lembre-se que mesmo nos dias nublados, o sol está sempre à espreita, esperando sua vez de brilhar e espalhar vida por sobre toda a natureza...







Fonte: www.momento.com.br
Equipe de Redação do Momento Espírita


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No plano carnal


Queridos Irmãos,


Deus nos fortaleça e nos abençoe em nossa caminhada evolutiva...









No plano carnal






    Isolado na concha milagrosa do corpo, o espírito está reduzido em suas percepções a limites que se fazem necessários.

    A esfera sensorial funciona, para ele, à maneira de câmara abafadora.

    Visão, audição, tato, padecem enormes restrições.

    O cérebro físico é um gabinete escuro, proporcionando-lhe ensejo de recapitular e reaprender.

    Conhecimentos adquiridos e hábitos profundamente arraigados nos séculos aí jazem na forma estática de intuições e tendências.

    Forças inexploradas e infinitos recursos nele dormem, aguardando a alavanca da vontade para se externarem no rumo da superconsciência.

    No templo miraculoso da carne, em que as células são tijolos vivos na construção da forma, nossa alma permanece provisoriamente encerrada, em temporário olvido, mas não absoluto, porque, se transporta consigo mais vasto patrimônio de experiência, é torturada por indefiníveis anseios de retorno à espiritualidade superior, demorando-se, enquanto no mundo opaco, em singulares e reiterados desajustes.

    Dentro da grade dos sentidos fisiológicos, porém, o espírito recebe gloriosas oportunidades de trabalho no labor de auto-superação.

    Sob as constrições naturais do plano físico, é obrigado a lapidar-se por dentro, a consolidar qualidades que o santificam e, sobretudo, a estender-se e a dilatar-se em influência, pavimentando o caminho da própria elevação.

    Aprisionado no castelo corpóreo, os sentidos são exíguas frestas de luz, possibilitando-lhe observações convenientemente dosadas, a fim de que valorize, no máximo, os seus recursos no espaço e no tempo.

    Na existência carnal, encontra multiplicados meios de exercício e luta para a aquisição e fixação dos dons de que necessita para respirar em mais altos climas.

    Pela necessidade, o verme se arrasta das profundezas para a luz.

    Pela necessidade, a abelha se transporta a enormes distâncias, à procura de flores que lhe garantam o fabrico do mel.

    Assim também, pela necessidade de sublimação, o espírito atravessa extensos túneis de sombra, na Terra, de modo a estender os poderes que lhe são peculiares.

    Sofrendo limitações, improvisa novos meios para a subida aos cimos da luz, marcando a própria senda com sinais de uma compreensão mais nobre no quadro em que sonha e se agita.

    Torturado pela sede de infinito, cresce com a dor que o repreende e com o trabalho que o santifica.

    As faculdades sensoriais são insignificantes résteas de claridade descerrando-lhe leves notícias do prodigioso reino da luz.

    E quando sabe utilizar as sombras do palácio corporal que o aprisiona temporariamente, no desenvolvimento de suas faculdades divinas, meditando e agindo no bem, pouco a pouco tece as asas de amor e sabedoria com que, mais tarde, desferirá venturosamente os vôos sublimes e supremos, na direção da Eternidade. 








Emmanuel & Francisco Cândido Xavier
Livro: Roteiro


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A cada um segundo as suas obras


Queridos Irmãos,


Vamos perfumar a nossa vida através do amor...




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A cada um segundo as suas obras






Há os que tatuam cruzes no braço
Mas não conseguem tatuar
no coração.


Hás os que colam o plástico de
Jesus no carro mas plastificam
seus corações.






Há os que lêem bíblias em voz alta
mas a bondade do coração
está muda.


Há os que oram de joelhos
Mas o orgulho reina em pé em
seus corações.






Há os que frequentam templos
Mas não frequentam a prática
do amor.


Há os que louvam os anjos e
santos mas são surdos para
os seus conselhos.






Há os que professam lindas
doutrinas mas sequer as praticam
no próprio lar.


Há os que pregam a humildade
mas não se dobram diante do irmão
de outra ideologia.






Há irmãos que doam valores
materiais mas não doam a boa ação
que transportam.


No entanto,
Há irmãos que não doam nenhum
bem mas doam a si próprios.






Há irmãos que vivem no silêncio
Mas seus corações gritam amor.


Há irmãos que são discretos em
sua humildade mas são gigantes
fraternos.






Há irmãos sem cultura e ignorantes
Mas praticam a sabedoria da caridade


Há irmãos que nem conhecem
doutrinas religiosas mas já são sua
própria religião no dia a dia.






Há amores e paixões,
abrangências e limitações, vontade
e má fé, humildade e orgulho...


A cada um segundo suas obras.
Não importa o que a boca fala,
mas o que o coração pratica.






:: Dalton ::


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Oportunidade. ..


 
Meus Deus, quantos na Terra, levados pela cobiça, violentam a vida física de um espírito, praticando
o aborto, de maneira brutal, apenas por alguns trocados !  E a mulher,  desorientada diante  da
maternidade pratica o mais covarde dos crimes.  Aqui, na Espiritualidade,  entidades amigas lutam
pela paz e pela felicidade de mães e filhos. Na Terra, com os pés atolados num amálgama de lodo, 
homens e mulheres usam e abusam do sexo, imaginando que só os seus sentimentos podem e devem
ser respeitados; não se apercebem de que um espermatozóide,  correndo pelo útero, encontra  no
óvulo a grande oportunidade dada pela Mãe Natureza, de formar um corpo físico que servirá de veste 
a um espírito necessitado de encarnar para pagar suas contas pretéritas. Cortar esta oportunidade
acarreta na própria consciência de quem já a praticou um remorso demasiadamente dolorido. No dia
em que a Doutrina dos Espíritos for melhor estudada e compreendida, a mulher lutará para não ser
considerada apenas como um objeto de consumo, onde, levada pelo medo da sua desvalorização
diante da sociedade, pratica ato tão covarde, como o de negar ao seu próprio coração a ventura
de amar um espírito como filho.
 
 
(Obra: O Vôo Mais Alto - Irene Pacheco Machado/Luiz Sergio)
 
 
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Fácil entender que é assim justamente que nós, os Espíritos eternos, atendendo aos impositivos do progresso, nos revezamos na arena do mundo, ora envergando a posição de pais, ora desempenhando o papel de filhos, aprendendo, gradativamente, na carteira do corpo carnal, as lições profundas do amor - do amor que nos soerguerá, um dia, em definitivo, da Terra para os Céus. 
Admitimos seja suficiente breve meditação, em torno do aborto delituoso, para reconhecermos nele um dos grandes fornecedores das moléstias de etiologia obscura e das obsessões catalogáveis na patologia da mente, ocupando vastos departamentos de hospitais e prisões.
 
(Obra: Vida e Sexo - Chico Xavier/Emmanuel)
 
 
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AVE MARIA
Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus.
Santa Maria, Mãe de Jesus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
 
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PAI NOSSO
Pai nosso que estais no Céu, santificado seja o Vosso Nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
 
JESUS