segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Ciencia e Reencarnação


Ciencia e Reencarnação

by ceacgallo

Renomado professor de física da Universidade de Oregon e pesquisador do Institute of Noetic Sciences, o indiano Amit Goswami mostra porque a reencarnação é um fenômeno que merece ser investigado pela ciência. Para sustentar a sua tese, ele reúne dados que indicam a sobrevivência da nossa consciência depois da morte e explica-os à luz da física quântica. Editou o livro “A janela visionária – Um guia para a iluminação por um físico quântico”, publicado no Brasil pela Editora Cultrix.
A ideia da reencarnação remonta desde a antiguidade, onde embora não existisse o termo reencarnação, as pessoas tinham a ideia de que o ser humano podia voltar à vida com novo corpo de carne, mais ou menos como quando passamos de um dia para o outro, utilizamos roupas diferentes, sem deixarmos de ser quem somos.
Para a mentalidade moderna, a reencarnação parece um tanto absurda. Sob implacável pressão da ciência materialista, identificamo-nos quase totalmente com o corpo físico, de modo que a ideia de que uma parte de nós sobrevive à morte do corpo físico é difícil de engolir. Ainda mais difícil é imaginar um renascimento dessa parte num novo corpo físico. A imagem de uma alma deixando o corpo que morre e entrando num feto prestes a nascer parece particularmente incomoda, porque pressupõe uma alma existindo independentemente do corpo. E nós tentamos com tanto afinco erradicar o dualismo de nossa visão de mundo!
A reencarnação é elevada à categoria de fenômeno merecedor de investigação científica, pois a melhor prova científica da existência do corpo subtil, imortal, seria um indício de sua sobrevivência e reencarnação.
De acordo com este cientista, existem três tipos de indícios em favor da teoria da sobrevivência e reencarnação:
• Experiências relativas ao estado alterado de consciência no momento da morte
• Dados sobre reencarnação
• Dados sobre seres desencarnados (pessoas falecidas)
As experiências de visões comunicadas psiquicamente a parentes e amigos por pessoas à beira da morte vêm sendo registradas desde 1889, quando Henry Sidgwick e os seus colaboradores iniciaram cinco anos de compilação de um Censo das Alucinações, sob os auspícios da British Society for Psychical Research. Sidgwick descobriu que um número significativo das alucinações relatadas envolvia pessoas que estavam morrendo a uma distância considerável do indivíduo que alucinava, e ocorria num prazo de 12 horas da morte.

A Física quântica explica vida após a morte,
confirmando as pesquisas espíritas em meados do século XIX

Mais conhecidas, evidentemente, são chamadas mortes aparentes ou experiências de quase-morte (EQMs), nas quais o indivíduo sobrevive e recorda-se da sua experiência.
Tanto nas visões no leito de morte quanto nas experiências de quase-morte, o indivíduo parece transcender a situação de morrer, que, afinal, é frequentemente dolorosa e desconcertante. O indivíduo parece experimentar um domínio de consciência “feliz”, diferente do domínio físico da experiência comum. Para além disso, quase sempre, após uma EQM, o ser é levado a uma profunda transformação no seu modo de vida. Muitos deles, por exemplo, deixam de sentir o medo da morte que assombra a maior parte da humanidade.
Os indícios em favor da memória reencarnacionista são obtidos principalmente a partir dos relatos de crianças que se lembram das suas vidas passadas com detalhes passíveis de comprovação. O psiquiatra Ian Stevenson acumulou uma base de dados de mais de duas mil recordações de reencarnações comprovadas. Em alguns casos, ele chegou a levar as crianças aos lugares das vidas passadas de que se lembravam para comprovarem as suas histórias. Mesmo sem jamais terem estado nesses lugares, as crianças reconheciam-nos e conseguiam identificar as casas em que tinham vivido. Às vezes reconheciam até mesmo os membros das suas famílias anteriores. Num caso, a criança lembrou-se onde havia algum dinheiro escondido, e, de fato, encontrou-se dinheiro ali. Os detalhes sobre esses dados podem ser encontrados nos livros e artigos de renomado cientista, Ian Stevenson.
Até aqui, falamos sobre dados que envolvem experiências de pessoas na realidade manifesta. Mas existem outros dados, a respeito da sobrevivência depois da morte nos quais uma pessoa viva (normalmente um médium em estado de transe) alega comunicar com uma pessoa, e falar por ela, que já morreu há algum tempo e aparentemente habita um domínio além do tempo e do espaço. Isso sugere não apenas a sobrevivência da consciência depois da morte como também a existência de uma mônada quântica sem corpo físico, refere Amit Goswami.
Nota – adaptado do artigo publicado na Revista Planeta, nº 402, Brasil
ceacgallo | 25/11/2011 at 11:33 AM | Categories: artigos | URL: http://wp.me/p1hFkH-ND

Nenhum comentário:

Postar um comentário