sexta-feira, 25 de novembro de 2011

ENQUANTO TEMOS TEMPO


Escrito por Emmanuel   

“... Enquanto temos t empo, façamos bem a todos...”
– Paulo.(Gála tas, 6:10).
Às vezes, o ambiente surge tão perturbado que o único meio de auxiliar é fazer
silêncio com a luz íntima da prece.
Em muitas circunstâncias, o companheiro se mostra sob o domínio de enganos tão
extensos que a forma de ajuda-lo é esperar que a vida lhe renove o campo do espírito.
Aparecem ocasiões em que determinado acontecimento surge tão deturpado que não
dispomos de outro recurso senão contemporizar com a dificuldade, aguardando melhores
dias para o trabalho esclarecedor.
Repontam males na estrada com tanta força de expansão que, em muitos casos, não
há remédio senão entregar os que se acumpliciam com eles às conseqüências
deploráveis que se lhes fazem seguidas.
Entretanto, as ocasiões de construir o bem se destacam às dezenas, nas horas do dia-
a-dia.
Uma indicação prestada com paciência...
Uma palavra que inspire bom ânimo...
Um gesto que dissipe a tristeza...
Um favor que renova a aflição...
Analisemos a trilha cotidiana.
A paz e o concurso fraterno, a explicação e o contentamento são obras morais que
pedem serviço edificante como as realizações da esfera física.
Ergue-se a casa, elemento a elemento.
Constrói-se a oportunidade para a vitória do bem, esforço a esforço.
E, tanto numa quanto noutra, a diligência é indispensável.
Não vale esperança com inércia.
O tijolo serv e na obra, mas nossas mãos devem buscá-lo.

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