terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O verdadeiro espírita




*Jamil Salomão*

*“O espírita é reconhecido pelo esforço que faz para sua transformação
moral e para vencer suas tendências para o mal.” –* Allan Kardec

O verdadeiro espírita é aquele que aceita os princípios básicos da Doutrina
Espírita. Quando se pergunta ao praticante: Você é espírita? Comumente ele
responde: “Estou tentando”. Na verdade, a resposta deveria ser sem
hesitação: Sou espírita!!! Quanto ao fato de ser perfeito ou qualquer
qualificação moral é outro assunto, que não exime o profitente de ser
incisivo na sua resposta. Nesse ponto, o praticante não tem que hesitar na
sua definição, porquanto Allan Kardec foi claro no seu esclarecimento ao
afirmar que se reconhece o espírita pelo seu esforço, pela sua
transformação, e não pelas suas virtudes ou pretensas qualidades, raras nos
habitantes deste Planeta.

O que acontece com freqüência, seja iniciante ou mesmo com os mais antigos,
é que, será mais cômodo não assumir uma postura mais responsável ou
permanecer com um pé na canoa e outro na terra. Admite-se até, em
determinadas ocasiões que se queira dar uma demonstração de modéstia, mas,
que não se justifica sob o ponto de vista de definição pessoal.

A propósito, lembro-me de ter ouvido em uma emissora de rádio da Capital um
pronunciamento de um padre católico, ao referir-se aos católicos, que
freqüentam os Centros Espíritas para os habituais Passes e a “aguinha
fluidificada” e passam a vida sem ter a mínima noção do que representa o
Passe e a água. Para esses meio-cá-meio- lá, o mencionado reverendo
denominou-se de “catóritas”. Engraçado, não!?

Como chamar os espíritas que se dedicam aos trabalhos nos Centros
Espíritas, mas que continuam batizando os filhos, sob o pretexto de que
quando maiores escolherão sua própria religião, casam os filhos na Igreja
com as pompas e as cerimônias habituais, fazem a Primeira Comunhão com as
tradições da Igreja Católica, etc?

Quando os Centros Espíritas se organizarem verdadeiramente, proporcionando
aos seus freqüentadores, além do Passe e da Água Fluidificada, a orientação
doutrinária, para maior compreensão dos princípios básicos que devem
nortear o aprendiz e os trabalhadores na Seara Espírita, certamente, o
verdadeiro espírita terá uma nova postura na sociedade, mais convincente,
porque passará a distinguir o que é ser espírita, segundo a analogia
explicitada por Allan Kardec nas obras básicas organizadas pelo codificador
sob a orientação dos Benfeitores Espirituais.

*“Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de
vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.”* – Bezerra
de Menezes

(Publicado no Jornal *A Voz do Espírito* - Edição 92: Dezembro de 1998)
*
Beau Geste*

"A pior das ditaduras é a que se escuda na lei" (Raul Pilla)

*O espelho da vida*


A mente é o espelho da vida em toda parte.****

Ergue-se na Terra para Deus, sob a égide do Cristo, à feição do diamante
bruto, que, arrancado ao ventre obscuro do solo,****

avança, com a orientação do lapidário, para a magnificência da luz.****

Nos seres primitivos, aparece sob a ganga do instinto, nas almas humanas
surge entre as ilusões que salteiam a inteligência, e****

revela-se nos Espíritos Aperfeiçoados por brilhante precioso a retratar a
Glória Divina.****

Estudando-a de nossa posição espiritual, confinados que nos achamos entre a
animalidade e a angelitude, somos impelidos a****

interpretá-la como sendo o campo de nossa consciência desperta, na faixa
evolutiva em que o conhecimento adquirido nos permite****

operar.****

Definindo-a por espelho da vida, reconhecemos que o coração lhe é a face e
que o cérebro é o centro de suas ondulações,*** *

gerando a força do pensamento que tudo move, criando e transformando,
destruindo e refazendo para acrisolar e sublimar.*** *

Em todos os domínios do Universo vibra, pois, a influência recíproca.*** *

Tudo se desloca e renova sob os princípios de interdependência e
repercussão.* ***

O reflexo esboça a emotividade. ****

A emotividade plasma a idéia.****

A idéia determina a atitude e a palavra que comandam as ações.****

Em semelhantes manifestações alongam-se os fios geradores das causas de que
nascem as circunstâncias, válvulas obliterativas* ***

ou alavancas libertadoras da existência.** **

Ninguém pode ultrapassar de improviso os recursos da própria mente, muito
além do círculo de trabalho em que estagia;****

contudo, assinalamos, todos nós, os reflexos uns dos outros, dentro da
nossa relativa capacidade de assimilação.** **

Ninguém permanece fora do movimento de permuta incessante.* ***

Respiramos no mundo das imagens que projetamos e recebemos.** **

Por elas, estacionamos sob a fascinação dos elementos que provisoriamente
nos escravizam e, através delas, incorporamos o****

influxo renovador dos poderes que nos induzem à purificação e ao progresso.*
***

O reflexo mental mora no alicerce da vida.****

Refletem-se as criaturas, reciprocamente, na Criação que reflete os
objetivos do Criador.****

** **

*Francisco Cândido Xavier - Pensamento e Vida - pelo Espírito Emmanuel *****

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*Uma proposta de Espiritualismo Universalista Crístico, Eclético e
Ecumênico.*


Beau Geste*

"A pior das ditaduras é a que se escuda na lei" (Raul Pilla)

NÃO BASTA COMPREENDER A DOUTRINA: É PRECISO, SOBRETUDO, ASSIMILÁ-LA



J. Herculano Pires no livro O Infinito e o Finito, cap. 39.http://www.oespiritismo.com.br/textos/ver.php?id1=263
 
Não basta aceitar os princípios renovadores da Doutrina dos Espíritos. É preciso vivê-los. Todas as doutrinas são sistemas lógicos, acessíveis à compreensão intelectual. Desse ponto de vista, o Espiritismo pode ser compreendido por qualquer pessoa curiosa e de capacidade mental comum. Trata-se de uma doutrina clara, baseada em princípios de fácil assimilação, embora por baixo dessa simplicidade existam problemas complexos, de ordem científica e filosófica. É tão fácil compreendê-lo, desde que se estude criteriosamente as suas obras básicas.
 
A simples compreensão de uma doutrina, porém, não implica a sua vivência. Além de compreendê-la, temos de senti-la. Somente quando compreendemos e sentimos o Espiritismo, quando o incorporamos à nossa personalidade, quando o assimilamos profundamente em nosso ser, é que podemos vivê-lo. Daí a razão de Allan Kardec ter afirmado a existência de vários tipos de espíritas, concluindo que “o verdadeiro espírita se conhece pela sua transformação moral”. Espiritismo compreendido e vivido transforma moralmente o homem.
 
Viver o Espiritismo, entretanto, não é viver no meio espírita, fazendo ou freqüentando sessões, lendo obras doutrinárias ou ouvindo conferências. Pode fazer-se tudo isso, e ainda mais, - pode-se até mesmo gastar muito dinheiro e tempo em obras de assistência social, - atendendo apenas à compreensão intelectual da doutrina, sem vivê-la. Porque viver o Espiritismo é pautar todas as ações pelos princípios doutrinários. É moldar a conduta pela doutrina. É agir, em todas as ocasiões, como o verdadeiro espírita de que fala Allan Kardec.
 
Ainda neste ponto, porém, é necessário lembrar que não basta a conduta externa. Não basta a aparência. Nada mais avesso, aliás, às aparências, do que o Espiritismo. Anti-formal por excelência, contrário aos convencionalismos sociais e religiosos, o Espiritismo, como dizia Kardec: “é uma questão de fundo e não de forma”. Por isso mesmo, não podemos vivê-lo de maneira externa. Antes da conduta exterior, temos de reformar a nossa conduta interna, modificar nossos hábitos mentais e verbais. Pensar, falar e agir de acordo com os princípios renovadores da moral espírita, que é a própria moral evangélica, racionalmente esclarecida pela Doutrina do Consolador.
 
Surge ainda uma dificuldade, que devemos tentar esclarecer. Chegados a este ponto, muita gente nos perguntará, como sempre acontece, quando falamos a respeito: “O espírita deve então sujeitar-se rigidamente a um molde doutrinário?” Não, pois se assim fizesse estaria impedindo o seu livre desenvolvimento moral. Quando falamos em “moldar a conduta”, fazêmo-lo num sentido de orientação, nunca de esquematização. O espírita deve ser livre, pois, como acentuava o apóstolo Paulo “onde não há liberdade não está o Espírito do Senhor”. Só a liberdade dá responsabilidade, e só a responsabilidade produz a verdadeira moral.
 
Ao procurar viver o Espiritismo, devemos portanto evitar as atitudes formais que conduzem ao artificialismo, e conseqüentemente à mentira e à hipocrisia. Como se vê, esse é o caminho contrário ao da Doutrina dos Espíritos, é o caminho tortuoso da Doutrina dos Homens, no plano mundano. Devemos ser naturais. E como modificar a nossa natureza inferior, sendo naturais? Primeiro, compreendendo que temos essa natureza inferior e precisamos modificá-la, o que fazemos pela compreensão da doutrina; depois, sentindo a necessidade de modificá-la, o que fazemos pela assimilação emocional da doutrina. Nossa transformação moral deve começar de dentro, e não de fora. Dos pensamentos e sentimentos, e não das atitudes exteriores. Deve ser uma transformação para Deus ver, não para os homens verem.
 
A falta de compreensão desse problema leva muitos espíritas a posições incômodas dentro da doutrina, e o que é pior, a posições comprometedoras para o movimento doutrinário. E leva também a lamentáveis confusões, principalmente no tocante ao problema religioso. Quando compreendemos, porém, que o Espiritismo não é somente um sistema doutrinário para assimilação intelectual, mas que é sobretudo, vida, norma de vida, e principalmente, seiva renovadora da vida humana na terra, então compreendemos que não é possível separar-se, dos seus aspectos científicos e filosóficos, o seu poderoso aspecto religioso. Lembremos ainda o que dizia Kardec, ou seja, que o Espiritismo é forte justamente por afirmar e esclarecer as mesmas verdades fundamentais da religião.
 
* * *
 
 
 
 
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PAZ EM NÓS

O Centro Espírita Kardecista No Caminho Da Luz vem apresentar artigos de Emmanuel psicografados por Chico Xavier extraidos do livro Palavras da Vida Eterna:



     155 - PAZ EM NÓS



"Porque a nossa glória é esta: o testamento da nossa consciência..."
-Paulo . (II Coríntios, 1:12.).
Abraçando a renovação espiritual para a conquista da luz, quase sempre somos
contraditados pelas forças da sombra, qual se tivéssemos o coração exposto a todas as
críticas destrutivas.
Cultivas bondade e afirmam-te idiota.
Mostras paciência e imaginam-te poltrão.
Esqueces golpes sofridos e chamam-te covarde.
Prat icas a humildade e apontam-te por tolo.
Falas a verdade e supõem-te obsesso.
Exerces brandura e julgam-te preguiçoso.
Auxilias fraternalmente e envenenam-te o gesto.
Confias e dizem-te fanático.
Cumpres obrigações e há quem zombe de ti.
Entretanto, a despeito de todas as dúvidas e impugnações que te cerquem os
passos, segue para diante, atendendo aos deveres que a vida te preceitua, conforme o
testemunho da consciência, na convicção de que felicidade verdadeira significa, em tudo,
paz em nós.

atenciosamente 

Centro Espírita Kardecista no Caminho da Luz

Consulte novidades no nosso site: http://www.centronocaminhodaluz.com.br
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Nosso Endereço:
Centro Espírita Kardecista No Caminho da Luz
Ladeira Aurora, 135A
Santo Amaro - Sao Paulo - Capital - SP
04753-040
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Dias e horários: (não é necessário agendar)
Atividade
Terça FeiraQuinta FeiraSábado
Tratamento Espiritual
20:00h
14:00h
09:30h
Tratamento Espiritual
-----
< div align=center>20:00h
-----
Evangelização Infantil
-----
-----
11:30h

PALAVRÃO: HÁBITO INFELIZ



Redação do Momento Espírita
 
Você gosta de ouvir palavrões?
 
É bem possível que existam pessoas que apreciem ouvir palavras chulas, de baixo calão. Todavia, aqueles que as proferem não levam em conta a grande maioria das que abominam esse hábito infeliz.
 
O bom senso estabelece que aquele que gosta de dizer palavrões deveria prestar atenção à sua volta para não violar a intimidade dos ouvintes, mas é mais lógico admitir que quem diz palavrões em público é desprovido de bom senso.
 
Os que discordam desse ponto de vista provavelmente dirão que são simples palavras, que não há mal nenhum nisso.
 
No entanto, as palavras são veículos que transmitem mensagens. E, por certo, os palavrões são a mensagem da irreverência. É a comunicação do feio, da agressividade, além de um grande desrespeito ao comportamento educado.
 
Infelizmente, nos dias atuais, o palavrão faz parte de grande parte dos meios de comunicação. Está nos programas de televisão de baixo nível, nos programas radiofônicos, nos jornais, revistas, músicas etc.
 
Confundindo-se o que é comum com o que é normal, o palavrão é levado à conta da normalidade.
 
Todavia, o uso generalizado jamais fará com que esse hábito pernicioso seja normal.
 
Podemos dizer que é comum, porque muitos fazem uso dele, mas não podemos admitir que seja normal.
 
Pessoas educadas e de bom senso não se permitem esse tipo de expressão.
 
Programas sérios e bem elaborados não necessitam desse expediente.
 
Canções bem inspiradas e de cunho elevado, dispensam as palavras chulas, que aliás, dão mostra de pouca criatividade.
 
O uso de palavrões geralmente é defendido sob a designação de “liberdade”... Mas liberdade de quem?
 
Se a linguagem do feio passar a fazer parte integrante da nossa sociedade a ponto de ser impossível escapar dela, então perguntaremos: quem é livre e quem não o é?
 
Se aquele que gosta de falar obscenidades é livre para dizê-las, aquele que não gosta de ouví-las deve, igualmente, ter a liberdade de não ter seus ouvidos convertidos em lixeiras.
 
O que mais se lamenta, nesse caso, é o fato de os próprios educadores, na condição de pais ou professores, fazerem uso de palavrões com naturalidade, como se fosse uma prática normal.
 
Conforme ensinou-nos Jesus, o Espírito mais sábio que a humanidade conheceu, “a boca fala do que está cheio o coração”.
 
Assim sendo, antes de proferir uma palavra, prestemos atenção na mensagem que estará veiculando, pois ela dará notícias da nossa intimidade. 
 
Pense nisso! 
 
As palavras são apenas o veículo das nossas idéias.
 
Portanto, só o fato de nos permitirmos pensamentos indignos já será um mal para nós mesmos.
 
Não foi outro o motivo pelo qual Jesus advertiu sobre o adultério por pensamento. E não foi à toa que um sábio assegurou que nós somos o que pensamos, falando ou não.
 
Equipe de Redação do Momento Espírita.
 
 
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Arai e Semeai


Mensagem do Espírito Dr. Bezerra de Menezes 
quando do encerramento da 8a Reunião Ordinária 
do Conselho Espírita Internacional, no dia 13 
de fevereiro de 2002, na sede da Federação 
Espírita Brasileira, pela psicofonia de
Divaldo Pereira Franco.

Meus Filhos,

Que Jesus nos abençoe!

Antes que o Senhor ascendesse, estávamos reunidos com aqueles que leriam
nas palavras de João, o futuro evangelista, a mensagem de libertação e de eternidade.

Naquele entardecer, rico de perfumes e de bênçãos, o Mestre inolvidável aparece
e, distendendo os braços para afagar, aproxima aqueles quinhentos da Galiléia, no
seu afável e dúlcido coração e diz-lhes:

? Ide, como as ovelhas mansas no meio de lobos rapaces. Ide e pregai, pois que
vos dou o poder de libertar as criaturas dos sofrimentos. .. Eu vos dou a força para
pisar a serpente do mal, sem que ela vos possa picar. Eu vos ofereço o meu coração,
para que o apresenteis ao mundo. Não temais a ninguém, especialmente aqueles que
somente vencem o corpo e não vos podem atingir a alma.

...E quando ascendeu em uma nuvem luminosa, aqueles que ali estavam, homens
e mulheres, criancinhas e venerandos anciãos, saíram para levar a Sua mensagem
de liberdade aos quatro pontos do mundo.

Ide, também vós outros, novos quinhentos da Galiléia, que renasceis da memória
dos tempos, depois de naufrágios dolorosos e de prejuízos incalculáveis para a
economia das vossas almas. Ide, e semeai a Era do amor. Não vos perturbeis com o
mundo, com as suas facécias, nem temais as suas tenazes vigorosas e ameaçadoras.
Aquele amoroso e meigo Rabi prossegue convosco e conosco, conduzindo-nos ao
porto de segurança para onde rumam.

É verdade que o corpo físico é um desafio, a própria luta ante os recentes progressos
constitui um desafio impostergável.

Cantai, exultantes de alegria, porque fostes chamados e estais sendo selecionados
para os misteres mais delicados e graves da construção do reino de Deus. Se, por
acaso, aninhar-se a dor em vossos sentimentos, bendizei-a. E nesse colóquio entre a
alma que chora e a dor que deve estar cravada, dizei: bendita sejas, por te apresentares
como espinho nas carnes da minha alma, impedindo-lhe tropeços mais dolorosos e
mais perturbadores. Se a incompreensão testar as vossas resistências, eis que soa a
oportunidade da tolerância e o momento da paciência, a fim de ser conquistado o
contendor. E, em qualquer circunstância, amai.

O amor é a força ciclópica que modela o Universo, exteriorizado pelo Pai Criador.
Com os sentimentos de amor, de bondade, guiados pela lógica de bronze da Doutrina
Espírita, podereis dirigir os passos no rumo do Bem, com segurança, quando tudo aparentemente
estiver contra vós.

Não temos outra alternativa, nem conhecemos outra diretriz que não sejam
aquelas que estão expressas na palavra do Senhor: "Fazei todo o bem que vos esteja
ao alcance. Amai aos vossos inimigos, aos vossos perseguidores, servindo sempre",
porque as mãos que obram nas trilhas da imortalidade estão colocando os alicerces da
era do amor universal em nosso planeta, que está transitando para mundo de regeneração.
Nunca estareis a sós. Vossos Guias, protetores e os anjos tutelares da lide espírita,
em nome do Espírito de Verdade, estarão sempre convosco.

Ide, filhos da alma, em paz, em retorno ao vosso campo de trabalho e arai, semeai,
vigiai as plântulas, defendei-as até que possam, como árvores frondosas e frutíferas,
albergar a sociedade cansada, desiludida e necessitada de paz, de pão e de
amor.

Que o Senhor de bênçãos vos abençoe, meus filhos.

São os votos do servidor humílimo e paternal de sempre,

Bezerra

Franco, Divaldo Pereira. Ditado pelo Espírito Bezerra de Menezes. Revista Reformador de Abril de 2002. Nota: Texto revisto pelo Autor espiritual.. 

* * * Estude Kardec * * *