sexta-feira, 30 de março de 2012

Se eu tivesse...


Momento Espírita


Se eu tivesse falado do amor que sentia, se eu tivesse perdoado, aconselhado, se eu tivesse me calado...
Estas são afirmativas que costumam fazer parte dos nossos pensamentos em alguns momentos da vida.
Diante da perda de um ente querido ou no momento em que sabemos estar próxima a nossa partida para a Pátria Espiritual, a sensação de que se poderia ter feito muito mais, é causa de uma das grandes dores do ser humano.
Pensamos que poderíamos ter sido mais cuidadosos nos relacionamentos com os amigos e amores, ter nos doado mais ao próximo, realizado aquele sonho... ou simplesmente poderíamos ter amado mais.
O arrependimento pelo bem que não foi feito é doloroso.
Conveniente seria se vivêssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, não mais nos é possível fazê-lo.
Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por não termos as condições que julgamos ideais para cumpri-lo.
Dizemos a nós mesmos que não temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que não temos coragem ou disposição, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos saúde de menos.
Essas afirmativas apenas demonstram o nosso desânimo frente às situações que a vida nos apresenta.
Colocamo-nos facilmente na condição de depender de algo ou de alguém para agir, quando toda ação depende exclusivamente da nossa própria vontade.
*  *  *
Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa própria consciência nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.
Obstáculos sempre serão encontrados e dificuldades pessoais todos nós as temos pois fazem parte do estágio evolutivo em que nos encontramos.
Com coragem, paciência e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.
Quando nos mantemos ligados a Deus, sentindo-O em nosso íntimo, qualquer objetivo que nos propusermos a alcançar não nos parecerá distante e encontraremos a força necessária.
Seja a realização de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perdão a alguém que estimamos, se não tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.
Diante da história de nossas vidas, olhemos para trás para perceber o quanto já aprendemos, o quanto já crescemos.
E, no caso de constatar que não fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade que Deus nos concedeu para escolher os próprios caminhos, não deixemos o desânimo se instalar.
Sempre há uma boa lição a ser retirada das experiências vividas.
É hora de caminhar com fé e entusiasmo no coração. Hora de fazer renascer a esperança, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.
A coragem nos impulsiona a agir.
Vivamos com a sensação de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, não precisemos dizer para nós mesmos: Se eu tivesse...

Redação do Momento Espírita.
Em 28.03.2012.

Informativo Instituto Chico Xavier


"Fique por dentro das Notí­cias do Movimento Espí­rita por todo Brasil."
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A vida de Ramatis - A história de um grande Mestre Universalista


Grão de mostarda


Momento Espírita


Em uma parábola, Jesus afirma que o Reino dos Céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem semeou no seu campo.
Embora seja a menor das sementes, ao crescer se torna a maior das plantas e faz-se uma árvore, que abriga as aves do céu.
Como sempre acontece em se tratando de parábolas, são possíveis muitas interpretações.
Uma delas reside na necessidade de se prestar atenção em questões aparentemente ínfimas.
Raras pessoas costumam pensar com seriedade a respeito da vida e dos deveres que ela lhes apresenta.
Muitos homens, investidos de importantes responsabilidades, evidenciam paixões nefastas e destruidoras, seja no campo dos sentimentos, dos negócios, da família ou das relações sociais.
Por conta dessas paixões, oferecem tristes espetáculos de conduta indigna.
As mentes desequilibradas pela irreflexão encontram-se por toda parte.
Isso evidencia um descuido com as coisas mínimas.
O coração humano muitas vezes parece um campo abandonado.
Por falta de cuidado, nele crescem ervas daninhas que, com o tempo, produzem grandes tragédias.
Todo grave desequilíbrio surge lento na rota humana.
Embora a aparente sensatez, quem de repente comete uma baixeza pensou nela durante algum tempo.
Permitiu que a ideia má crescesse, empolgasse seu coração e finalmente tomasse conta de sua vida.
O homem nunca deve esperar colheitas milagrosas.
Ele precisa amanhar a terra de seu coração e cuidar do plantio.
A semente de mostarda constitui o pensamento, a palavra e o gesto.
Muitos falam bastante em humildade, mas nunca revelam um gesto de obediência.
Contudo, ninguém jamais realizará a bondade em si se não começar a ser bom nas ocasiões mais singelas.
Alguma coisa pequenina há de ser feita, antes de ser edificada uma obra grandiosa.
Extrai-se facilmente da mensagem de Jesus que o Reino de Deus está dentro de cada um.
Portanto, é no seu íntimo que o homem deve construí-lo.
É no interior que se desenvolve o trabalho da realização Divina.
A maior floresta do mundo começou de sementes minúsculas.
O mesmo se dá com o ser humano.
Se ele se permite pequenos pensamentos infelizes e gestos indignos, caminha para a vivência de graves males.
Entretanto, pode decidir cuidar das coisas pequenas, prestar atenção no que pensa, diz e faz em seu cotidiano.
Se cuidar das coisas pequenas, crescerá em força, paz e virtudes.
É preciso semear na própria vida os ínfimos grãos da gentileza, da conversa sadia e dos hábitos dignos.
Essa pequenina semeadura com o tempo se converterá na plenitude íntima de quem possui uma larga faixa de céu no coração.
Pense nisso.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 35 do livro Os
mensageiros, pelo Espírito André Luiz, psicografia de
Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.

Em 27.03.2012.

Deixar aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos

O Centro Espírita Kardecista No Caminho Da Luz vem apresentar as Questões Constantes no Livro dos Espíritos:

161 . Na morte violenta ou acidental, quando os órgãos ainda não se debilitaram pela idade ou pelas doenças, a separação da alma e a cessação da vida se verificam simultaneamente?

- Geralmente é assim, mas, em todos os casos, o instante que os separa é muito curto.


O Centro Espírita Kardecista No Caminho Da Luz vem apresentar O Evangelho Segundo o Espiritismo:

Deixar aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos

7. Disse a outro: Segue-me, e o outro respondeu: Senhor, consente que, primeiro, eu vá enterrar meu pai. Jesus lhe retrucou: Deixa aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos, quanto a ti, vai anunciar o reino de Deus. (S. LUCAS, cap. IX, vv. 59 e 60.)

8. Que p odem significar estas palavras: "Deixa aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos"? As considerações precedentes mostram, em primeiro lugar, que, nas circunstâncias em que foram proferidas, não podiam conter censura àquele que considerava um dever de piedade filial ir sepultar seu pai. Tem, no entanto, um sentido profundo, que só o conhecimento mais completo da vida espiritual podia tomar perceptível.

A vida espiritual é, com efeito, a verdadeira vida, é a vida normal do Espírito, sendolhe transitória e passageira a existência terrestre, espécie de morte, se comparada ao esplendor e à atividade da outra. O corpo não passa de simples vestimenta grosseira que temporariamente cobre o Espírito, verdadeiro grilhão que o prende à gleba terrena, do qual se sente ele feliz em libertar-se. O respeito que aos mortos se consagra não é a matéria que o inspira, é, pela lembrança, o Espírito ausente quem o infunde. Ele é análogo àquele que se vota aos objetos que lhe pertenceram , que ele tocou e que as pessoas que lhe são afeiçoadas guardam como relíquias. Era isso o que aquele homem não podia por si mesmo compreender. Jesus lho ensina, dizendo: Não te preocupes com o corpo, pensa antes no Espírito, vai ensinar o reino de Deus, vai dizer aos homens que a pátria deles não é a Terra, mas o céu, porquanto somente lá transcorre a verdadeira vida.

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PERDÃO E CONSCIÊNCIA


 
PERDÃO  E  CONSCIÊNCIA
Emmanuel
 
Em matéria de perdão, não olvides o tribunal interior, em que a consciência é sempre o juiz incorruptível de todos os nossos atos.
Os pesares que semeamos são pedras calcinantes a se voltarem sobre a nossa cabeça.
Toda ação na vida reage sobre si própria, em ondas de reação, tornando ao ponto central de origem.
Sem dúvida, que a morte ser-te-á entre os homens um fator de aparente liquidação de todos os débitos.
Tuas contas e ofensas aparecerão desculpadas pelos irmãos do caminho, no entanto, não por ti mesmo que lhes carrearás a sombra, onde fores, como alguém que amarra fardos de lodo e cinza ao imo do próprio ser.
As feridas que abriste nos companheiros serão por eles, quase sempre integralmente apagadas, entretanto, nas telas da mente surgirão por fantasmas de dor, vitalizadas pela memória que nos traça as lembranças felizes ou infortunadas do bem ou do mal a que nos afeiçoamos.
 
É desse modo que homicidas e delinqüentes, muitas vezes perdoados por suas vítimas, prosseguem depois do túmulo assaltados pelas imagens daqueles que lhes sofreram os golpes e os prejuízos, algemados ao remorso que se lhes erige nas almas em pelourinho de angústia e, pelo mesmo processo, os ingratos e desertores, olvidados na Terra, continuam, além, submetidos à aflição que lhes nasce dos pesadelos ocultos.
 
Não desprezes a oportunidade de  auxiliar sempre, exercitando a bondade e a tolerância, o amor e a compreensão, porque o mal, muitas vezes, transforma-se em paz e luz naqueles que o recebem e, invariavelmente, é sempre treva e dor naqueles que o praticam.
 
Do livro "Irmão", Emmanuel (Espírito), Francisco C. Xavier (psicografia)
NOTA: O link abaixo contém a relação de livros publicados por Chico Xavier e suas respectivas editoras:http://www.institutoandreluiz.org/chicoxavier_rel_livros.html
 

 
  CRÉDITOS:
Imagem: Fios com aves ("Suburban") de Yahoo
Cidade retirada de "Good Night City", by Liquid Stiller
Arte digital de Lori (Instituto André Luiz)
Música: "Le Lac de Comme"
 
Ao repassar/republicar, favor conservar os créditos.
Exclusivamente para uso não-comercial.
By passing on /republish, please keep the credits.
Exclusively for non-commercial use.

Um Colar Valioso


                           Um Colar Valioso
Usar, por alguns dias, a pulseira da mãe, era o sonho de consumo do pequeno Rick, de seis anos de idade.
Eles eram pobres e a pulseira não tinha muito valor, mas tanto o garoto insistiu que a mãe lhe entregou, mas recomendou que tomasse cuidado.
Rick colocou o cordão no pulso e se sentiu o homem mais feliz do bairro.
Jogava futebol com os amigos, de pulseira. Ia comprar pão, com a pulseira e na escola ele exibia sua preciosidade sempre que podia.
As semanas se passaram e, como sempre acontece com as crianças, um dia aconteceu com Rick. Uma distração e ele se deu conta de que havia deixado a pulseira em algum lugar.
Procurou por todos os cantos e... nada.
Ele estava sozinho em casa. A mãe estava no trabalho. Mas, e quando ela chegasse, como lhe contaria a tragédia?
Mil preocupações surgiram naquela cabeça infantil. E a mais cruel era a de ter perdido o que ele considerava ser o único tesouro da sua mãe.
Depois de muitas cogitações, ele tomou uma difícil decisão: iria embora de casa.
Jogou algumas roupas dentro da velha sacola e saiu porta afora.
Não foi muito longe e ouviu uma voz bem conhecida... Era o Sr. Severino, um velhinho bom que morava na vizinhança.
Ei, aonde você vai com essa trouxa nas costas, Rick?
Preocupar-se com os filhos alheios não é muito comum nos grandes centros mas, nos vilarejos de gente pobre, os vizinhos se importam uns com os outros.
Vou embora. Respondeu, cabisbaixo, o menino.
Mas a sua mãe não está em casa. É melhor você esperar que ela chegue, senão ela ficará aflita quando não o encontrar.
O garoto costumava ouvir os mais velhos, então voltou, é claro, na companhia do velho Severino.
Quando a mãe chegou já estava escuro. Mal entrou e já sentiu algo no ar, pois as mães sempre sentem quando tem alguma coisa errada com seus filhos.
O que houve, Sr. Severino? Perguntou logo.
Ele se aproximou e lhe falou baixinho o que havia acontecido. Ela, já em lágrimas, entrou no quarto, onde o pequeno Rick estava escondido e o abraçou com ternura.
Meu filho, você ia embora sem avisar a mãe?
Por que ia fazer isso, meu anjo?
Mãe, lembra daquela pulseira que você me emprestou e me pediu para ter cuidado?
Sim, disse a mãe!
Eu não sei como aconteceu, mas perdi, mãe.
Quando notei, eu procurei, procurei, mas não achei. Então fiquei com medo e com vergonha, e por isso eu ia embora de casa, pra não ver você triste.
Ora filho, eu ia ficar muito triste se você tivesse ido. Nunca mais pense nisso!
E a pulseira? Perguntou, mais aliviado.
Ah, meu anjo, aquela pulseira tinha pouco valor. Um dia, quem sabe, nós compremos outra.
Mãe, eu quero lhe dar um belo colar. Você sabe quanto custa um?
Não faço ideia, mas eu já tenho o colar mais valioso do mundo. E sabe qual é?
Não, mãe, eu nunca vi você de colar.
Pois bem, disse a mãe, puxando os bracinhos do filho e os envolvendo no pescoço.
Filho, o seu abraço é o colar mais valioso do mundo, para mim. E eu desejo tê-lo para sempre. Promete que nunca mais vai pensar em ir embora?
Rick sorriu, aliviado, e encheu o rosto da mãezinha de beijos.
* * *
Não há tesouro mais valioso do que os filhos.
Um filho é a prova da confiança de Deus aos pais.
Mas os filhos nem sempre sabem que são valiosos para seus pais. É preciso dizer isso a eles, sempre.
E você, já disse isso ao seu filho, hoje?

Redação do Momento Espírita.

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel


UM MOMENTO


 
Antes de negar-se aos apelos da caridade, medite um momento nas aflições dos outros.
Imagine você no lugar de quem sofre.
Observe os irmãos relegados aos padecimentos da rua e suponha-se constrangido a semelhante situação.
Repare o doente desamparado e considere que amanhã provavelmente seremos nós candidatos ao socorro na via pública.
Examine o ancião fatigado e reflita que, se a desencarnação não chegar em breve, não escapará você da velhice.
Contemple as crianças necessitadas, lembrando os próprios filhos.
Quando a ambulância deslize rente ao seu passo, conduzindo o enfermo anônimo, pondere que, talvez um parente nosso extremamente querido, se encontre a gemer dentro dela.
Escute pacientemente os companheiros entregues à sombra do grande infortúnio e recorde que em futuro próximo, é possível estejamos na travessia das mesmas dificuldades.
Fite a multidão dos ignorantes e fracos, cansados e infelizes, julgando-se entre eles e mentalize a gratidão que você sentiria perante a migalha de amor que alguém lhe ofertasse.
Pense um momento em tudo isso e você reconhecerá que a caridade para nós todos é simples obrigação.
 
(Obra: Mãos Marcadas - Chico Xavier/André Luiz)
 
 
******
  
A tarefa primordial do discípulo é, portanto, compreender o caráter transitório da existência carnal, consagrar-se ao Mestre como centro da vida e oferecer aos semelhantes os seus divinos benefícios. 
    
(Obra: Caminho, Verdade e Vida - Chico Xavier/Emmanuel)
 
 
******
 
AVE MARIA
Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus.
Santa Maria, Mãe de Jesus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

******

PAI NOSSO
Pai nosso que estais no Céu, santificado seja o Vosso Nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

JESUS

ESTUDO SOBRE PERISPÍRITO, DESDOBRAMENTO, OVÓIDES, CHACRAS, ETC


NO PLANO DO BEM

O Centro Espírita Kardecista No Caminho Da Luz vem apresentar artigos de Emmanuel psicografados por Chico Xavier extraidos do livro Palavras da Vida Eterna:



     163 - NO PLANO DO BEM



"...Trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom,
para que tenha que repartir com o que tiver necessidade".
- Paulo (EFÉSIOS, 4:28)
Acreditas na fraternidade e esperas que ela reine sobre as criaturas sem a imposição de
conflitos quaisquer.
Aspiras, como é natural, a viver num mundo sem rixa de classes.
Almejas a luz da nova era em que o homem seja espontaneamente o irmão do homem,
liquidando, sem exigênci a, as dificuldades um do outro.
Dói-te ao coração v er o supérfluo e a penúria, lado a lado, estimulando a loucura do
excesso e o martírio da fome.
Queres que a abastança suprima a carência.
Reclamas a melhoria do nível de vida, principalmente para os que choram em privação.
Para que o bem apareça, contudo, não aguardemos que semelhantes luzes venham
inicialmente dos outros. Comecemos de nós, sem demandar com alguém ou contra
alguém.
O apóstolo Paulo, nesse sentido, nos ofereceu, há quase dois milênios, indicação das
mais valiosas.
Cada um, diz ele, "trabalhe, fazendo com as mãos o que seja bom, para que tenha que
repartir com o que tiver necessidade".
Seja mos honestos e reconheçamos com a verdade que se nos consagrarmos ao serviço,
produzindo, de nós mesmos, o que seja proveitoso para o bem geral, cada um de nós terá
o que dividir a benefício dos outros, sem a mínima idéia de queixa e sem qualquer motivo
à rebelião.

atenciosamente 

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Dias e horários: (não é necessário agendar)
Atividade
Terça FeiraQuinta FeiraSábado
Tratamento Espiritual
20:00h
14:00h
09:30h
Tratamento Espiritual
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20:00h
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Evangelização Infantil
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Especial gratidão


Momento Espírita


A gratidão é um sentimento nobre. Somente almas de superior qualidade a externalizam.
Quase sempre, o bem que se recebe é esquecido, tão logo circunstâncias outras se apresentem.
Mas, aquele garotinho de quatro anos era mesmo um ser especial. Quando começou a passar mal, seus pais o levaram ao médico. Os sintomas de vômito, febre e dor na barriga foram diagnosticados como gastroenterite.
O diagnóstico errado conduziu o pequenino a uma cirurgia de emergência. Um apêndice perfurado causara um grande estrago interno. De tal forma que o médico optou por deixar a incisão aberta e dois drenos.
Todas as manhãs, o médico vinha verificar a incisão e fazer o curativo. O garotinho gritava feito louco durante essas visitas.
E começou a associar o médico com tudo de ruim que lhe estava acontecendo.
Durante uma semana, os drenos deixaram escorrer o veneno de dentro do seu corpo de apenas dezoito quilos.
A melhora se instalou e pai, mãe e filho se dispuseram a deixar o hospital. Já no elevador, com as portas começando a fechar, eles viram o médico correr em sua direção.
Um exame de sangue de última hora havia detectado uma queda radical na contagem de glóbulos brancos.
O menino retornou para a cirurgia para limpeza de novas bolsas de infecção no seu abdômen.
Finalmente, depois de vários dias de tratamento, muitos sustos para os pais, que viram a sombra da morte colocar suas cores no rosto do filho, eles foram para casa.
Agora, outro problema se apresentava: as contas a pagar. O pai ficara muito tempo afastado da atividade profissional, por conta da enfermidade do filho.
Havia contas domésticas, da empresa e, acrescidas, ademais, por enormes contas hospitalares. A primeira dessas era de trinta e quatro mil dólares.
Poderia ser um milhão, disse o pai. Tanto faz. Não tenho como levantar essa quantia.
Não podemos pagar isto agora, disse ele para a esposa.
Naquele exato momento, o filho veio da sala e surpreendeu o casal com uma estranha declaração. Ele ficou de pé na extremidade da mesa, colocou as mãos na cintura e falou:
Papai, Jesus usou o doutor para ajudar a me consertar. Você precisa pagar a ele.
Então, se virou e saiu. Marido e mulher se entreolharam. O que fora aquilo?
Ambos foram pegos de surpresa, de vez que o garoto entendera que o cirurgião era a fonte de todas as apalpadelas, cortes, espetadelas, drenagens e dores.
E o pai ficou a pensar como fora estranha aquela proclamação na cozinha. Afinal, quantas crianças de quatro anos analisam as angústias financeiras da família e exigem o pagamento para um credor?
E, principalmente, um credor de quem ele nunca gostou particularmente...
*   *   *
Os que ouvimos a história dessa família concluímos: o garoto estava agradecido e, na sua gratidão, não podia deixar de pedir que quem o salvara da morte, recebesse o seu justo pagamento.
Deixemo-nos contaminar por esse belo sentimento e recordemos se a alguém ou a vários alguéns não estamos devendo expressões de gratidão.
Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita, com base nos caps. Nove, dez e
onze, do livro O céu é de verdade, de Todd Burpo, com Lynn
Vincent, ed. Thomas Nelson Brasil.

Em 26.03.2012.

Conforto


Momento Espírita


 
Nos dias atuais, a ciência progride vertiginosamente no planeta.
No entanto, à medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as aflições da alma.
Nos países com padrão social mais elevado, impressiona o crescente número de suicídios.
Os jornais estão cheios de notícias maravilhosas quanto ao progresso material.
Segredos sublimes da natureza são surpreendidos nos domínios do mar, da terra e do ar.
Contudo, a estatística dos crimes humanos segue espantosa.
São frequentes as notícias sobre tragédias conjugais, traições e abandonos.
Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.
As criaturas se permitem tristes inquietações sexuais, sem atinar quanto a possíveis limites.
Ao muito se facultarem, no entanto, não se tornam mais pacíficas e felizes.
Ao contrário, sôfregas e inquietas, passam a imagem de uma imensa carência.
Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, físicas e psíquicas.
A rigor, o homem moderno não se mostra preparado para viver com conforto.
Ele a cada dia mais domina a paisagem exterior, mas não conhece a si mesmo.
Quando são atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as carências da alma.
O conforto humano tende a aumentar naturalmente.
Pouco a pouco, o homem disporá de mais tempo para si.
O trabalho se tornará cada vez mais intelectualizado e eficiente.
A democratização das informações também viabilizará o questionamento de antigas crenças e valores.
O problema reside em identificar o que convém, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.
Ressurge oportuna a reflexão de Paulo de Tarso, no sentido de que tudo nos é possível, mas nem tudo nos convém fazer.
Com horas livres e acesso à Internet, surge um mundo de possibilidades.
O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.
Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo calão e incentivar o ódio.
Contudo, na conformidade do que decidir viver, terá consequências inevitáveis.
Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz será.
Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, é o momento de decidir o que se viverá.
Não mais movido por convenções sociais, medo ou falta de opções.
Tudo é possível, mas convém fazer escolhas felizes e construtivas.
Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro há no mundo.
Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.
Pense nisso.
 
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 5, do livro Os mensageiros, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 23.03.2012.

Teu Recanto



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Teu Recanto


Livro: Encontro Marcado
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier




        Quando se te fale de paz e felicidade no mundo, reporta-te ao serviço que a vida te confiou.

        Efetivamente, não podes acionar alavancas que determinem tranqüilidade e ordem para milhões de pessoas; no entanto, é justo assegures a harmonia de teu recanto. Seja ele uma casa de vastas dimensões, um pequeno apartamento ou apenas um ângulo de quarto estreito, esse é o teu mundo pessoal que povoas mecanicamente com as tuas forças mentais consubstanciadas naquilo que sentes e sonhas. É razoável coloques nele o que possuas de melhor. A limpeza digna e os pensamentos nobres, os planos de ventura e os anseios de progresso. Aí conviverás com as meditações e as páginas que te levantem o espírito aos planos mais elevados e pronunciarás as palavras escolhidas do coração para ajudar e abençoar.

        Nessa faixa de espaço, recolherás as impressões menos felizes dos outros em torno da vida, de modo a reformulá-las sensatamente com o verbo otimista e edificante de que dispões, aperfeiçoando e abrilhantando as idéias e opiniões que te procurem a convivência.

        Embalsamarás esse lugar pequenino com as vibrações de tuas preces, nelas envolvendo os amigos e adversários, endereçando a cada um deles a tua mensagem de entendimento e concórdia, daí saindo, de sol a sol, a fim de espalhardes o melhor de ti mesmo, a benefício dos semelhantes, a começar do reto cumprimento das tuas obrigações.

        Toda vez que venhas a escutar comentários alarmantes, acerca das convulsões da Terra ou dos problemas cruciantes da Humanidade, reporta-te ao teu recanto e recomeça nela, cada dia, o serviço do bem.

        Todos possuímos situação particular, perante a Providência Divina, tanto quanto possuímos exato lugar à frente do Sol.

        Considera a importância da tarefa em tuas mãos para o engrandecimento da vida. Tudo o que existe de grande e belo, bom e útil, vem originariamente do Criador por intermédio de alguma criatura, em alguma parte. Examina o que sentes, pensas e fazes, no lugar em que vives.

        Teu recanto - tua presença.

        Onde estiveres, estás produzindo algo, diante do próximo e diante de Deus.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/teu-recanto/#ixzz1qbyJcDcV

Tudo Novo



"Assim é que, se alguém está. em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." - Paulo. (2ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, capítulo 5, versículo 17.)
É muito comum observarmos crentes inquietos, utilizando recursos sagrados da oração para que se perpetuem situações injustificáveis tão-só por que envolvem certas vantagens imediatas para suas preocupações egoísticas.

Semelhante atitude mental constitui resolução muito grave.

Cristo ensinou a paciência e a tolerância, mas nunca determinou que seus discípulos estabelecessem acordo com os erros que infelicitam o mundo. Em face dessa decisão, foi à cruz e legou o último testemunho de não-violência, mas também de não-acomodação com as trevas em que se compraz a maioria das criaturas.

Não se engane o crente acerca do caminho que lhe compete.

Em Cristo tudo deve ser renovado, O passado delituoso estará morto, as situações de dúvida terão chegado ao fim, as velhas cogitações do homem car nal darão lugar a vida nova em espírito, onde tudo signifique sadia reconstrução para o futuro eterno.

É contra-senso valer-se do nome de Jesus para tentar a continuação de antigos erros.

Quando notarmos a presença de um crente de boa palavra, mas sem o íntimo renovado, dirigindo-se ao Mestre como um prisioneiro carregado de cadeias, estejamos certos de que esse irmão pode estar à porta do Cristo, pela sinceridade das intenções; no entanto, não conseguiu, ainda, a penetração no santuário de seu amor.

XAVIER, Francisco Cândido. Caminho, Verdade e Vida. Pelo Espírito Emmanuel. 28.ed. Brasília: FEB, 2009. Capítulo 7. 

* * * Estude Kardec * * *

ZÍBIA GASPARETTO – BIOGRAFIA


Novo post em Blog do Dirceu Rabelo

ZÍBIA GASPARETTO – BIOGRAFIA

by Dirceu Rabelo

ZÍBIA GASPARETTO - BIOGRAFIA

Zíbia Alencastro Gasparetto é uma escritora espiritualista brasileira que se notabilizou como médium. Nasceu em Campinas em 29 de julho de 1926.
De ascendência italiana, casou-se, aos vinte anos de idade, com Aldo Luiz Gasparetto, com que teve quatro filhos, entre os quais o apresentador de televisão Luiz Antonio Gasparetto.
Zíbia conta que, em 1950, já mãe de dois filhos, teria acordado certa noite com um formigamento no corpo. Em seguida, teria se levantado e passado a andar pela casa como um homem, falando em alemãoidioma que desconhecia. O marido, surpreendido e assustado, recorreu ao auxílio de uma vizinha, que, ao chegar à residência da família, teria feito uma oração capaz de restabelecer Zíbia. No dia seguinte, Aldo Luiz dirigiu-se a uma livraria, onde adquiriu O Livro dos Espíritos. Juntos, teriam começado a estudar a Doutrina Espírita.
Aldo Luiz começou a freqüentar as reuniões públicas da Federação Espírita do Estado de São Paulo, mas Zíbia não tinha como acompanhá-lo, pois não tinha com quem deixar as crianças. Semanalmente, entretanto, faziam juntos um estudo no lar, período em que a médium diz que principiou a sensação de uma dor forte no braço direito, do cotovelo até a mão, que se mexia de um lado para o outro, sem que ela pudesse controlá-lo. Aldo Luiz colocou-lhe um lápis e papel à frente. Tomando-os, Zíbia teria começado a escrever rapidamente. Ao longo de alguns anos, uma vez por semana, foi psicografando desse modo o seu primeiro romanceO Amor Venceu, assinado pela entidade denominada Lucius.
Quando datilografado e pronto, a médium encaminhou o trabalho a um professor de História da USP, que, à época, dirigia um grupo de estudos na Federação Espírita. Mas, só quinze dias mais tarde veio a resposta, na forma de aviso sobre a escolha da obra para ser publicada pela Editora LAKE.
Atualmente, a médium diz escrever pelo computador, quatro vezes por semana, em cada dia uma obra diferente: consciente, declara ouvir uma voz ditando-lhe as palavras do texto.
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