segunda-feira, 14 de maio de 2012

Um mundo invisível aos olhos


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Um mundo invisível aos olhos



Quando perguntado a respeito de quem é você, ter um nome ou qualquer que seja a palavra como resposta, o deixa satisfeito? Este é um ponto crucial no nosso encontro, pois é indispensável que – para encontrar a si mesmo – possamos ir além das palavras. 

Se você acredita que é o “Antônio” e o seu vizinho acredita que ele é o “João”, qual a chance de irmos em frente? Se você acredita que é uma mulher e o seu companheiro acredita que é um homem, de que maneira poderemos explorar aquilo que é invisível aos olhos?

As pessoas estão preocupadas e engajadas em conquistar “um mundo melhor”, mas pergunto: qual a chance de termos um mundo melhor sem romper esses conceitos que nos apreendem no mundo em que vivemos hoje? 

Essa “moda” de lutar por um mundo melhor só tem conseguido ampliar o grau de competição – agora tem os que destroem o mundo e os que querem melhorá-lo. De que lado você está? Onde você se encontra verdadeiramente? 

Antes de querer mudar o mundo ou a si mesmo, investigue primariamente quem é esse “eu” que está sonhando em fazer alguma coisa? Encontre um ponto onde não haja nem pior nem melhor, onde nada precise acontecer. O mundo não está nem pior nem melhor do que ele deveria estar.

Há um “ambiente” para o qual você pode se mudar e que sempre o acolhe do jeito que você é – sem nenhuma referência de nomes, sexo ou idade. Alguns chamam este “ambiente” de Paz, e os que já se engajaram em encontrá-lo, descobriram que ele está Dentro. 

Se você precisa mesmo se envolver em algum movimento, vá para Dentro!



Por: Satya Prem


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