sábado, 30 de junho de 2012

Casa Espiritual


Casa Espiritual


"Vós, também, como pedras vivas, sois edificados
casa espiritual." - Pedro.
(I Pedro, 2:5.)



Cada homem é uma casa espiritual que deve estar, por deliberação e esforço do morador, em contínua modificação para melhor.

Valendo-nos do símbolo, recordamos que existem casas ao abandono, caminhando para a ruína, e outras que se revelam sufocadas pela hera entrelaçada ou transformadas em redutos de seres traiçoeiros e venenosos da sombra; aparecem, de quando em quando, edificações relaxadas, cujos inquilinos jamais se animam a remover o lixo desprezível e observam-se as moradias fantasiosas, que ostentam facha da soberba com indisfarçável desorganização interior, tanto quanto as que se encontram penhoradas por hipotecas de grande vulto, sendo justo acrescentar que são raras as residências completamente livres, em constante renovação para melhor.

O aprendiz do Evangelho precisa, pois, refletir nas palavras de Simão Pedro, porque a lição de Jesus não deve ser tomada apenas como carícia embaladora e, sim, por material de construção e reconstrução da reforma integral da casa íntima.

Muita vez, é imprescindível que os alicerces de nosso santuário interior sejam abalados e renovados.

Cristo não é somente uma figuração filosófica ou religiosa nos altiplanos do pensamento universal. É também o restaurador da casa espiritual dos homens.

O cristão sem reforma interna dispõe apenas das plantas do serviço. O discípulo sincero, porém, é o trabalhador devotado que atinge a luz do Senhor, não em benefício de Jesus, mas, sobretudo, em favor de si mesmo.




(pelo Espírito Emmanuel)
Livro: Vinha de Luz, de Francisco C. Xavier


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Contar as Bênçãos


Contar as Bênçãos



A natureza, caprichosa artesã, jamais repete um alvorecer ou um pôr de sol.

A cada amanhecer o céu se veste com cores e tons diferentes.

Há manhãs de sol e de muita luz, que nos convidam a despertar sorrindo.

Há manhãs cinzentas, em que nuvens escuras e densas cobrem sem piedade os raios dourados do sol.

Há tardes em que o poente assume cores que nem mesmo os mais criativos pintores jamais arriscaram usar em seus trabalhos.

Há poentes em que a garoa fina domina a paisagem, ocultando, em meio à bruma, até mesmo as árvores mais próximas.

Há noites sem luar, quando as sombras invadem nosso olhar e as estrelas distantes parecem senhoras de um brilho ainda mais intenso.

Há dias de sol e há dias de chuva.

Assim também são os momentos de nossas vidas.

Nenhum minuto repete minutos anteriores.

Nenhum dia é igual a outro que já vivemos, tampouco será idêntico a algum que ainda vamos viver.

A vida é feita de experiências únicas que, somadas, criam o arcabouço de nossa história.

Há momentos de alegria e momentos de dor.

Há conquistas que nos felicitam.

Há perdas que nos dilaceram.

Tudo que vivemos e aprendemos integra nossas existências e forma o ser que somos ou que um dia seremos.

É evidente que nem todos os momentos são fáceis.

Há dificuldades que nos parecem intransponíveis e dores infinitas.

Nesses momentos o desalento deita sobre nós o peso do sofrimento e da angústia.

Curvamo-nos, incapazes de olhar o horizonte, e só vislumbramos as pedras do caminho.

Não somos capazes de perceber a luz do sol que brilha acima das nuvens.

Tampouco notamos a beleza das flores que emolduram a nossa estrada.

Nessas ocasiões, lembremo-nos de contar as bênçãos recebidas.

Enumeremos as dádivas que iluminam nossos dias.

São tantas!

O corpo físico, instrumento bendito que nos possibilita mais essa jornada terrestre; a família, composta por amores do passado e do presente, oportunizando-nos reconciliação e crescimento conjunto; os amigos, presenças que nos fortalecem e animam nas mais variadas situações; o trabalho, fonte de recursos materiais a sustentar-nos e engrandecer-nos; a mensagem do Cristo, guiando nossos passos por trilhas de luz, consolando-nos sempre; a natureza exuberante, prova inequívoca da existência e da presença de Deus em nossos dias.



*   *   *


Não deixe que as adversidades ocultem dos seus olhos as bênçãos que a vida lhe concede.

Se a saúde lhe falta, se os amores se afastaram ou se os recursos materiais se mostram escassos, não se entregue ao desespero.

São apenas dias de chuva a preceder manhãs de sol.

São situações passageiras e necessárias para o aprendizado do Espírito.

Valorize o que de bom você já conquistou.

As verdadeiras riquezas não são consumíveis pelo tempo, nem podem ser corroídas pela inveja alheia.

Ao contrário, elas integram e integrarão, para sempre, a essência de cada ser, completando-o.

Conte as bênçãos que já lhe chegaram às mãos e que hão de fazer eternamente parte da sua existência imortal.

Levante os olhos, seque as lágrimas e prossiga sempre. 




Momento Espírita


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A Lenda dos Milagres de Amor



A família chegara à floresta para fixar residência, fazia poucos dias.

Os ventos bons da primavera trouxeram o perfume das flores e das árvores - tílias, rönn, bétulas - o canto dos passáros e as mil vozes da natureza para saudarem os novos habitantes.

Havia festa de cor e de alegria que se exteriorizava em toda parte, bailando no ar.

Extasiado, o casal, à porta de entrada da choupana, bendizia a vida, agradecendo essas belas homenagens. Menos o filhinho único de seis anos, que tinha o olhar distante e melancólico.

Neste momento de alegria, saiu do bosque, risonho, um troll (duende), que se aproximou dos recém-chegados e pediu licença para fazer parte do grupo familiar.

Vendo-o, assustaram-se os adultos, que o expulsaram com insultos, dizendo-lhe:

- Como se atreve a vir importunar-nos, esse velho de grandes orelhas e disforme nariz, feio de rosto com rabo eriçado e tão pequeno de estatura, que é insignificante! ?

Procurando sorrir, ele explicou: 

- Eu sou um small troll (gentil duende) e desejo ser útil. Eu sei amar; porém, ninguém me ama. Por favor, deixem-me entrar e ficar com vocês. Eu vivo muito só. 

Com azedume, os adultos exigiram-lhe que não os importunasse mais e se fosse dali, imediatamente. 

O troll fitou, então, o menino melancólico, que o olhava com simpatia, e sorriu-lhe. Por um momento a criança não reagiu, mas logo depois, corando, retribuiu-lhe o sorriso. 

A partir dali, diariamente, o troll retornava e brincava com a criança, para desagrado dos pais, que o toleravam somente porque perceberam a suave mudança que se foi operando na face pálida e triste do filhinho. Ele agora sorria e falava, corria e cantava as músicas que o troll lhe ensinava. 

O novo amigo falou-lhe, então, dos encantos da floresta, dos animais, das águas, dos ventos, das árvores, das folhas, das flores e dos frutos. Apresentou-o às fadas e aos elfos, aos gênios e aos gnomos...

Conforme se passava os dias, o troll foi tendo diminuído o rabo eriçado, as grandes orelhas, o enorme nariz, assumindo uma forma grácil e terminando por torna-se um lindo jovem, que se incorporou à família.

O amor recíproco, entre o troll e a criança, operou os milagres de tornar a criança feliz e o troll um belo e ditoso jovem.

Pelo Espírito Selma LargerlöfFRANCO, Divaldo Pereira. Sob a Proteção de Deus. Espíritos Diversos. LEAL. Selma Largerlöf é uma das maiores escritoras da Suécia. Embora não existam trolls no folclore brasileiro, estes seres elementais aparecem sob outras designações como saci-pererê, o negrinho do patoreio, boitatá e outros tantos. 

* * * Estude Kardec * * *

Um Braço Amigo


Um Braço Amigo
Aquela era uma noite como outra qualquer para aquele moço que voltava para casa pelo mesmo roteiro de sempre, há três anos.
Ele seguia tateando com sua bengala para identificar os acidentes do caminho, que eram seus pontos de referência, como todo deficiente visual.
Mas, naquela noite, uma mudança significativa havia acontecido no seu caminho: um pequeno arbusto, que lhe servia de ponto de referência e estava ali pela manhã, fora arrancado.
A rua estava deserta e ele não conseguia mais encontrar o rumo de casa. Andou por algum tempo, e percebeu que havia se afastado bastante da sua rota, pois verificou que estava numa ponte sobre o rio que separa a sua cidade da cidade vizinha.
Era preciso encontrar o caminho de volta. Mas como, sem o auxílio da visão?
Começou a tatear com sua bengala, quando uma voz trêmula de mulher lhe indagou:
- O senhor está encontrando alguma dificuldade?
- Acho que me perdi, respondeu o rapaz.
- Foi o que pensei, comentou a mulher.
- Quer que o acompanhe a algum lugar?
O rapaz lhe deu o endereço e ela, oferecendo-lhe o braço, o conduziu até à porta de casa.
- Não sei como lhe agradecer, falou o moço.
- Eu é que lhe devo um sincero agradecimento, respondeu ela, já com voz firme.
- Não compreendo, retrucou o rapaz.
E a jovem senhora então explicou:
- Há uma semana meu marido me abandonou. Eu estava naquela ponte para me suicidar, pois geralmente àquela hora está deserta. Aí encontrei o senhor tateando sem rumo e mudei de idéia.
A mulher disse boa noite, agradeceu mais uma vez, e desapareceu na rua deserta.

***

Também, em nossas vidas, talvez tenhamos passado por experiências semelhantes à das personagens dessa história.
Quantas vezes já não sentimos vontade de sumir, de pôr um fim ao sofrimento que nos visita e um braço amigo nos sustentou antes da queda.
Ou, quiçá, já tenhamos nos sentido perdido, sem rumo, sem esperança, e uma voz se fez ouvir e nos indicou uma saída.
Quem já não se sentiu numa situação assim, vivendo ora como o socorro que chega, ora como o socorrido?
Tudo isso nos dá a certeza de que nunca estamos sós.
Alguém invisível vela por nós e nos oferece um braço amigo nas horas de desespero. Ou, então, inspira-nos a oferecer nosso apoio a alguém que está à beira do abismo.
A esse alguém é que alguns chamam anjo da guarda e outros de espíritos protetores. Não importa o nome que lhes demos, importa é que seguem conosco vida afora, sem cansaço.
Pense nisso!
Você costuma olhar ao seu redor, no seu dia-a-dia?
Costuma prestar atenção naqueles que seguem com você pelo mesmo caminho?
Se já tem o hábito e a sensibilidade de se importar com os semelhantes, talvez tenha sido um anjo desses a alguém em desespero.
E se ainda não havia pensado nisso, pense agora. E comece a ser um braço amigo sempre disposto a conduzir alguém com segurança.
Redação do Momento Espírita

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel


Informativo Instituto Chico Xavier





sexta-feira, 29 de junho de 2012

Pegadas na Areia


Pegadas na Areia
Esta noite eu tive um sonho.
Sonhei que caminhava pela praia, acompanhado do Senhor,
e que na tela da noite estavam sendo retratados os meus dias.
Olhei para traz e vi que cada dia que passava no filme da minha
vida, surgiam pegadas na areia, uma minha e outra do Senhor.
Assim continuamos andando, até que todos os meus dias se acabaram.
Então parei e olhei para traz.
Reparei...
Em certos lugares havia apenas uma pegada e esses lugares
coincidiam justamente com os dias mais difíceis da minha vida,
os dias de maior angústia, de maior medo de maior dor...

Perguntei então ao Senhor:

" Senhor, tu me disseste que estarias comigo todos os dias da
minha vida e eu aceitei viver contigo mas, por que tu me deixaste
nos piores dias de minha vida ? "

E o Senhor respondeu:

" Meu filho eu te amo.
Eu disse que estaria contigo por toda a tua caminhada e que não
te deixaria um minuto sequer, e não te deixei...
Os dias que tu viste apenas uma pegada na areia,
foram os dias que te carreguei... "

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel


A DOUTRINA ESPÍRITA E AS CHAMADAS CIÊNCIAS ORDINÁRIAS


 
As fronteiras de contato entre a Doutrina Espírita e as chamadas ciências ordinárias são compreensivelmente amplas, a demonstrar a existência de um enorme potencial para trabalhos futuros. Entendemos, porém, que o Espiritismo guarda uma firme independência em relação a interpretações desta ou daquelas teorias em voga, em parte porque os rumos que as ciências tomam estão constantemente a se alterar, seja diante de novos fatos experimentais ou da proposição de novas teorias. O Codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec, com admirável sabedoria – mesmo para os dias de hoje – soube muito bem separar a Doutrina Espírita do estado do conhecimento científico de sua época. Tivesse ele tomado o caminho inverso, de há muito o Espiritismo teria sucumbido.
 
O Espiritismo trata em sua essência do elemento espiritual. É seu objetivo fornecer a nós, Espíritos encarnados em diferentes graus de entendimento, uma visão suficientemente coesa da vida além túmulo para que possa sustentar os objetivos maiores da Doutrina que é a reforma – ainda que tardia – do espírito humano em suas manifestações morais. O Espiritismo parece ter sido feito para os que não se satisfazem com explicações sustentadas em autoridade ou tradição religiosa. Mas para os que entendem a essência do pensamento espírita, essa visão certamente é imperfeita, na medida que virá a ser completada ou suprimida em futuro que hoje ninguém poderia precisar com certeza absoluta, da mesma forma que as descrições da ciência são revistas quase que a cada minuto.
 
O debate que se pode estabelecer entre disciplinas com objetivos diferentes como é o caso do Espiritismo e da Física, por exemplo, deve acontecer sempre tendo-se em mente que apenas marginalmente seremos capazes de manipular os conceitos fundamentais em ambos os lados. Do nosso ponto de vista esse debate satisfaz mais ao intelecto, que se acostumou – porque foi treinado na área – a lidar com idéias e jeito de pensar das ciências ordinárias, onde tais conceitos tem alto grau de flexibilidade.
 
Preocupa-nos porém a utilidade desse debate para os que não tem esse treinamento. Nesse caso, como soarão em seus ouvidos a descrição dessas extrapolações ou novas interpretações? Parecem ecoar muito mais absolutas, por isso mesmo despertando vivo interesse que, as vezes, torna-se exagerado e contraproducente. Por isso que, nós no Conselho Editorial do GEAE, procuramos ter o cuidado de revisar com os autores a exposição dessas idéias não com o objetivo de censurar, mas muito mais seguindo os moldes das revistas científicas onde as idéias – antes de serem publicadas – passam por um processo de revisão (as vezes muito lento) que pode inclusive concluir pela impossibilidade de publicar o texto nos Boletins.

Essa revisão, necessariamente, leva em conta nossa linha editorial, como exposta no 
FAQ do grupo, que se preocupa principalmente com a necessidade de promovermos o estudo fraterno da Doutrina sem entrarmos em polêmicas improdutivas ou cairmos em disputas pessoais.
 
Gostaríamos assim de sugerir a todos os autores que se propõem a escrever sobre a relação Espiritismo X Ciência que atentem principalmente para os objetivos de seus trabalhos, assim como para o impacto que terão frente ao público que não está familiarizado com a terminologia técnica e com a flexibilidade das concepções científicas como discutimos acima. Pedimos que – tanto quanto possível -  tais textos sejam escritos em linguagem acessível, pedagógica, que tenham um foco e que sejam plenamente embasados na concepção maior de que as ciências ordinárias estudam o princípio material, enquanto que o Espiritismo trata do princípio espiritual. Que procurem chamar a atenção para a a alta dependência das idéias científicas de suas teorias e que guardem zelo pela Doutrina – como a única que temos haja vista não existirem provas de que ela hoje tenha que ser suplantada por uma outra.

Muita paz,
 
Ademir L. Xavier Jr
 
 
Publicado originalmente no Boletim GEAE - Grupo de Estudos Avançados Espíritas
Ano 12 - Número 466 - 25 de novembro de 2003
http://www.geae.inf.br
 
* * *
 
 
 
 
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CORAÇÕES DISTANTES



Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
“Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?”
“Gritamos porque perdemos a calma” disse um deles.
“Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?” Questionou novamente o pensador.
“Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça”, retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar: “Então não é possível falar-lhe em voz baixa?”
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
“Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?
Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.”
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
Pense nisso!
Quando você for discutir com alguém, lembre-se que o coração não deve tomar parte nisso.
Se a pessoa com quem discutimos não concorda com nossas idéias, não é motivo para gostar menos dela ou nos distanciar, ainda que por instantes.
Quando pretendemos encontrar soluções para as desavenças, falemos num tom de voz que nos permita uma aproximação cada vez maior, como a dizer para a outra pessoa: “Eu não concordo com suas idéias ou opiniões, mas isso não me faz gostar menos de você.”
Pense nisso!
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em ensinamento atribuído ao pensador indiano, Meher Baba.

Filho Meu




REDE AMIGO ESPÍRITA

EU, MELHOR


 
Qual foi a experiência de vida que transformou você em alguém melhor?
 
Esta foi a pergunta feita pela redação de uma revista de circulação nacional, aos seus leitores.
 
A questão gerou uma matéria muito inspirada, intitulada Eu, melhor, apresentando diversos relatos de pessoas e acontecimentos que as transformaram.
 
Encontros, desencontros, doenças, surpresas. Diversos tipos de experiências foram narradas e, ao final de cada relato havia uma pessoa agradecida e melhor.
 
Uma delas, ainda muito jovem, lembra o dia em que o pai recebeu o diagnóstico de câncer e veio contar à família.
 
Pediu que não ficassem tristes pois, caso não conseguisse a cura, aproveitaria mesmo assim a oportunidade para se transformar em alguém melhor.
 
O homem buscou perdão e reconciliação com familiares. Um dia, ao ouvir de alguém a expressão doença maldita, rebateu dizendo: Para mim, ela é bendita!
 
Dois meses depois ele morreu. A filha, emocionada, afirma que não só ele se transformou em alguém melhor, mas mudou para melhor a vida de todos ao seu redor.
 
Seu exemplo é lembrado até hoje e sua conduta sempre será referência para aquele núcleo familiar.
 
* * *
 
A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece alguém que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas direções.
 
Às vezes, é uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.
 
É a soma de eventos assim, belos e gratuitos, que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.
 
Pode ser uma soneca no ônibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.
 
O que importa é olhar para essas experiências e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.
 
Sem pedir nada em troca, são pequenas graças plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.
 
Então, quando olhamos para trás e enxergamos o caminho percorrido, só nos resta agradecer, do fundo do coração, à vida, que nos faz uma versão melhor de nós mesmos.
 
* * *
 
Todas as forças da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevitável. Progresso da alma, que vai se tornando mais sensível, mais amorosa, mais madura.
 
Progresso também da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decisões com mais segurança.
 
Aproveite esses momentos de reflexão, onde você estiver, para lembrar que experiências fizeram de você alguém melhor, e se você soube ou está sabendo aprender com os acontecimentos da vida.
 
Todos eles, julgados como bons ou maus por nós, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Espírito aprendiz.
 
Qual foi a experiência de vida que transformou você em alguém melhor?
 
Redação do Momento Espírita com base em matéria da revista Sorria nº 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li, Jéssica Martineli, Karina Sérgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola, Tissiane Vicentin e Valéria Mendonça.
 
Em 27.6.2012
 
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Pessoas Inamistosas


Pessoas Inamistosas




Estão em toda parte.

Multiplicam-se com facilidade, quais cogumelos em clima próprio.

Surgem de forma inesperada nos mais diversos lugares.

Enxameiam no lar, no trabalho, no grupo social, nas ruas do mundo.

Criam embaraços, quando poderiam facilitar as ocorrências.

Separam os indivíduos, ao invés de os unir.

Promovem guerras surdas e declaradas.

São pertinazes e parecem invencíveis.

Mudam de postura e de situação, permanecendo com os mesmos vis objetivos.

Instalam a insegurança emocional entre aqueles que os cercam.

Referimo-nos às pessoas inamistosas, que preferem tornar-se adversárias, gratuitas ou não. Aliás, nunca há motivo para que alguém se torne inimigo de outrem.

Vige esta situação, em face da psicosfera reinante entre os homens, ainda imperfeitos.

Embora o convite da vida à saúde e ao bem, um grande número dessas pessoas prefere a odiosidade, porque estão indispostas contra si mesmas.

Enfermaram intimamente e não o perceberam.

Extravasam o mal-estar que as atormenta, agredindo, gerando antipatia, projetando sombra, perturbando os demais e perturbando-se.





Não lhes ofereças o combustível do teu sofrimento, deixando-as atingir-te.

Desliga-te, mentalmente, da vibração negativa com que te envolvem, e, mediante uma ação serena de amor, revida às suas ondas mentais com os teus pensamentos cordiais e de compaixão.

Elas sofrem e desejam que todos participem da sua aflição.

Ignoram as admiráveis possibilidades que têm à disposição para a própria saúde e a felicidade pessoal.

Enlouqueceram, vitimadas pela ignorância, pelo egoísmo, pela inveja, pelo ciúme...

Não te cabe sintonizar com elas.

Ninguém lhes escapa à sanha, que termina por envolvê-las umas contra as outras.





Sê, tu, a pessoa amistosa para com todos.

A tua simpatia gera afeição e, a ti, faz muito bem.

Diante dos reacionários, dos que desejam tornar-se teus inimigos - pessoas inamistosas - silencia e passa.

Jesus, que é um Ser perfeito, pregando e vivendo o amor, não lhes ficou indene à perseguição e ao desafeto; entretanto, mesmo assim, não as amou menos, ensinando-nos como agir diante delas e das circunstâncias difíceis que criam.





(pelo Espírito de Joanna de Ângelis)
Livro: Momentos de Harmonia, por Divaldo Franco


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Parábola do Semeador



Um semeador, como fazia todos os dias, saiu de casa e se dirigiu ao seu campo para nele semear os grãos de trigo que possuía, honrando a Deus com seu trabalho honesto.

Começou a semeadura. Enquanto lançava as sementes ao campo, algumas caíram no caminho, na pequena estrada que ficava no meio da seara. Você sabe que os passarinhos costumam acompanhar os semeadores ao campo, para comer as sementes que caem ao chão? Pois, isso aconteceu em nossa história. Alguns grãos caíram à beira da estrada, e os passarinhos, rápidos, desceram e os comeram.

O semeador, porém, continuou semeando. Outras sementes caíram num lugar pedregoso. Havia ali muitas pedras e pouca terra. As sementes nasceram logo naquele solo, que não era profundo. O trigo cresceu depressa, mas, vindo o sol forte, foi queimado; e como suas raízes não cresceram por causa das pedras, murchou e morreu.

Outros grãos caíram num pedaço do campo onde havia muitos espinheiros. Quando o trigo cresceu, foi sufocado pelos espinhos e também morreu.

Uma última parte das sementes caiu numa terra boa e preparada, longe dos pedregulhos e das sarças. E o trigo ali semeado deu uma colheita farta. Cada grão produziu outros cem, outros sessenta outros trinta...

*

O próprio Jesus explicou a Seus discípulos a Parábola do Semeador.

As nossas almas, filhinho, são comparáveis aos quatro terrenos da história: "o terreno do caminho", "o solo cheio de pedras", "a terra cheia de espinheiros" e "o terreno lavrado e bom".

Jesus é o Divino Semeador. A semente é a Sua Palavra de bondade e de sabedoria. E os diversos terrenos são os nossos corações, os nossos espíritos, onde Ele semeia Seus ensinamentos, cheio de bondade para conosco. 

E como procedemos para com Jesus? Como respondemos à Sua bondade? O modo como damos resposta ao amor cuidadoso do Divino Mestre é que nos classifica espiritualmente, isto é, mostra que espécie de terreno existe em nossa alma. Cada coração humano é uma espécie de terra, um dos quatro solos da parábola.

Vejamos, então, filhinho:

Quando alguém ouve a palavra do Evangelho e não procura compreendê-la, nem lhe dá valor, aparecem as forças do mal (os Espíritos maldosos, desencarnados ou encarnados) e arrebatam o que foi semeado no seu coração, tais como os passarinhos comeram as sementes... E sabe de que modo? Fazendo com que a alma esqueça o que ouviu, dando outros pensamentos à pessoa, fazendo com que ela se desinteresse das coisas espirituais. E a alma fica indiferente aos ensinamentos divinos. O coração dessa pessoa é semelhante ao "terreno do caminho", onde a semente não chegou a penetrar. Um exemplo desse terreno é a criança que não presta atenção às aulas de Evangelho, ficando distraída durante as explicações. Ou ainda, a criança que não gosta de ler os livrinhos que ensinam o caminho de Jesus...

E o segundo terreno, o pedregoso?

Esse terreno é a imagem da pessoa que recebe os ensinos de Jesus com muita alegria. São exemplos as pessoas entusiasmadas com o serviço cristão, ou as crianças animadas nas escolas de Evangelho, mas cuja animação dura pouco. Quando surgem as zombarias, as perseguições ou os sofrimentos, a alma, que é inconstante, abandona o caminho do Evangelho. Um exemplo para você, filhinho: uma criança está freqüentando as aulas de Moral Cristã numa Escola Espírita. Está aprendendo os mandamentos Divinos, os ensinos de Cristo, o caminho do bem, da pureza, da honestidade. Está muito contente com o que está estudando. Sente-se animada e feliz. Um dia, aparece um colega do colégio ou da vizinhança, dizendo que o "Espiritismo é obra do demônio", que "os que freqüentam aulas de Evangelho nas escolas Espíritas ficam loucos e vão para o inferno". E zombam dele sempre que o encontra e lhe põe apelidos humilhantes. O nosso amiguinho não tem ainda firmeza de fé. Tem medo das zombarias dos colegas e dos
vizinhos, que dizem que "somente sua religião é verdadeira" e lhe mandam "receber espíritos na rua . Amedrontado pela perseguição e pelos motejos, o nosso irmãozinho deixa a Escola de Evangelho, onde estava começando a compreender a beleza do ensino de Jesus e as bênçãos do Espiritismo Cristão. Esse menino tinha o coração semelhante ao "terreno cheio de pedras", onde a planta da verdade não pôde crescer e frutificar.

O terceiro solo é a "terra cheia de espinheiros" . É o caso das pessoas que recebem a palavra do Evangelho, mas, depois abandonam o caminho cristão por causa das grandezas falsas do mundo e da sedução das riquezas. Ouviram o Evangelho, mas se interessaram mais pelos negócios, pelos lucros, pelas vaidades da vida, pelo cuidado exclusivo das coisas da terra. Há também, no mundo das crianças, exemplos desse terreno. São as crianças que conheceram, às vezes desde pequeninas, os ensinos de Jesus, mas, depois de crescidas, preferiram os maus companheiros, as crianças sem Deus, e passaram a interessar-se somente pelos problemas de dinheiro ou de moda, pelos ídolos do cinema ou do futebol. Não querem mais nem Jesus, nem lições de Evangelho. Só pensam em automóveis de luxo, sonham com caminhões, imaginam-se ricos "quando crescerem".. . A princípio, sabiam repartir com os pobres o seu dinheirinho, porém, agora só pensam em juntá-lo: a caridade morreu nos seus corações. O mundo, com suas
riquezas falsas (que terminam com a morte), seduziu suas almas e sufocou a plantinha de Deus em seus espíritos. Trocaram Jesus pelos sonhos e ambições de carros de luxo, de figurinos, de roupas elegantes, de campos de esporte, de concursos de beleza, de grandezas sociais... A plantinha de Deus foi sufocada pelos espinhos do egoísmo e das ilusões da vida material. E morreu...

O quarto terreno, "a terra lavrada e boa", é o símbolo do coração que escuta o Evangelho, procurando compreendê-lo e praticá-lo na vida. É a alma que estuda a palavra do Senhor, percebendo que está neste mundo para aprender a Verdade e o Bem. E, assim, dá frutos de bondade e eleva-se para Deus. Abandona seus vícios e maus hábitos, dedicando-se à prática das virtudes, guardando a fé no coração, socorrendo carinhosamente os necessitados e sofredores e buscando os conselhos de Deus no Evangelho de Cristo.

O coração de uma criança verdadeiramente cristã é o bom terreno da parábola: cada semente de Jesus se transforma em trinta, sessenta ou cem bênçãos de bondade, de fé e de auxílio ao próximo. O coração dessa criança deseja conhecer sempre mais e melhor os ensinos cristãos. E se esforça sinceramente para fazer a Vontade Divina: amar e perdoar, crer e ajudar, aprender e servir.

Filhinho, aí está a Parábola do Semeador. Medite nela. Que você, guardando a humildade de coração, se esforce para ser, se ainda não o é, o bom terreno, que recebe os grãos de luz do Divino Semeador e dá muitos frutos de sabedoria e bondade.

TAVARES, Clóvis. Histórias que Jesus Contou. LAKE. Parábola do Semeador: Mateus, 13:1-9, 18-23. 

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Angústia da Perfeição


Angústia da Perfeição



Alma querida nos ideais renovadores, é natural que sofras inquietação por nutrires objetivos transformadores.

Ante a penúria de teus valores, declaras-te sem mérito para receber a ajuda Divina.

Perante a extensão de tuas falhas, açoitas a consciência com lancinante sentimento de hipocrisia ao repetires os mesmos desvios dos quais já gostarias de não se permitir.

Essa é a estrada da perfeição, não te martirizes.

Tudo isso é compreensível, parte integrante de quantos se candidatam aos serviços reeducativos de si próprios, portanto, não sejas demasiadamente severo contigo.

Sem lástima e censura, perdoa-te e prossegue sempre.

Confia e trabalha cada vez mais.

Por mais causticantes as reações íntimas nos refolhos conscienciais, guarda-te na oração e na confiança e enriquece tua fé nas pequenas vitórias.

A angústia da melhora é impulso para a promoção.

O remédio salutar para amenizá-la é a aceitação incondicional de ti mesmo.

Aceitando-te humildemente como és e fazendo o melhor que possas, vitalizar-te-ás com mais fortes apelos interiores para a continuidade do projeto de melhoria e corrigenda.

Por outro lado, se te punes estarão assinando um decreto de desamor contra ti.

Afeiçoa-te com devotamento e sensatez aos exercícios que te são delegados pelas tarefas renovadoras do bem, aprimorando-te em regime de vigilância e paciência.

Sem alimentar fantasias de saltos evolutivos, dá um passo atrás do outro.

Sem ansiar pela grandeza das estrelas, ama-te na condição de singelo pirilampo que esforça por fazer luz na noite escura.

Faça as pazes com tuas imperfeições.

Descubra tuas qualidades, acredite nelas e coloque-as a serviço de suas metas de crescimento, essa é a fórmula da verdadeira transformação.

O tempo concederá valor e experiência a teus esforços, ajustando teus propósitos aos limites de tuas possibilidades, libertando-te da angústia que provém dos excessos.

Caminha um dia após o outro na certeza de que Deus te espera sempre com irrestrito respeito pelas tuas mazelas, guardando o único direito de um Pai zeloso e bom que é a esperança de que amanhã sejas melhor que hoje, para tua própria felicidade.





(pelo Espírito de Ermance Dufaux)
Livro: Reforma Íntima sem Martírio, por Wanderley S. de Oliveira

Nosso Grupo




Nosso grupo de trabalho espírita-cristã , em verdade, assemelha-se ao campo consagrado à lavoura comum.

Almas em pranto que o procuram simbolizam terrenos alagadiços que nos cabe drenar proveitosamente.

Observadores agressivos e rudes são espinheiros magnéticos que devemos remover sem alarde.

Freqüentadores enquistados na ociosidade mental constituem gleba seca que nos compete irrigar com carinho.

Criaturas de boa índole, mas vacilantes na fé, expressam erva frágil que nos pede socorro até que o tempo as favoreça.

Confrades irritadiços, padecendo melindres pessoais infindáveis, são os arbustos carcomidos por vermes de feio aspecto.

Irmãos sonhadores, eficientes nas idéias e negativos na ação, representam flores improdutivas.

Pedinchões inveterados, que nunca movem os braços nas boas obras, afiguram-se- nos folhagem estéril que precisamos suportar com paciência.

Amigos dedicados ao mexerico e ao sarcasmo são pássaros arrasadores que prejudicam a sementeira.

O companheiro, porém, que traz consigo o coração, para servir, é o semeador que sai com Jesus a semear, ajudando incessantemente a execução do Plano Divino e preparando a seara do Amor e da Sabedoria, em favor da Humanidade, no Futuro Melhor.

Pelo Espírito André LuizXAVIER, Francisco Cândido. Coragem. Espíritos Diversos. CEC. 

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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Sua missão


Momento Espírita
Francisco Cândido Xavier desencarnou com mais de nove décadas de idade, e setenta e cinco anos dedicados ao trabalho do bem. É um personagem conhecido e respeitado em todo nosso imenso Brasil.
Dele se contam muitas histórias. A maioria delas falando a respeito de atitudes desse homem, que alguns chamam de  O homem amor.
Ele é um exemplo vivo do cristão que abraçou a causa do Cristo e a ela se entregou.
Conta-se que, certa noite, sendo ainda bastante jovem, estavam ele e um amigo datilografando algumas mensagens recebidas dos Espíritos.
Um besouro, de repente, caiu na máquina de escrever do amigo. Esse o pegou e o atirou com toda força contra a parede.
O besouro tornou a levantar voo e, como criança que quer fazer pirraça, tornou a cair na máquina do amigo. Ele pegou outra vez o pequeno inseto e, com muita raiva, o arremessou de forma violenta contra o piso do aposento.
O besouro não se deu por vencido. Uma vez mais levantou voo e, agora, caiu na máquina do Chico que olhou o bichinho se debatendo e o pegou entre os dedos, com todo o cuidado.
Depois, foi até à janela e o soltou lá para fora, dizendo: Besouro, se você não conseguiu morrer com os golpes do meu amigo é porque você é como eu: tem uma missão a cumprir no mundo. Vá com Deus!
*   *   *
Você já parou para pensar a respeito da sua missão na face da Terra? Afinal, todos temos, como afirmava Chico, uma missão a cumprir.
Existem Espíritos que nascem na condição de cientistas para se dedicar às pesquisas exaustivas e descobrir medicamentos para acabar com doenças que infelicitam muitos seres.
Há Espíritos que escolhem ser professores ilustres para distribuir luzes às crianças, jovens e adultos, espancando as trevas da ignorância que trazem desconforto às vidas.
Existem Espíritos que se tornam mães, esposas, irmãs dedicadas que se esquecem de si próprias em benefício dos seus amores.
Mães que aceitam receber nos braços seres endividados com a Lei, como filhos rebeldes para conduzi-los ao bem. Sofrem durante décadas, na tentativa, e não desistem nunca.
Irmãos que se oferecem como anjos de guarda, na Terra, de seres que renascem no mesmo lar e que são portadores de deficiências físicas e mentais.
Esposas que aceitam retornar ao palco da Terra para receber companheiros que se transviaram da estrada reta há muito tempo, com a finalidade de os fazer retornar para o bem.
Missões e missões...
Você já parou para pensar qual é a sua?
*   *   *
A missão é um encargo, um compromisso que é sempre aceito e realizado com amor.
Quem se encontra no desempenho dela, dá a própria vida, se necessário for.
A sua pode ser a missão de ser um bom filho, amparando seus pais na velhice ou enfermidade.
Pode ser a de ser pai, falando para seus filhos a respeito de Deus, dos reais valores da vida, tornando-os cidadãos verdadeiramente honrados no mundo.
Pode ser a missão de ser amigo de quem precise.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita, com base no artigo Cada um de
nós possuímos uma missão a cumprir, de autoria desconhecida.

Em 28.06.2012.