sexta-feira, 8 de junho de 2012

A Dádiva do Carinho


A Dádiva do Carinho




Afague o filhinho querido sempre que disponha de oportunidade para fazê-lo. Se essa se faz escassa, gere-a, não a postergando por muito tempo.

 Acarinhe a pessoa amanda, quebrando as algemas do seu conflito, de modo a transmitir-lhe a sua emoção equilibrada e enternecedora.

 Demonstre o sentimento afetivo à outra pessoa, antes que se abra um abismo profundo no relacionamento de ambos.

 Externe, mediante palavras e atos, as suas emoções superiores em relação àqueles que o sensibilizam positivamente.

 O silêncio e a distância revelam morbidez, por isso, nunca espere que a outra pessoa interprete esse procedimento de forma positiva e superior.

 Não basta amar. É necessário dizer que ama, mostrá-lo, alimentar-se de afetividade.

 Está comprovado cientificamente que as crianças não acariciadas, não tocadas com ternura, desvitalizam-se, adquirem caquexia e até morrem por falta de energia.

A convivência afetuosa dá vida, sustenta a vida.

Assim, dialogue, toque a pessoa, intercambie as emoções nobres com elevação e respeito.

Os sicários de vidas, quando desejam dobrar os indivíduos resistentes, mudar-lhes as convicções e ideologias, isolam-nos, aprisionam-nos em cubículos exíguos, que os levam a transtornos emocionais, a estados alucinatórios, ao desinteresse pela vida…

Irradie a amizade onde se encontre e no círculo da sua afetividade não poupe a dádiva do carinho generoso, transmitindo e recebendo energia vital responsável pela preservação da vida.





Espírito Marco Pristo, psicografia de Divaldo P. Franco
Livro: Diretrizes para uma Vida Feliz


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