segunda-feira, 18 de junho de 2012

Influência dos espíritos em nossas vidas




*Paulo da Silva Neto Sobrinho*

Allan Kardec coloca na pergunta 459 do Livro dos Espíritos um
questionamento sobre esse assunto nos seguintes termos: “Os espíritos
influem sobre os nossos pensamentos e as nossas ações?” Cuja reposta foi:
“A esse respeito sua influência é maior do que credes, porque,
freqüentemente, são eles que vos dirigem".

Com base nesta resposta poderíamos encontrar no Evangelho alguma passagem
que possa demonstrar-nos essa influência dos espíritos em nossas vidas? É
claro que sim, pelo menos para aqueles que têm “olhos de ver”.

Vamos, então, ao Evangelho para que possamos confirmar. Em Mateus 8, 16-18,
encontramos: *“Entardecia, quando lhe trouxeram possessos. Diante disso,
ele expulsou os espíritos apenas com uma palavra e curou todos os que
estavam passando mal.”*

Ora, se Jesus expulsou os espíritos é porque eles de alguma forma estavam a
influenciar estas pessoas possessas. Aliás, este termo já em si mesmo
sugere que a pessoa estava sob o domínio de um espírito.

Mas sigamos em frente e iremos observar a que ponto poderá chegar esta
influência. Busquemos em Marcos 5, 1-20, o seguinte: *“Chegaram a outra
margem do mar, na região dos gerasenos. Quando desembarcou um homem
possesso de um espírito impuro, saindo dos sepulcros, logo foi ao seu
encontro. Ele morava nos sepulcros e ninguém conseguia mantê-lo preso, nem
mesmo com correntes, pois muitas vezes lhe haviam algemado os pés e as mãos
e ele, arrebentava as correntes, quebrando as algemas, e ninguém o
dominava. Passava o tempo inteiro nos sepulcros e sobre os montes, gritando
e ferindo-se com pedras. Quando viu Jesus de longe, correu e prostrou-se
diante dele, e gritou com voz forte: "Que é que tens tu comigo Jesus, Filho
de Deus Altíssimo? Em nome de Deus não me atormentes!" É que Jesus lhe
tinha dito: "Espírito impuro, sai deste homem!" Depois, ele lhe perguntou:
“Qual é o teu nome?” Respondeu-lhe: “Meu nome é legião, porque somos
muitos”. Suplicava-lhe então, com insistência, que não o expulsas-se
daquela região".*

Chamamos a sua atenção, caro leitor, para essa importante passagem, pois
mostra-nos, claramente, a que ponto poderá chegar a influência dos
espíritos. Um homem comum, sob a in-fluência dos espíritos, passava a ter
uma força descomunal a ponto de conseguir arrebentar correntes e quebrar
algemas. Além disto, fazia com que esta pobre criatura ferisse a si mesma,
bem como o forçava a gritar pelos montes como um louco desvairado. E no
diálogo com Jesus, era tanta a influência que passou a respondê-lo, não o
possesso, mas sim o espírito que o influenciava. Espírito? Que espírito, se
na verdade eram muitos, razão pela qual diz ser seu nome legião.

Perguntou Allan Kardec aos espíritos superiores: Se eles podem influenciar
em nossas vidas, por que meios se pode neutralizar a influência dos maus
espíritos? A resposta foi: “Fazendo o bem e colocando toda a vossa
confiança em Deus, repelis a influência dos espíritos inferiores, e
destruís o império que eles querem tomar sobre vós. Evitai escutar as
sugestões dos espíritos que suscitam em vós os maus pensamentos sopram a
discórdia entre vós e vos excitam todas as más paixões. Desconfiai,
sobretudo, daqueles que exaltam vosso orgulho porque vos tomam por vossa
fraqueza. Eis por que Jesus nos faz dizer na oração dominical:" Senhor! Não
nos deixeis sucumbir à tentação, mas livrai-nos do mal. "

Agindo desta forma estaremos livres de sua má influência.

Retornemo-nos, ao Evangelho na narrativa de Mateus (9, 32-34): *“Quando
saíam, apresentaram a Jesus um possesso mudo. Logo que o demônio foi
expulso o mudo começou a falar. Espantado, o povo dizia: " Nunca se viu
coisa igual em Israel".*

Neste caso, a influência espiritual causava a mudez àquela pessoa. Espera
aí, dirão vocês, nesta passagem não se fala em espírito e sim de demônio.
Não há o que contestar, entretanto o que realmente é o demônio? Seria um
ser criado para o mal? Com certeza que não. Nunca poderemos aceitar que
Deus, o eterno bem, tenha criado um ser dotado para sempre ao mal. Seria
porventura, um anjo decaído? Também não, pois o ser espiritual ao qual
denominamos de anjo não poderia possuir senão bondade, assim como teria que
ser totalmente desprovido de vaidade, que seriam coisas de nós os humanos,
não dos anjos. Afinal, o que cearia os demônios? Voltaremos, novamente, ao
Evangelho, para elucidar esta importante questão.

Em Mateus, 10, 1, 5-8, encontramos: *“Jesus convocou os seus doze
discípulos e lhes deu o poder de expulsar os espíritos impuros e de curarem
toda espécie de doenças e enfermidades. Jesus enviou esses doze em missão,
tendo-lhes dado as seguintes instruções: Não tomeis o caminho que conduz
aos pagãos e não entreis em nenhuma cidade dos samaritanos. Ide, de
preferência, às ovelhas perdidas da casa de Israel. Pregai, pelo caminho:
"O reino dos céus está perto!" Curai os doentes, ressuscitai os mortos,
purificai os leprosos, expulsai os demônios. Acabai de receber de graça,
dai de graça".*

Observemos bem, o mesmo texto fala em espíritos impuros e demônios, daí
concluímos que um era sinônimo do outro. O conceito, à época, era que
demônio significava gênio ou espírito, de uma maneira indefinida. Para
confirmar isto vejamos o quadro a seguir:
Passagem Evangelista Termo utilizado Muitos

Possessos
Mateus 8, 16

Marcos 1, 32-34.

Lucas 4, 40-41
Espíritos

Demônios

Demônios
O possesso

de

Gerasa
Mateus 8, 28-34.

Marcos 5, 1-20.

Lucas 8, 26-39.
Demônio

Espírito impuro

Espírito impuro e demônio
O possesso de

Cafarnaum
Marcos 1, 21-28.

Lucas 4, 31-37.
Espírito impuro

Espírito de demônio impuro
A filha da mulher

Cananéia
Mateus 15, 21-28.

Marcos 7. 24-30.
Demônio

Espírito impuro e demônio
O menino

Mudo e

Epiléptico
Mateus 17, 14-21.

Marcos 9, 14-29.

Lucas 9, 37-43.
Demônio

Espírito

Espírito, demônio e espírito impuro.

Para o mesmo relato, os evangelistas ora usam espírito impuro, ora demônio,
quando não usam os dois termos juntos, ficando, agora, bem claro que o
significado deles era o mesmo.

Vejamos o que responderam os espíritos superiores a Kardec, quando lhes
dirige a seguinte pergunta: “Há demônios, no sentido que se dá a esta
palavra? Resposta: Se houvesse demônios, eles seriam obra de Deus, e Deus
seria justo e bom se houvesse criado seres devotados eternamente ao mal e
infelizes? Se há demônios, eles habitam em teu mundo inferior e em outros
semelhantes. São esses homens hipócritas que fazem de um Deus justo, um
Deus mau e vingativo e crêem lhe serem agradáveis pelas abominações que
cometem em seu nome”.

Kardec faz as seguintes considerações:

“A palavra demônio não implica na idéia de espírito mau senão na sua
significação moderna, porque a palavra grega daimôn, da qual se origina,
significa gênio, inteligência, e se emprega para designar os seres
incorpóreos, bons ou maus, sem distinção”.

“Por demônios, segundo a significação vulgar da palavra, se entendem seres
essencialmente malfazejos. Seriam, como todas as coisas, criação de Deus.
Ora, Deus que é soberanamente justo e bom, não pode ter criado seres
predispostos ao mal por sua natureza, e condenados por toda a eternidade.
Se não são obras de Deus, seriam, pois como ele, de toda a eternidade, ou
então haveria várias potências soberanas”.

“A primeira condição de toda doutrina é de ser lógica. Ora, a dos demônios,
em seu sentido absoluto, peca por essa base essencial”.

“Compreende-se que na crença de povos atrasados, que não conheciam os
atributos de Deus, fossem admitidas as divindades malfazejas, como também
os demônios, mas, é ilógico e contraditório para aqueles que fazem da
bondade de Deus um atributo por excelência, supor que ele possa ter criado
seres devotados ao mal e destinados a praticá-lo perpetuamente, pois isso
nega sua bondade. Os partidários da doutrina dos demônios se apoiam nas
palavras do Cristo. Não seremos nós quem conteste a autoridade dos seus
ensinamentos, pois os desejamos ver mais no coração que na boca dos homens.
Mas estarão bem certos do sentido que ele dava à palavra demônio? Não se
sabe que a forma alegórica era um dos caracteres distintivos da sua
linguagem? Tudo o que o Evangelho contém deve ser tomado ao pé da letra?
Não precisamos de outra prova além desta passagem: “Logo após esses dias de
aflição, o Sol obscurecerá, e a Lua não derramará mais sua luz, as estrelas
cairão do céu e as potências celestes serão abaladas. Digo-vos, em verdade
que esta geração não passará sem que todas estas coisas se tenham cumprido”
”.

“Não temos visto a forma do texto bíblico ser contradita pela ciência no
que se refere à criação e ao movimento da terra? Não pode ocorrer o mesmo
com certas figuras empregadas pelo Cristo, que deveria falar de acordo com
os tempos e os lugares? O Cristo não poderia dizer, conscientemente, uma
coisa falsa. Assim, pois, se em suas palavras há coisas que parecem chocar
a razão, é porque não as compreendemos ou as interpretamos mal”.

“Os homens fizeram com os demônios o que fizeram com os anjos; da mesma
forma que acreditaram em seres perfeitos de toda a eternidade, tomaram os
Espíritos inferiores por seres perpetuamente maus. Pela palavra demônio
devem, pois, se entender os espíritos impuros que, freqüentemente não valem
mais do que as entidades designadas por esse nome, mas, com a diferença de
que este estado é transitório. São os Espíritos imperfeitos que murmuram
contra as provas que devem suportar, e que, por isso, suportam-nas por mais
tempo; chegarão, porém, por seu turno, a sair desse estado quando o
quiserem. Poder-se-ia aceitar então a palavra demônio com esta restrição.
Mas, como é entendida num sentido exclusivo, poderia induzir ao erro
fazendo crer na existência de seres especiais, criados para o mal”.

“Com relação a Satanás, é evidentemente a personificação do mal sob uma
forma alegórica, pois não se poderia admitir um ser mau a lutar, de
potência a potência, com a Divindade e cuja única preocupação seria a de
contrariar os seus desígnios. Precisando o homem de figuras e de imagens
para impressionar a sua imaginação, ele pintou os seres incorpóreos sob uma
forma material, com atributos lembrando as suas qualidades ou os seus
defeitos. É assim que os antigos, querendo personificar o tempo,
pintaram-no com a figura de um ancião portando uma foice e uma ampulheta; a
figura do homem jovem seria um contra-senso” .

“A mesma coisa se verifica com as alegorias da fortuna, da verdade, etc.”.

“Modernamente, os anjos ou Espíritos puros, são representados por uma
figura radiosa, com asas brancas, símbolo da pureza; Satanás com dois
chifres, garras e os atributos da animalidade, emblemas das paixões
inferiores. O vulgo, que toma as coisas pela letra, viu nesses emblemas um
indivíduo real, como outrora vira Saturno na alegoria do Tempo”.

Certa feita, numa livraria de BH, vimos em exposição o livro “Possessão
Espiritual” da Dra. Edith Fiore. Como o tema desperta-nos certo interesse,
compramo-lo achando se tratar de um livro publicado por alguém ligado à
Doutrina Espírita. Qual não foi nossa surpresa ao constatar que a autora,
psicoterapeuta, doutorada em Psicologia Clínica na Universidade de Miami,
não tinha nada de espírita. Entretanto achamos oportuno incluí-lo, neste
estudo, justamente por este motivo.

Aliás, é de se admirar que após identificar pacientes com possessão dando,
inclusive, aos seus leitores condições de saber quando uma pessoa está
possessa e como tratá-la ela ainda diz: “Depois de todos estes anos que
passei trabalhando com espíritos, freqüentemente “lutando” com alguns
teimosos, confusos, hostis e aterrados ainda não estou cem por cento
convencida de que eles não são fantasias da imaginação”. É o grande dilema
da maioria das pessoas de não quererem modificar atitudes, comportamentos
ou conhecimentos adquiridos anteriormente, é o medo frente ao novo, de
encarar algo que não vai de encontro ao que lhe foi ensinado, cuja dúvida
consiste em: e se o novo estiver errado o que farei após abraçar essa nova
idéia ou pensamento?

Mas voltemos ao livro. A Dra. Edith Fiore utilizava como técnica de terapia
a hipnose, baseando-se principalmente na regressão de memória, em busca da
solução dos problemas comportamentais de seus pacientes. Foi justamente
esta técnica que a colocou frente a frente com o problema da possessão
espiritual. Pacientes submetidos à hipnose entravam em transe profundo e
“deixavam” submergir comportamentos que em nada tinham a haver com a sua
maneira tradicional de agir, parecendo serem outra pessoa. Além disto
outros pacientes se queixavam de ter alguém dentro deles, minava-lhes a
resolução de fazer regime, de parar de fumar ou de beber, etc.. Conforme
ela diz, esses pacientes falavam muito abertamente dos seus conflitos,
porque presumiam estar falando de duas partes diferentes da sua
personalidade que estariam em guerra dentro deles mesmo. Assim, afirma:
“Comecei a ouvir, a interpretar tais observações como indícios possíveis de
possessão. Desde que me dei conta desse fenômeno, descobri que pelo menos
setenta por cento dos meus pacientes eram possessos e que essa situação
lhes causava a moléstia". Aqui, diante deste índice – 70%, nos lembramos da
resposta dos espíritos a Kardec sobre a influência dos espíritos; “A esse
respeito sua influência é maior de que credes, porque, freqüentemente, são
eles que vos dirigem”. Com o livro da Dra. Edith Fiore vemos estes fatos se
confirmarem no dia a dia das pessoas.

No capítulo terceiro, cita observações históricas sobre a possessão
espiritual, mostrando, primeiramente, passagens do Evangelho onde Jesus
expulsava os espíritos (por coincidências já citadas por nós) para depois
citar algumas culturas que tinham estas idéias bem definidas, como por
exemplo: a China, o Japão e a Índia. Neste último país a antiga religião,
cuja base era o livro sagrado Vedas, fala que desencarnados ignorantes ou
maldosos saem à procura de pessoas vivas para que possam possuir. Também
não deixa de nomear alguns psiquiatras que concordam com essa idéia, o
exemplo de: Dr. Carl Wickland, Dr. Arthur Guindaham e Adam Crabtree.

Em seu trabalho, a Dra. Edith Fiore conseguiu identificar a extensão dos
efeitos da possessão:

1. sintomas físicos – fadiga; dores, mais freqüentemente de cabeça,
incluindo a enxaquecas; síndrome pré-menstrual com edema (retenção de
água); falta de energia ou exaustão; insônia; cãibras; obesidade com
hipertensão resultante; asma e alergias, etc.;
2. problemas mentais – grande quantidade de problemas mentais resulta da
intervenção de espíritos;
3. problemas emocionais – como ansiedade, temores e fobias;
4. inclinação para as drogas e para o álcool;
5. inclinação pelo fumo;
6. problema de peso e obesidade;
7. problema de relacionamento;
8. problemas sexuais, inclusive casos de homossexualismo.

A conclusão que a Dra. Edith chegou da influência espiritual é alarmante. A
influência dos espíritos atingindo uma pessoa provoca como conseqüência
problemas de várias ordens que serão solucionados à medida que se fizer o
que ela chamou de “despossessão”, ou seja, fazer com que o espírito deixe
de praticar a possessão sobre sua vítima. Ficamos, então, de acordo com a
Dra. Edith Fiore quando cita as conseqüências da influência espiritual.

Falaremos um pouco mais dos problemas mentais como conseqüências da
influência espiritual.

A ciência oficial tinha que a loucura era proveniente de deficiência
orgânica, ou seja, a pessoa louca tinha um problema físico qualquer que era
a causa de seu estado mental.

A psiquiatria, ramo da ciência, que se ocupa de estudar, diagnosticar e
tratar dos problemas mentais, em sua evolução passou a constatar “loucos”
sem qualquer problema orgânico, o que ficava claro que a causa deveria ser
de outra natureza.

É aqui que entra o trabalho de alguns médicos, que acima de tudo, tem como
preocupação básica a cura de seus pacientes, pouco se importando em gastar
o tempo com pesquisas, leitura de livros, etc..

Assim é que iremos citar o Dr. Inácio Ferreira, formado em medicina no Rio
de Janeiro, cujo trabalho foi dirigir um sana-tório em Uberaba lá pelo ano
de 1.910. O grande desafio a vencer era que o sanatório foi fundado e tinha
a orientação de Espíritas, e àquela época a perseguição ao Espiritismo era
tremenda.

Apesar de não ser espírita, quando assumiu a direção, foi atento observador
do trabalho desenvolvido pelos Espíritas no tratamento de alguns casos de
loucura e, diga-se de passagem, os que não tinham como origem problemas
físicos. Preocupado em divulgar tudo o que aprendeu neste período lançou o
livro “Novos Rumos à Medicina”, volumes I e II, onde aborda claramente a
loucura originada por influência espiritual.

Com o passar dos anos, assumiu a postura de ser Espírita, abraçando as
técnicas que a Doutrina Espírita se utiliza para tratar destes casos.

No seu livro encontramos um interessante dado estatístico do movimento do
Sanatório no período de 1.934 a 1.945, conforme quadro a seguir:
Pacientes Quantidade Percentual Curados 554 41% Melhorados 210 16%
Transferidos 163 12% Falecidos 341 25% Retirados 33 2% Tratamento 21 4%

Neste período foram curados de influência espiritual 426 indivíduos. Este
número é suficiente para comprovar que real-mente a influência espiritual,
em alguns casos, pode levar uma pessoa a ter um comportamento de louco.

Aqui ficamos a pensar quantas pessoas não foram levadas ao tratamento por
eletrochoques e a ingerir psicotrópicos sem serem realmente loucos, e
quantos ainda irão sofrer da mesma maneira. Mas, infelizmente é o preço que
a humanidade paga por não aceitar em definitivo que a influência espiritual
é uma realidade.
Bibliografia

- Novo Testamento. São Paulo, SP, LEB - Edições Loyola, 1984.
- O Livro dos Espíritos, Allan Kardec; tradução de Salvador Gentile,
revisão de Elias Barbosa. Araras, SP, IDE, 37ª Edição, 1987.
- Possessão Espiritual, Dra. Edith Fiore. São Paulo, SP, Editora
Pensamento, 9ª Edição, 1995.
- Novos Rumos à Medicina, Dr. Inácio Ferreira, FEESP, São Paulo, SP,
volume I, 1ª edição, 1990.

Aamâncio

-- 

*
Beau Geste*

Nenhum comentário:

Postar um comentário