segunda-feira, 4 de junho de 2012

O Equilíbrio


O Equilíbrio


O processo da Autocura - Parte I




Observe-se o pensamento, o seu teor preferencial,
afim de que irradie energias positivas.




A atitude imediata é desejar-se a saúde com fervor, não porque se queira libertar da doença, pura e simplesmente.

A libertação de uma enfermidade, se não produz o engajamento paciente em atividades psíquicas e físicas positivas, faculta a presença de outras doenças.

O anseio por adquirir a saúde deve estar acompanhado de objetivos edificantes, que podem ser alcançados, e não do interesse imediato pelos prazeres que se deseja fruir, descarregando ondas de energia negativa nos intrincados mecanismos perispirituais responsáveis pela ação posterior.

Esse desejo de saúde é firmado na crença e na certeza de que o “Pai não quer a destruição do pecador, mas, a do pecado”, e quem defrauda a lei deve recompor-se diante dela.

A firmeza do desejo, sem ansiedade nem tormento, a fim de que não se torne imposição, mas sim, uma solicitação, concede tranquilidade ao enfermo, constituindo um primeiro resultado precedente à cura.

De imediato, deve-se concentrar na saúde, considerar-lhe a validade, a abundância de possibilidades edificantes que propicia, de realizações produtivas, de efeitos benéficos para si e para a coletividade.

Ao concentrar-se nela, que se entregue de corpo e alma aos resultados que advirão, deixando-se impregnar pelo otimismo com irrestrita confiança em Deus, trabalhando mentalmente pela restauração das forças combalidas em contínuo esforço a favor do bem-estar.

A irritação, a ansiedade, o inconformismo, o ciúme, a rebeldia devem ser rejeitados, sempre que se insinuem nas paisagens mentais, por serem portadores de raios destruidores que atingem os fulcros celulares e os desarranjam, alterando-lhes o ritmo e a multiplicação.

As ideias enobrecedoras, os planos de futura ação benéfica são portadores de energia equilibrante, que estimula os complexos campos celulares, propiciando-lhes harmonia e produtividade.

Nesse esforço, é de bom alvitre visualizar a saúde e incorporá-la.

O indivíduo deve concentrar-se numa visão saudável, projetando-se no tempo em condições de equilíbrio; ver-se recuperado, assumindo responsabilidades e desenvolvendo as atividades que pretende encetar.

Essa projeção mental reestrutura os mecanismos do períspirito afetado, recompondo-lhe o campo, de que resultam os efeito sem forma de saúde, de harmonia e entusiasmo.

Os pacientes, em geral, com as exceções naturais, sempre visualizam o estado de agravamento do mal que os aflige, atirando no organismo projéteis mentais destrutivos.

Não poucas vezes, Jesus afirmou àqueles doentes que O buscavam: Se quiseres, já que queres, concluído: levanta-te e anda, vê, sê limpo, conforme a enfermidade de que se faziam objeto.

Naquele momento o enfermo saía do campo vibratório de sombras, no qual se homiziava, e abria-se à energia rigorosa do Benfeitor Divino, que lhe alterava a área em desordem, restaurando-lhe a saúde.

Assim, visualizar-se com saúde no futuro e programar-se em ação constituem fatores fundamentais para a autocura.





Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco
Livro: Plenitude


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