domingo, 30 de setembro de 2012

Não Estrague o Seu Dia - Chico Xavier - André Luiz





Não estrague o seu dia.
A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus...
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua
própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama
de simpatia por você.
Não estrague o seu dia...
Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o Infinito Bem.
Chico Xavier/Espírito André Luiz

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel


Pode Acreditar


Falará você na bondade a todo instante, mas, se não for bom, isso será inútil para a sua felicidade.

*

Sua mão escreverá belas páginas, atendendo a inspiração superior; no entanto, se você não estampar a beleza delas em seu espírito, não passará de estafeta sem inteligência.

*

Lerá maravilhosos livros, com emoção e lágrimas; todavia, se não aplicar o que você leu, será tão-somente um péssimo registrador.

*

Cultivará convicções sinceras, em matéria de fé; entretanto, se essas convicções não servirem à sua renovação para o bem, sua mente estará resumida a um cabide de máximas religiosas.

*

Sua capacidade de orientar disciplinará muita gente, melhorando personalidades; contudo, se você não se disciplinar, a Lei o defrontará com o mesmo rigor com que ela se utiliza de você para aprimorar os outros.

*

Você conhecerá perfeitamente as lições para o caminho e passará, ante os olhos mortais do mundo, à galeria dos heróis e dos santos; mas, se não praticar os bons ensinamentos que conhece, perante as Leis Divinas recomeçará sempre o seu trabalho e cada vez mais dificilmente.

*

Você chamará a Jesus: Mestre e Senhor...; se não quiser, porém, aprender a servir com Ele, suas palavras soarão sem qualquer sentido.

XAVIER, Francisco Cândido. Agenda Cristã. Pelo Espírito André Luiz. FEB. Edição de Bolso. 

* * * Estude Kardec * * *

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

PARÁBOLA DO SEMEADOR - Mensagens Espíritas




"PARÁBOLA DO SEMEADOR" é uma mensagem produzida pelo Portal LUZ ESPÍRITA.ORG extraída de "O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO", Allan Kardec.

Quando os Filhos Crescem



Há um momento, na vida dos pais, em que eles se sentem órfãos. Os filhos, dizem eles, crescem de um momento para outro.
É paradoxal. Quando nascem, pequenos e frágeis, os primeiros meses parecem intermináveis. Pai e mãe se revezam à cata de respostas aos seus estímulos nos rostinhos miúdos.
Desejam que eles sorriam, que agitem os bracinhos, que sentem, fiquem em pé, andem, tudo é uma ansiosa expectativa.
Então, um dia, de repente, ei-los adolescentes. Não mais os passeios com os pais, nos finais de semana, nem férias compartilhadas em família.
Agora tudo é feito com os amigos.
Olham para o rosto do menino e surpreendem os primeiros fios de barba, como a mãe passarinho descobre a penugem nas asas dos filhotes. A menina se transforma em mulher. É o momento dos voos para além do ninho doméstico.
É o momento em que os pais se perguntam: Onde estão aqueles bebês com cheirinho de leite e fralda molhada? Onde estão os brinquedos do faz-de-conta, os chás de nada, os heróis invencíveis que tudo conseguiam, em suas batalhas imaginárias contra o mal?
As viagens para a praia e o campo já não são tão sonoras. A cantoria infantil e os eternos pedidos de sorvetes, doces, pipoca foram substituídos pelo mutismo ou a conversa animada com os amigos com que compartilham sua alegria.
Os pais se sentem órfãos de filhos. Seus pequenos cresceram sem que eles possam precisar quando. Ontem, eram crianças trazendo a bola para ser consertada. Hoje, são os que lhes ensinam como operar o computador e melhor explorar os programas que se encontram à disposição.
A impressão é que dormiram crianças e despertaram adolescentes, como num passe de mágica.
Ontem, estavam no banco de trás do automóvel; hoje, estão ao volante, dando aulas de correta condução no trânsito.
É o momento da saudade dos dias que se foram, tão rápidos. É o momento em que sentimos que poderíamos ter deixado de lado afazeres sempre contínuos e brincado mais com eles, rolando na grama, jogando futebol.
Deveríamos tê-los ouvido mais, deliciando-nos com o relato de suas conquistas e aventuras, suas primeiras decepções, seus medos. Tê-los levado mais ao cinema, desfrutando das suas vibrações ante o heroísmo dos galãs da tela.
Tempos que não retornam, a não ser na figura dos netos, que nos compete esperar.
Pais, estejamos mais com nossos filhos. A existência é breve e as oportunidades preciosas.
Tudo o mais que tenhamos e que nos preencha o tempo não compensará as horas dedicadas aos Espíritos que se amoldaram nos corpos dos nossos pequenos, para estar conosco.
Não economizemos abraços, carícias, atenções, porque nosso procedimento para com eles lhes determinará a felicidade do crescimento proveitoso ou a tristeza dos dias inúteis do futuro.
* * *
A criança criada com carinho aprende a ser afetuosa.
A mensagem da atenção ao próximo é passada pelos pais aos filhos.
No dia-a-dia com os pais, os filhos aprendem que o ser humano, seus sentimentos são mais importantes do que o simples sucesso profissional e todos os seus acessórios.
Em essência, as crianças aprendem o que vivem.

Redação do Momento Espírita

A Saudade

A Saudade



Vencido pela profunda angústia da minha mágoa, despertei quando o jovem rosto da manhã adornado de luz e o mar de nuvens viajeiras, me convidaram para o banquete do dia.
Levantei e percebi que não fora um pesadelo... A presença da sua ausência era a mais pura e triste realidade...
Não sei dizer ao certo se é a presença da ausência ou a ausência da presença ou, talvez seja, simplesmente, saudade...
Lá fora tudo respirava perfume e os braços do vento, carregando o pólen da vida, cantavam nos ramos do arvoredo delicada canção...
Saí a correr, tentando fugir da furna escura dos meus padecimentos.
A presença invisível do bem-amado fazia-me arder em febre de ansiedade, enquanto os pés ligeiros das horas corriam à frente impondo-me fadiga e desconforto...
Embriagado pela saudade, meu ser ansiava pela paz...
Em vão tentei exaurir as forças para livrar-me da dor, mas não lograva libertar-me do punhal da melancolia cravado no coração, e da lembrança da sua ausência...
Quando, enfim, a tarde se escondeu no longe das montanhas altaneiras, outra vez tombei em mim mesmo, extenuado e só...
Naquele momento desejei que o Todo Poderoso me dominasse com os fortes recursos da Soberana Misericórdia, livrando-me de mim mesmo...
Parecia que não mais suportaria o espinho da saudade cravado em meu peito, já dorido e exausto...
A ausência da sua presença queimava as fibras mais sutis da minha alma.
E a presença da sua ausência feria-me o coração dilacerado e só...
A noite devorou o dia e, ao escancarar a sua boca negra, mostrou a primeira estrela engastada no manto escuro, vencendo as sombras...
Minutos depois, miríades de astros brilhantes compuseram o diadema da vitória total da luz...
Só então, solitário e meditativo, compreendi como a minha canção de dor chegara ao ouvidos do Criador, que me respondeu em vibrações fulgurantes de esperanças à distância...
Só então compreendi que não há escuridão que resista a um simples raio de luz, e decidi acender a chama da esperança em minha alma.
E, só então, pude ouvir o Sublime Cancioneiro do silêncio e Suas melodias repletas de sons e paz, convidando-me a confiar em Seu infinito poder e entregar-me aos braços suaves da esperança...
* * *
Se o manto escuro da saudade pesa sobre os seus ombros, ilumine-se com as pérolas da oração sincera em favor do bem-amado que partiu.
Preencha a ausência da presença com a lembrança dos momentos compartilhados nas horas alegres, e confie no reencontro feliz.

Redação do Momento Espírita


"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel


Privilegiada velhice

 Privilegiada velhice
 
O anúncio de sua morte se deu em 2009, poucos dias antes dela completar noventa e nove anos de idade. Em 2005, foi descoberta por uma equipe de reportagem, realizando seu voluntariado junto a idosos.

Natural de Bassano del Grappa, norte da Itália, veio para o Brasil fugindo da guerra.
Ela ganhou as telas das emissoras televisivas, sendo entrevistada em dois programas nacionais, em 2008. Numa delas afirmou que, no ano anterior, aos noventa e sete anos, tinha renovado sua carteira de motorista.
 
E, apesar de recomendações dos familiares para abandonar a direção, ela continuou a comparecer ao serviço voluntário, em dois locais diferentes, dirigindo seu fusca laranja, ano 74.
 
Recebeu do governo do Rio Grande do Sul o troféu Ana Terra, pelos relevantes serviços prestados à comunidade.
 
Radicada em Bento Gonçalves, no estado gaúcho, demonstrava agilidade física e mental.
 
Seu nome é Ana Varianni. Servindo ao seu semelhante, no Lar do ancião e na Sociedade Beneficente Santo Antônio, mostrava grande carinho.
 
Em uma das instituições, era responsável por nada menos de doze idosos, que se encontravam na faixa dos setenta-setenta e cinco anos.
 
Servia-lhes a alimentação na boca, dadas as deficiências de que eram portadores. E, no seu sotaque italiano carregado, que lhe conferia ainda mais especial sonoridade, ela amassava a comida para os que não tinham possibilidade de boa mastigação e incentivava:
Ora, vamos, onde se viu uma senhora dessa idade não querer comer? Se não comer, não pode viver. Vamos lá!
 
Cuidadosa, afirmava que agora, quase aos cem anos, não se permitia dirigir em grande velocidade, ia devagar. A uma indagação espirituosa do entrevistador que se disse apaixonado por ela e lhe propôs casamento, ela objetou:
 
Meu amigo, nessa altura da vida, o melhor é que sejamos bons amigos!
 
Seu filho assim se expressou, quando da ocorrência de sua morte: Tenho a melhor das lembranças de minha mãe. Ela viveu intensamente e alcançou todos os objetivos da vida dela com os filhos, os netos e trabalhando para o bem-estar da sociedade.
 
*  * *
 
Ana morreu deixando o exemplo do dinamismo que os anos não podem apagar. Altera-se a máquina física, as forças já não são tão intensas, contudo, a vontade de agir permanece firme.
 
Exemplo para tantos que nos dizemos tristes porque já não podemos fazer tudo que fazíamos na juventude. Seria de analisar: Será que não conseguimos mesmo ou será que nos acomodamos, em nome de uma certa soma de anos vividos?
 
Exemplos inúmeros existem que nos demonstram que o Espírito se sobrepõe ao corpo e o comanda.
 
Maia Plisetskaya,  a bailarina russa, aos sessenta e um anos de idade, com um corpo impecável de bailarina clássica, dançou O lago dos cisnes.
 
Interpretou a infeliz Odete que, transformada em cisne branco morre de amores. Extraordinária performance.
 
Essas criaturas nos dizem que devemos sacudir a poeira dos ombros, retirar as teias de aranha do pensamento e viver.
 
Viver intensamente, não nos permitindo parar de aprender, de estudar, de produzir. Da forma que consigamos.
 
Alguns poderemos ter algumas limitações. Busquemos superá-las e, de uma vez para sempre, retiremos do nosso vocabulário as frases: Estou velho. Não sirvo mais para nada.
 
Redação do Momento Espírita.
Em 28.08.2012.

O ESPÍRITO E SUA IDADE



Victor Manuel Pereira de Passos
 
“Quanto mais cresço, mais acho me sinto pequeno, não pelo corpo, mas pelo crescimento moral, espiritual e intelectual.” Cravo
 
O mundo espiritual elege diferenças no que concerne ao mundo material de diversas formas. Entre elas, sem duvida, é a relação de espaço - tempo.
 
Mas algo intrigante e por vezes, duvida de muitos Seres, em relação aos espíritos, qual a idade deles? Será que envelhecem em idade? Qual a forma de podermos fazer dar resposta a essa condição dentro do plano material? O nosso espírito é jovem ou idoso?
 
Muitos encarnados, na ânsia de querer saber, fazem regressões, apenas pela apelação de quererem saber quem eram, ou se eram, príncipes ou reis, acreditem, que é verdade... Apenas buscam a curiosidade, mas não se preocupam com a essência do crescimento, do que é necessário fazer para tal. Enfim, no fundo é apenas reflexo de falta de identidade, pessoal.
 
Não existe relação da idade do corpo com a idade do espírito, relacionar, seria ilógico, Não podemos de maneira alguma saber a idade real de cada espírito encarnado, pois desconhecemos a suas várias vivencias anteriores e o tempo tido no próprio plano espiritual. Poderemos sim entender pela indicação evolutiva espiritual o possível ponto evolutivo da criança. Portanto, uma criança de hoje poderá ser muito mais velha em idade real que um idoso agora, e ser muito mais evoluída. Esta situação é simplesmente uma questão da necessidade reencarnatória individual e, portanto, de quanto tempo e quando se vai reencarnar. A idade real do indivíduo de hoje fica assim, é simplesmente desnecessária, pois tratando-se da importância na vida real. Devemos isso, sim, fazer um esforço para melhorar a nossa atitude com o avanço da nossa idade terrena.
 
Muito indivíduos(as) tem receio do envelhecimento e fazem de tudo para se manterem, em forma, a exemplo; plásticas, mudar cor de cabelo, ir para ginásios, como se isso fosse alterar a idade e o tempo de estadia que aqui ficam, mas é apenas apuro de ignorância moral. Claro que devemos zelar pelo corpo físico, mas daí, a querer enganar o tempo e sua idade, é pura debilidade de conhecimento. Todas as fases de idade são de extrema importância, desde a infância, adolescência, meia idade, e idoso. Inegavelmente todas as fases são importantes para o espírito encarnado e a cada uma delas as dificuldades aparecidas terão de ser ultrapassadas da maneira ao alcance de cada Ser e consoante as suas capacidades de resposta a esses mesmos estágios de evolução! Sim, porque é aí que vamos assumindo a evolução pelas experiências, a espaços vividas em cada reencarnação. No plano terreno é desta forma, em outros planos as características da reencarnação podem ser completamente diferentes.
 
A cada período das nossas vidas, vamos deixando rasto pelos sentimentos positivos e negativos vividos, emoções e ações, que na infância não valorizaríamos, mas que chegados a adultos , verificamos a sua enorme importância na nossa vida e evolução consequentemente. O puzzle de todos espaços que vamos ultrapassando em cada vivência, começando pelo nascimento, os Pais, a Família, a envolvência com a Sociedade e Humanidade, fará a relação do que conseguimos crescer, e pelo valor das nossas ações poderemos fazer uma analogia a um determinado reflexo do pretérito, a exemplo; tendências, gostos, desejos, repulsas e sensibilidade para determinadas áreas e atuação, isso sim, nos permite ajudar a conhecer-nos, bem como a forma como nos relacionamos com o próximo e afinidades.
 
È importante compreendermos que cada espírito encarnado tem suas características evolutivas rasto esse que forma a sua personalidade ao longo do tempo.
 
Não poderemos querer explicar se é coerente e racional que seres nascidos e criados numa mesma massa familiar, portanto, no mesmo lar, com os mesmos ensinamentos e educação dos pais, os mesmos tratos e amor, eles serem o inverso em personalidades. A assimilação dos conceitos oferecidos á criança pelos progenitores ou por qualquer pessoa depende inexoravelmente do seu grau evolutivo. Afinidades, antipatias ou nenhum desses são importantes na aceitação ou na negação naturais das práticas do comportamento humano. Mesmo em casos de adoção o processo será o mesmo. Mesmo em caso de abandonos, não existe causa sem efeito e ele tem sempre o eco da evolução moral , espiritual e intelectual. 
 
O importante é aproveitar cada segundo desta passagem, de forma a podermos, cumprir objetivos, assumir crescimento e nunca desistir mesmo que em fases mais frágeis da vivência, a idade essa, será a soma da evolução em cada passagem pela terra, dando-te cada vez mais liberdade e conhecimento, responsabilidade e oportunidade de subir sempre mais alto.
 
Muita paz
 
* * *
 
 
 
Com esta mensagem eletrônica
seguem muitas vibrações de paz e amor
para você
http://br.groups.yahoo.com/group/aeradoespirito/
---------
Portal A ERA DO ESPÍRITOhttp://www.aeradoespirito.net/

Planeta ELIO'S (Temas Espíritas)http://emollo.blogspot.com.br/

Problemas do Amor


Problemas do Amor

"... que vosso amor cresça cada vez mais no
pleno conhecimento e em todo o discernimento."
- Paulo. (Filipenses, 1:9.)



O amor é a força divina do Universo.

É imprescindível, porém muita vigilância para que não a desviemos na justa aplicação.

Quando um homem se devota, de maneira absoluta, aos seus cofres perecíveis, essa energia, no coração dele, denomina-se "avareza"; quando se atormenta, de modo exclusivo, pela defesa do que possui, julgando-se  o centro da vida, no lugar em que se encontra, essa mesma força converte-se nele em "egoísmo"; quando só vê motivos para louvar o que representa, o que sente e o que faz, com manifesto desrespeito pelos valores alheios, o sentimento que predomina em sua órbita chama-se "inveja".

Paulo, escrevendo à amorosa comunidade filipense, formula indicação de elevado alcance. Assegura que "o amor deve crescer, cada vez mais, no conhecimento e no discernimento, a fim de que o aprendiz possa aprovar as coisas que são excelentes".

Instruamo-nos, pois, para conhecer.

Eduquemo-nos para discernir.

Cultura intelectual e aprimoramento moral são imperativos da vida, possibilitando-nos a manifestação do amor, no império da sublimação que nos aproxima de Deus.

Atendamos ao conselho apostólico e cresçamos em valores espirituais para a eternidade, porque, muitas vezes, o nosso amor é simplesmente querer e tão-somente com o "querer" é possível desfigurar, impensadamente, os mais belos quadros da vida.




- por Emmanuel (Espírito) & Francisco C. Xavier -
Obra: Fonte Viva.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/problemas-do-amor/#ixzz27mpy69yY

GESTOS DE AMOR



Redação do Momento Espírita.
 
Uma frase escrita em um muro, perdida no meio de rabiscos e desenhos, diz o seguinte: O amor não existe, o que na verdade existe, são os gestos de amor.
 
Ao ler esta frase, a primeira questão que nos vem à mente, quase como um reflexo, é nos perguntar como alguém ousa dizer que o amor não existe.
 
Porém, no esforço de tentar compreender essa afirmativa, questionamos: Como podemos conhecer o amor, sem a ação que o coloca em movimento?
 
A partir daí, somos capazes de compartilhar da ideia  desse desconhecido autor, que nos convida a pensar que o amor somente se revela através das atitudes de cada pessoa.                    
 
* * *
 
Gestos de amor...
 
Envolver um bebê recém-nascido nos braços, com encantamento e ternura, e perceber naqueles traços pueris, a manifestação da perfeição Divina.
 
Demonstrar interesse frente à empolgação de uma criança quando vem partilhar uma nova descoberta, por mais que, para nós adultos, não seja uma novidade.
 
Simplesmente escutar o outro, fixando-o nos olhos com atenção, mergulhando na profundidade do que está sendo falado.
 
Quanto bem somos capazes de proporcionar ao próximo nos colocando apenas na posição de ouvintes.
 
Presentear... Por mais singelo seja o presente, ele chega impregnado de bons fluidos de quem o oferta e carrega a mensagem: Lembrei-me de você.
 
Um afago, um abraço... O toque leva ao outro um pouco da energia salutar de quem o oferece.
 
Cuidar... do filho, do amigo, do irmão, do cônjuge, dos pais, dos avós e também daquele que pouco conhecemos.
 
Tratar quem quer que seja com respeito e consideração.
 
Partilhar, doar... qualquer coisa que o outro esteja precisando: alimento, agasalho, tempo, atenção, sorriso e afeto.
 
Dividir conhecimento... Cada ensinamento que passamos adiante é mensageiro de um pouquinho de amor.
 
Aconselhar, dialogar, preocupar-se, enfim, perceber a necessidade do outro e se fazer presente.
 
Perdoar... os afetos, os desafetos e a nós mesmos.
 
Ser caridoso. Jesus nos ensinou que a caridade nada mais é do que o amor em ação.
 
* * *
 
É certo que o amor por si só existe. Enquanto Espíritos imortais, todos carregamos sua semente em nosso íntimo.
 
Mas para que façamos essa semente germinar, crescer e produzir frutos, é preciso que coloquemos o amor em movimento através das nossas atitudes.
 
As ações têm o seu início no pensamento e na vontade de realizá-las. Mas a virtude de fazer o bem só se torna ativa e tem valor, quando transformamos a nossa intenção em prática.
 
Façamos com que todos os nossos gestos, por mais simples que sejam, estejam envolvidos por esse nobre sentimento, o Amor.
 
Redação do Momento Espírita.
 
Em 25.09.2012.
 
* * *
 
 
 
Com esta mensagem eletrônica
seguem muitas vibrações de paz e amor
para você

---------
Portal A ERA DO ESPÍRITOhttp://www.aeradoespirito.net/

Planeta ELIO'S (Temas Espíritas)http://emollo.blogspot.com.br/

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Linda Mensagem de reflexão Chico Xavier


Remédio para as Almas



Remédio para as Almas




Antigamente, em época não muito remota, o ser humano vivia relativamente pouco. Não havia a bênção do antibiótico, tínhamos que tratar com parcos recursos as enfermidades.

Era, às vezes, o quinino o que mais nós usávamos, e trazia tantas descobertas que para nós eram tão atuais: o carro, o telefone, o telégrafo, tanta coisa importante.

E, no entanto, pensávamos na Medicina, tão pouco adiantada. Hoje, a medicina aí está, avançando a largos passos.

Cada dia, uma descoberta nova e, no entanto a idade média de grande número das pessoas que partem está na faixa de trinta anos, Por que? Acidentes e acidentes, partidas violentas em “overdose”.

O número daqueles que chegam à idade avançada, para nós do plano espiritual, que observamos o mundo de cima, é muito menor do que aqueles que aportam muito antes, por antecipação, por não cumprimento do traçado cármico de suas vidas.

Lamentavelmente, os jovens estão partindo em larga escala para o plano espiritual. Não chegam a atingir a idade madura, pela insensatez, pelos princípios tão inferiores dolorosamente abraçados, pela falta de objetivos cristãos, pela imaturidade, pela viciação. E nós perguntamos:

“Quando será que aprenderão a servir a si mesmos servindo ao próximo?”

Quando aprenderão a valorizar a saúde, a bênção da vida, a bênção de ter um corpo perfeito?

Por que tantos têm que ser aprisionados em leitos de deformações físicas pelos acidentes cada vez mais constantes? Por que essa velocidade na estrada?

Por que essa velocidade imensa, buscando a morte?” Fala-se à juventude, mostram-se espetáculos dantescos, diante dos olhos dos jovens desfilam cenas e cenas dolorosas, mas nem assim eles se previnem...

E colônias e colônias são abertas para colher esses farrapos espirituais que, na verdade, foram rapazes e moças belos, cheios de juventude, de inteligência.

Para onde vai caminhando o nosso mundo? Lamentavelmente, nós temos que ver, sentir e prever o pior...

Por isso, meus filhos, aquele que é cristão, o quanto puder divulgue a página esclarecedora, divulgue o livro que é um alimento completo, um banquete de luz, divulgue as palavras sensatas, os exemplos dignificantes, pratique a caridade. Não se deixem cansar pela ociosidade dos outros, porque aquele que está trabalhando encontrará sempre alguém para pedir: “DÊ-me a sua enxada. Deixe eu encostá-la ali para você descansar.” Esses são os que mais devem e são os que menos fazem. Meus filhos, privilegiados vocês são e serão sempre, quando escolherem a melhor parte, que é a parte do bem, a parte da luz, a parte da renúncia e do amor. Porque o que mais ouvimos é gritarem pelos quatro rincões da Terra: “Senhor, Senhor!” Tantas seitas, tantas religiões de corações vazios e mãos vazias. Vocês preencham o coração e transbordem as mãos no trabalho caritativo, porque Deus é por todos vocês!





Bezerra de Menezes
Fonte: Universo Espírita


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/remedio-para-as-almas-44353/#ixzz27hlyujbR

Verdadeiras Jóias

Verdadeiras Jóias



Narra uma lenda romana do século II a.C., que uma matrona romana, de nome Cornélia, tinha dois filhos.
Certo dia, chamou os meninos que brincavam no jardim e lhes disse que, naquele dia, deveriam receber a visita de uma amiga para jantar. Ela era muito rica e viria para lhes mostrar suas joias.
Quando a mulher chegou, ambos os irmãos arregalaram os olhos, ao ver os anéis que trazia nos dedos, os braceletes nos braços, as correntes de ouro que contornavam seu pescoço e os fios de pérolas que cintilavam nos seus cabelos.
Olharam para sua mãe, que trajava uma túnica branca, sem adereços, e na cabeça trazia somente suas tranças enroladas.
Um servo trouxe uma caixa e a colocou sobre a mesa. E, ante a surpresa dos meninos, a mulher lhes mostrou rubis vermelhos como sangue, safiras azuis como o céu, esmeraldas verdes como o mar e diamantes que luziam ao sol.
O menorzinho sussurrou para o maior: Seria tão bom se nossa mãe pudesse ter algumas dessas pedras ou dessas jóias.
Olhando com quase piedade para Cornélia, a ilustre visitante lhe indagou:
É verdade que você não tem joias? Será verdade que você é assim tão pobre?
Sem pestanejar, a anfitriã respondeu: De forma alguma. Tenho joias muito mais valiosas que as suas!
Os irmãos Tibério e Caio se entreolharam. Seria possível que sua mãe possuísse joias e eles não soubessem? Acaso teria ela um cofre secreto? Seriam suas joias de tamanho valor que ela não as usasse, temendo ladrões?
Mas Cornélia se aproximou dos dois filhos, abraçou-os sorrindo e falou: Estas são as minhas joias. Não são muito mais preciosas do que as suas pedrarias?
* * *
São verdadeiramente joias preciosas os filhos que nos chegam. Alguns pedras brutas para lapidação, outros já deixando perceber o fino trabalho da ourivesaria dos tempos, da lapidação das várias vidas.
Quantos de nós nos apercebemos de tal riqueza? Quanta vez preferimos ilusões do mundo a estar com nossos pequenos?
Quantas vezes preferimos colocar-nos ante a televisão, permitindo que os anos se sucedam e nossas preciosidades cresçam sem o cuidado e o carinho de que necessitam!
E haverá algo mais precioso do que o sorriso de uma criança? De um abraço generoso? De suas carícias com as mãozinhas tépidas em nossos rostos?
Atendamos aos nossos pequenos, joias raras que Deus nos confiou por breve tempo. Não percamos oportunidades de estar com eles, de senti-los, de amá-los.
Porque de todos os tesouros do Universo, o amor é o mais valioso e duradouro.
* * *
Cornélia era mãe de Tibério e Caio Graco, que se tornaram Estadistas em Roma.
Quando o povo romano erigia estátuas em honra dos irmãos, nunca esquecia de prestar tributo à mulher que os ensinara a ser sábios e bons.

Redação do Momento Espírita


"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel


A Fé Religiosa - Condição da Fé Inabalável


Do ponto de vista religioso, a fé consiste na crença em dogmas especiais, que constituem as diferentes religiões. Todas elas têm seus artigos de fé. Sob esse aspecto, pode a fé ser raciocinada ou cega. Nada examinando, a fé cega aceita, sem verificação, assim o verdadeiro como o falso, e a cada passo se choca com a evidência e a razão. Levada ao excesso, produz o fanatismo. Em assentando no erro, cedo ou tarde desmorona; somente a fé que se baseia na verdade garante o futuro, porque nada tem a temer do progresso das luzes, dado que o que é verdadeiro na obscuridade, também o é à luz meridiana. Cada religião pretende ter a posse exclusiva da verdade; preconizar alguém a fé cega sobre um ponto de crença é confessar-se impotente para demonstrar que está com a razão.

Diz-se vulgarmente que a fé não se prescreve, donde resulta alegar muita gente que não lhe cabe a culpa de não ter fé. Sem dúvida, a fé não se prescreve, nem, o que ainda é mais certo, se impõe. Não; ela se adquire e ninguém há que esteja impedido de possuí-la, mesmo entre os mais refratários. Falamos das verdades espirituais básicas e não de tal ou qual crença particular. Não é à fé que compete procurá-los; a eles é que cumpre ir-lhe, ao encontro e, se a buscarem sinceramente, não deixarão de achá-la. Tende, pois, como certo que os que dizem: "Nada de melhor desejamos do que crer, mas não o podemos", apenas de lábios o dizem e não do íntimo, porquanto, ao dizerem isso, tapam os ouvidos. As provas, no entanto, chovem-lhes ao derredor; por que fogem de observá-las? Da parte de uns, há descaso; da de outros, o temor de serem forçados a mudar de hábitos; da parte da maioria, há o orgulho, negando-se a reconhecer a existência de uma força superior, porque teria de curvar-se diante dela.

Em certas pessoas, a fé parece de algum modo inata; uma centelha basta para desenvolvê-la. Essa facilidade de assimilar as verdades espirituais é sinal evidente de anterior progresso. Em outras pessoas, ao contrário, elas dificilmente penetram, sinal não menos evidente de naturezas retardatárias. As primeiras já creram e compreenderam; trazem, ao renascerem, a intuição do que souberam: estão com a educação feita; as segundas tudo têm de aprender: estão com a educação por fazer. Ela, entretanto, se fará e, se não ficar concluída nesta existência, ficará em outra.

A resistência do incrédulo, devemos convir, muitas vezes provém menos dele do que da maneira por que lhe apresentam as coisas. A fé necessita de uma base, base que é a inteligência perfeita daquilo em que se deve crer. E, para crer, não basta ver; é preciso, sobretudo, compreender. A fé cega já não é deste século (1), tanto assim que precisamente o dogma da fé cega é que produz hoje o maior número dos incrédulos, porque ela pretende impor-se, exigindo a abdicação de uma das mais preciosas prerrogativas do homem: o raciocínio e o livre-arbítrio. É principalmente contra essa fé que se levanta o incrédulo, e dela é que se pode, com verdade, dizer que não se prescreve. Não admitindo provas, ela deixa no espírito alguma coisa de vago, que dá nascimento à dúvida. A fé raciocinada, por se apoiar nos fatos e na lógica, nenhuma obscuridade deixa. A criatura então crê, porque tem certeza, e ninguém tem certeza senão porque compreendeu. Eis por que não se dobra. Fé inabalável só o é a que pode
encarar de frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.

A esse resultado conduz o Espiritismo, pelo que triunfa da incredulidade, sempre que não encontra oposição sistemática e interessada.

Nota de Rodapé(1): Kardec escreveu essa palavras no século XIX. Hoje, o espírito humano tornou-se ainda mais exigente: a fé cega está abandonada; reina descrença nas Igrejas que a impunham. As massas humanas vivem sem ideal, sem esperança em outra vida e tentam transformar o mundo pela violência. As lutas econômicas engedraram as mais exóticas doutrinas de ação e reação. Duas guerras mundiais assolaram o planeta, numa ânsia furiosa de predomínio econômico. Toda a esperança da Humanidade hoje se apóia no Espiritismo, na restauração do Cristianismo, baseada em fatos que demonstram os princípios básicos da Doutrina cristã: eternidade da vida, responsabilidade ilimitada de pensamentos, palavras e atos. Sem a Terceira Revelação o mundo estaria irremediavelmente perdido pelo choque das mais desencontradas ideologias materialistas e violentistas. - A Editora da FEB, em 1948. 

KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet. org.br. 

* * * Estude Kardec * * *

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O homem de bem, Grande desafio




Grupo Espírita Allan Kardec
http://www.luzdoespiritismo.com

Um Ponto Negro

Um Ponto Negro



Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão, para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam.
Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins e pouca importância ao que se realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros!
Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio, e uma das netas perguntou à avó: Vózinha, como é que a senhora aguentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
É simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
* * *
Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo.
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equívocos alheios.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.

Redação do Momento Espírita


"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel