quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Definição de Felicidade por Mário Sérgio Cortella





"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel


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"Energia Mental e Autocura", por Eliomar Borgo Cypriano




"Energia Mental e Autocura", este foi o tema da palestra do professor e orador Eliomar Borgo Cypriano, de Vitória-ES. Foi no domingo 25 de novembro de 2012, de 09 as 10 da manhã, na Sociedade Colatinense de Estudos Espíritas, situada a Rua Santa Maria, 51 - Centro, informações: 27 3722-5192 / 3722-2756 / 9854-2762 / 9907-4060 ou por email sceecolatina@gmail.com.br. Eliomar é colaborador da FEEES - Federação Espírita do Estado do Espírito Santo e dirigente da Sociedade Praiana de Estudos Espíritas, ele nos traz informações atualizadas de seus estudos sobre os poderes da mente na cura espiritual e física. Muita saúde, paz e alegrias! Virgilio Knupp (Presidente da SCEE).


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Sozinho? Curta Metragem espírita - Bebidas alcoólicas




Ninguém está sozinho! Temos a opção de escolher qual a companhia que queremos ter. A obsessão é típica no caso do uso do álcool, veja como ocorre essa interação.


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A Importância das Vibrações



A Importância das Vibrações




Vibrações de Amor e Fé curam os males físicos e espirituais, todos temos condições de amenizar a dor do outro ou a nossa própria dor, basta que façamos vibrações positivas e de coração àqueles que necessitam da nossa ajuda, com certeza seremos  atendidos pela Providência Divina.


Jesus que foi o maior médico de todos, curou apenas com seu amor e devotamento ao próximo e deixou a nós seus irmãos este ensinamento maravilhoso, mas poucos sabem utilizar-se dessa dádiva, porque ainda somos pequeninos diante de tanta grandeza benéfica, nos sentimos inseguros diante da doença ou das dificuldades que são inerentes ao nosso fortalecimento e crescimento espiritual.


Somos capazes de promover maravilhas através de nossas vibrações de amor e carinho, por isso a importância de estarmos com nosso coração aberto para dar e receber as bençãos que nos são enviadas através das preces que oferecemos ao Alto a nosso favor ou a favor de alguém.


Viva intensamente as vibrações positivas que são designadas a você através de pensamentos e sentimentos salutares, diante de tantos benefícios que as vibrações curadoras nos dão, não temos o direito de desperdiçar nossas forças com sentimentos pequenos e com pensamentos negativos, devemos sim agradecer a oportunidade da mudança consciente e da ajuda constante ao nosso próximo, pois necessitamos uns dos outros para avançarmos positivamente na evolução da vida.





As Vibrações e Nós





As vibrações são parte integrante da nossa existência, no corpo físico ou no espírito, tudo que pensamos ou sentimos são vibrações, que podem ser positivas ou não. Diante disso, devemos estar alerta e vigilantes quanto ao que estamos pensando ou sentindo, porque poderemos trazer muitos transtornos a nós mesmos.

Quando estamos vibrando paz, amor e serenidade, percebam que tudo a nossa volta segue tranquilamente e com equilíbrio, nosso corpo responde positivamente a todos esses sentimentos benéficos, mas se estivermos angustiados, com raiva, com ódio e mágoa percebam que tudo entra em desequilíbrio, tornando a vida muito mais difícil do que ela realmente é.


Devemos diariamente rever nossas atitudes e nossos pensamentos para não entrarmos em sintonia com sentimentos que só nos trarão dificuldades. Se neste momento você estiver passando por alguma dificuldade, veja como anda seu pensamento e o que está desejando ao seu próximo e verás como as vibrações que emitimos tem tudo a ver com que estamos passando. Portanto vigiar pensamentos e sentimentos é nosso dever, porque através deles poderemos buscar nossa felicidade e harmonia ou nosso desespero e frustração.


Quando estiver com maus pensamentos e sentimentos, busque na prece o remédio para aliviar seu coração e sua mente. Lembrem-se que as vibrações que emitimos podem modificar nossa vida,  só depende de nós. 





Vibrações de Amor





Quando estamos num estado emocional equilibrado e livre dos pensamentos menores, nos tornamos mais sensíveis ao chamamento das vibrações positivas que rondam o Universo e que são proporcionadas pelos benfeitores espirituais que trabalham  incessantemente pela harmonia e a paz entre todos os povos.


E para a Espiritualidade Maior não existe a distinção de nenhum conceito social ou material, vale apenas o amor que temos em nosso coração.  É muito importante que tenhamos sempre pensamentos elevados, quando emanamos amor recebemos as dádivas de doar esse sentimento tão único e sublime, nos tornamos melhores e assim conseguimos dar aos nossos semelhantes toda nossa compreensão e carinho.


Na atualidade onde tudo parece muito tumultuado, não percebemos que por muitas  vezes abandonamos as vibrações de amor para vibrarmos a impaciência e a intolerância, nos tornando assim, frios e insensíveis às dores do outro. Para não abandonarmos as vibrações de amor, devemos nos manter vigilantes quanto ao que estamos vivenciando diariamente e como estamos nos comportando diante das dificuldades que nos procuram.






Fonte: Gotas de Paz


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/a-importancia-das-vibracoes/#ixzz2De2js5LK

INFLUÊNCIA DO ESPIRITISMO NA EVOLUÇÃO DO HOMEM CONTEMPORÂNEO



Escreve: Ciro PirondiEm: Novembro de 2012http://www.viasantos.com/pense/arquivo/1388.html
 
UM SENTIDO DE MODERNIDADE
 
O homem contemporâneo perdeu a confiança em sua capacidade de controlar o futuro. O futuro está na esquina, em cada laboratório, ou nas quatro paredes de uma sala, onde um pensador elabora novas proposições para a humanidade. O homem contemporâneo vive assim, um pouco como Narciso, assustado com sua própria imagem.
 
Nestes últimos 80 anos não houve sistema científico que não tenha sido virado do avesso, tão pouco concepções filosóficas que tenham resistido.
 
O mundo moderno é caracterizado pela contradição existente da força entre o desenvolvimento tecnológico que a cada dia nos oferece uma nova noção acerca do tempo, do espaço e da história, e as exigências sentimentais de relacionamento, trabalho, vida em sociedade, família e sexo.
 
Ao verificar este estado de coisas, muitas vezes nos questionamos se realmente houve evolução, afinal, não continuamos como nossos antepassados, com um pouco menos de pelo e um instrumental mais sofisticado? Esta sensação de estacionamento, no entanto, é ilusória, as máquinas, os avanços tecnológicos nos libertaram das doenças, das epidemias, tornou nosso trabalho mais leve e a perspectiva de vida humana foi ampliada. No entanto, ao par deste avanço, continuamos com um sistema social injusto que manipula as descobertas da ciência, que deveriam ser um patrimônio coletivo, em proveito egoístico de poucos. A televisão é um instrumental maravilhoso, pródigo em possibilidades, as máquinas eletrônicas dessa terceira fase de revolução industrial que atravessamos são capazes de equilibrar as informações, armazenando dados essenciais para a vida humana.
 
Rodeado de uma parafernália capaz de lhe assegurar uma condição de vida melhor, contraditoriamente o homem sente-se inseguro. Ao lado de toda essa evolução, paramos nas janelas de nossos edifícios e olhamos a cidade, com seu tecido urbano totalmente comprometido pelos interesses de circulação e escoamento das mercadorias; as ruas cheiasde automóveis, o ar totalmente poluído. A cidade perdeu, assim, seu valor de uso e ficamos somente com o valor de troca e, o que ainda é pior, chamamos isso de progresso.
 
Todas as ideologias do inicio do século tais como o Marxismo, o Existencialismo, a Psicanálise e, mais recentemente, a Linguística, que propunham uma saida para o homem ruíram ou estão sendo reavaliadas.
 
A África mantém um sistema social do século 18, com todos os diamantes e poderes do século 20. No nordeste brasileiro temos toda uma geração de crianças comprometidas na sua capacidade de raciocínio, por falta de alimentação; gastamos somente no ano de 1985, quatro vezes mais em armamentos do que as dívidas externas dos países em desenvolvimento juntos.
 
Contraditoriamente, enviamos máquinas maravilhosas para visitar outros planetas em uma viagem fantástica, que a apenas 50 anos atrás seria inconcebível.
 
Criamos, assim, nesses últimos 100 anos, uma sociedade tecnológica extremamente erudita e culturalmente fraca; pois a erudição é a característica do conhecimento que valoriza a informação, colocando-a em um patamar distante da formação e da vida. A cultura, no entanto, concebida como atividade humana, só tem um significado: a realização do homem, esse animal muito especial e peculiarmente dotado; uma espécie única, solitária e social.
 
Estas oposições da sociedade são as molas propulsoras da evolução. As discrepâncias e a aparente desorganização reinante são as tendências naturais do universo. O homem, o ser pensante do universo, opõe-se a esse processo criando ordem, buscando organizar e gerando, por contradição, novo estado de desorganização. Assim, neste processo dialético, na busca de uma síntese impossível, fazemos nossa evolução. No caos aparencial da vida, construímos a Vida.
 
Fomos acostumados a ver tudo isso de maneira excludente, colocando de um lado o que é mal e de outro, o que é bom. Não exploramos nossa capacidade de questionamento a respeito dos fatos, para concluirmos até que ponto tal fenômeno é natural ou cultural e, consequentemente, manipulado. Procuramos sempre um fim utilitário e imediatista para tudo que nos cerca.
 
Perdemos nossa capacidade poética de ver e sentir a vida. Sempre precisamos mensurar as coisas, para verificar qual o retorno em termos de benefícios materiais que tal possa nos trazer, afastando-nos cada vez mais da forma de pensar da filosofia e da ciência contemporânea, que não indagam mais sobre o tamanho do universo, e sim, se ele é “aberto” ou “fechado”.
 
Estamos, assim, por imposição de uma sociedade utilitarista, míopes para perceber o que nos cerca; estudar o que nos interessa; desenvolver nossa sensibilidade para com o universo que nos rodeia.
 
Preso, com os dois pés no chão, o homem contemporâneo não percebe que mesmo para se locomover é necessário que um esteja no ar para que ele consiga caminhar.
 
Esse Homem Contemporâneo somos todos nós que, nestes últimos anos, construímos a história, da qual o Espiritismo participa. O que nos cabe hoje, passados 130 (155) anos de sua existência é avaliar qual sua participação nesta história.
 
CONTEMPORANEIDADE DO ESPIRITISMO
 
A influência do espiritismo na evolução do homem contemporâneo inexiste.
 
Afastamo-nos da cultura de nosso tempo e não pudemos influenciá-la. Fizemos questão, principalmente a partir da década de 30, em nos institucionalizarmos como religião, esquecendo e por vezes considerando desnecessários os estudos e as pesquisas que visavam interrelacionar o Espiritismo com as demais áreas do conhecimento.
 
Esta tendência quase à natural da cultura do Ocidente, reforçada a partir da Revolução Francesa, de departamentalizar o conhecimento, nos levou por questão de formação a uma área estanque e indiscutível, aquela que trata das questões divinas e sagradas, onde a ciência humana não tem acesso. A consequência primeira disso foi passarmos a encarar os livros espíritas como livros santos, e seus médiuns e dirigentes na condição de mitos.
 
Tal corte histórico tem a intenção de análise para verificar os fatores que determinaram o atual estado do Espiritismo, o que nos leva a perguntar: há um sentido de atualidade nas propostas espíritas? O Espiritismo atende aos anseios do homem contemporâneo?
 
Os princípios fundantes da filosofia espírita por se assentarem na natureza, continuam e continuarão com o mesmo significado do início, ou seja, a imortalidade não é um patrimônio da filosofia espírita mas uma condição natural humana. A maneira pela qual o Espiritismo a estudou e as consequências morais advindas de tal fato continuam sendo atuais, pois se não conseguimos comprovar a imortalidade do homem para a coletividade, também não foi possível acabar com sua possibilidade. As circunstâncias podem ter variado, a metodologia científica positivista empregada por Kardec pode estar ultrapassada, mas o principio é o mesmo.
 
Ha uma outra questão, sobre este sentido de atualidade do Espiritismo, a qual prende-se o seu movimento. Nós nos organizamos para DEFENDER uma verdade e não para ESTUDAR suas possibilidades. Esta foi a consequência mais direta de tê-lo elevado à condição de algo divino; e o que é divino se defende e não se questiona.
 
O que nos interessava não era a descoberta inicial, mas a busca contínua da verdade acerca da imortalidade do ser. A vida e movimento constante, múltipla em suas determinações, não-linear em suas relações; e o Espiritismo para responder aos anseios do homem contemporâneo não pode pretender-se uma doutrina totalitária, capaz de equacionar tudo ou servir de tábua de consolo a todos.
 
O Espiritismo é um processo vivo não acabado, que caminha em par com o desenvolvimento tecnológico e com as descobertas do homem, e por trazer ao conhecimento um dos elementos constitutivos do universo — o elemento espiritual — ele deveria contribuir com todos os avanços da ciência e da filosofia. No entanto, reproduzindo a própria contradição da vida, a que nos referimos momentos atrás, o movimento espírita tem sido ao largo da história o principal obstáculo para o Espiritismo. Com uma filosofia aberta e revolucionária, montamos um movimento fechado e sectário. Possuímos uma mensagem capaz de equacionar alguns dos principais problemas do homem como indivíduo e a sociedade como organismo multicelular, mas não temos um canal adequado para transmiti-la.
 
Assim, estamos fora das universidades, fora das discussões nas áreas da política e da sociedade e, definitivamente, não fazemos parte da cultura de nosso tempo.
 
O poeta e pensador Ezra Pound, referindo-se às descobertas humanas, diz que podemos dividi-la em três categorias de pensadores: aqueles que ele classifica de Inventores ou Criadores, que são os que captaram o momento primeiro de uma revelação; os Mestres, os quais recolhem a ideia original proposta pelos Inventores, a desenvolvem e ampliam-na, tornando-a mais rica e compreensível. E, finalmente, Pound nos fala dos Diluidores, os que distorcem a ideia inicial, comprometendo o objetivo central da mesma.
 
Em nosso meio alimentamos grande número de Diluidores do pensamento original de Allan Kardec, aceitando-os como Mestres, quer sejam encarnados ou não. Com isto, descaracterizamos em grande parte a proposta inicial. Desprezamos alguns poucos Mestres que desenvolveram com fidelidade a proposta inicial e valorizamos aqueles que diluíram o caráter racional do Espiritismo e acentuaram em suas propostas nossas tendências místicas.
 
A realidade histórica demonstra que sempre modificamos as ideias iniciais. Os Romanos fizeram isso com o mundo Grego; desfiguramos o Cristianismo e na Ásia ocorreu o mesmo com o Budismo. Mesmo nos meios materialistas transformamos Marx em um fantoche e o Marxismo em uma seita para intenções individuais e escusas. Essa tendência humana colocou o movimento espírita em um impasse, caracterizado pela impossibilidade de colocarmos nossos conceitos frente a uma sociedade que se encontra entre dois extremos: de um lado, o ceticismo materialista do nada e de outro, o misticismo pueril das religiões. A visão espírita, que seria integralizadora, onde o homem é visto em toda a sua complexidade sócio-bio-psíquico espiritual não consegue ter participação nessa discussão, que polariza os dois extremos da filosofia contemporânea.
 
A HUMANIZAÇAO DO ESPIRITISMO
 
A finalidade principal de qualquer teoria, quer seja ela científica ou filosófica, é o Homem.
 
O Espiritismo é uma filosofia humanista, sendo, portanto, seu objetivo primordial o homem. Colocando-a num plano sobrenatural, inacessível ao ser comum, nós o desumanizamos e perdemos o contato com o plano real, com a sociedade dos homens.
 
Nossa literatura, principalmente a mediúnica, fala de coisas etéreas. Em nossos romances permeia a ideia do sexo como um tabu, como pecado. A comida é tida em boa parte de nosso meio como algo excessivamente “material”. Nossas instituições, principalmente aquelas com porte grande, mantém características hierárquicas bem definidas e nossos centros possuem um espaço arquitetônico semelhante ao dos templos: seu desenho designa sua função.
 
Será necessário reciclar novamente nossa perspectiva de atuação na sociedade, se quisermos participar dela. Justificarmos tudo como uma tendência mística de nosso povo nos levará a rodar em falso e o mundo nunca se transformará.
 
Mudar não significa destruir, mas compreender que o processo do “novo” faz parte da história.
 
Continuar construindo templos, editando livros sagrados, fazendo reuniões com ar de mistério, não nos aproximará do homem atual, mas sim, nos distanciará cada vez mais.
 
Os jovens continuarão indo ás universidades e ouvirão o discurso materialista. Essas serão as cabeças que irão fazer as leis e dirigir o mundo de amanhã.
 
Devemos humanizar o Espiritismo, recolocá-lo no plano humano para atender as reivindicações do homem. O Espiritismo é uma proposta viável para o ser humano, desde que seja encarado como um processo natural.
 
Os assuntos que ele aborda referem-se às questões que até aqui têm sido objeto somente das religiões e das seitas ocultas. Mas, ele é justamente o rompimento dessa tradição secular entre o sagrado e o profano. Uma nova forma de ver e estudar as questões da natureza espiritual do homem. Assim como Galileu no século 16, através de seus estudos foi preso e quase queimado pela inquisição, e apesar de tais estudos não serem religiosos, discordavam da concepção religiosa da época, mas que nossos filhos hoje estudam nas escolas nas aulas de ciência natural. O mesmo caminho, por certo, deverá percorrer o Espiritismo. Seus estudos necessitam de uma forma nova, mais criativa e adequada ao nosso desenvolvimento, a fim de se integrarem ao domínio das Ciências Naturais.
 
Como já dizia Kardec: “A ciência sem o Espiritismo é incompleta e o Espiritismo sem a ciência carece de provas” (A Gênese, cap. I). Já caminhamos por vários anos nessa estrada. São mais de 100 anos de um Espiritismo apenas consolador e assistencialista. Talvez tenha sido necessário, pelas contingências socioculturais de nosso povo, mas temos que encarar o fato de que assim não influenciaremos o mundo e tão pouco ajudaremos o Homem na sua Evolução.
 
APONTAMENTOS FINAIS
 
Partindo da premissa de ainda ser possível influenciar a cultura de nosso tempo, é essencial desenvolver nossos esforços em dois níveis: um prático, alterando nossas sociedades espíritas, quase que na sua totalidade. Não permitirmos que nossos centros cresçam em demasia porque ocasiona invariavelmente a perda da qualidade e a centralização do poder. Pequenos grupos são preferíveis aos grandes.
 
Transformar a característica federativa do movimento nacional sem traumas, criando uma sociedade de estudos e pesquisas espíritas, aberta a todos os pesquisadores e estudiosos do assunto. Sociedade esta com caráter científico, filosófico, retomando as características daquela fundada por Kardec.
 
A partir daí começar-se-ia a formular uma metodologia científica, adequada ao século 20, com base na ciência relativista do mundo contemporâneo. Aproximaríamos-nos das universidades e dos centros de pesquisa de todo o mundo, onde se realizam pesquisas na área paranormal, procurando trocar informações, colher dados e fornecer nossas experiências retiradas de cada centro espírita com método e bom senso.
 
Tais mudanças não significam retirar o aspecto ético do Espiritismo, caindo na contradição da antiga Metapsíquica, o fenômeno pelo fenômeno o que, aliás, é impossível acontecer, pois o Espiritismo é uma visão gestáltica da vida onde razão e sentimento são as forças que equilibram o universo.
 
Esse nível prático é uma aproximação do que seria possível realizar. O segundo nível, que antecede esse primeiro, é o que se refere ao plano das ideias, “... e o mundo é o mundo das ideias” (Platão), são elas que transformam a sociedade através da reencarnação, num processo dialético entre o individual e o coletivo.
 
A mentalidade espírita poderá, através de uma mudança na forma de enfocar a Doutrina, ir alterando sua estrutura, atingindo cada vez mais um patamar de conhecimentos e uma visão nova sobre a própria Doutrina.
 
É essencial olharmos o Espiritismo nesse momento da evolução humana com os olhos livres, condição necessária para nos projetar em uma nova etapa do processo evolutivo, onde continuaremos tentando equacionar a contradição existente na vida entre a liberdade e a necessidade.

Fonte: Anais do 7º Congresso Espírita Estadual - Edições USE - 1ª edição - março de 1997. O evento foi realizado em Águas de São Pedro-SP, de 22 a 24 de agosto de 1986.
 
Ciro Felice Pirondi, arquiteto, foi presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB Nacional, da Fundação Vilanova Artigas, fundador da Sociedade Espírita para Estudo do Homem e Diretor-executivo da Casa Lúcio Costa - RJ. É diretor-fundador da Escola da Cidade, Associação de Ensino de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo. E-mail: ciropirondi@escoladacidade.edu.br

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Feridos de Amor



Feridos de Amor




Tenha atenção aos corações que você toca
Corações são delicados,
Existem momentos de tamanha delicadeza
que até uma pluma fere
até um suspiro vira tempestade
e um olhar destrói uma alma..


Corações são sensíveis
choram
e se viram do avesso quando menos se espera.
Corações sangram em silencio
se despedaçam sem ninguém ver
buscam os cantos solitários
e se encolhem tanto, tanto
que se tornam invisíveis
só mesmo um outro coração pode enxergar...


Corações são sensíveis
profundos,
.Não deixam rastros da sua dor
mas estão feridos
feridos de amor...



(autoria desconhecida)


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SOMOS TODOS DIFERENTES


 
Há, em cada pessoa, dentro de cada um de nós, um universo próprio, construído ao longo de nossas vivências.
 
Nada, daquilo que vive e pulsa em nossa mente e em nosso coração, foi dado gratuitamente. Ou se desenvolveu, por acaso, em nossa intimidade.
 
Toda nossa capacidade intelectual é fruto de esforço, dedicação, empenho.
 
Se há entre nós aqueles mais ou menos dotados no aspecto intelectual, se uns apresentam maiores capacidades intelectuais que outros, é porque nossos caminhares foram diferentes até aqui.
 
No aspecto emocional, faz-se da mesma forma. Alguns dispõem da tolerância, outros são menos compreensivos. Há os que são mais amorosos, outros mais frios e racionais.
 
Alguns trazem no coração a vingança, outros já superaram e conseguem viver o perdão.
 
Todas essas nossas peculiariedades são naturais, posto que estagiamos, em diferentes momentos, na conquista da perfeição.
 
Cada um de nós escreveu sua própria história, da qual hoje se torna herdeiro, vítima das próprias dificuldades que criou, ou beneficiário das virtudes que já desenvolveu.
 
Dessa forma, todas as pessoas que cruzam nossos caminhos estão, em algum momento de sua história, de volta à Terra para progredir, melhorar, conquistar valores nobres.
 
Alguns, mais amadurecidos, encaram a vida como oportunidade de trabalho e conquista.
 
Outros, necessitam que a dor os desperte para uma percepção mais nobre da vida.
 
Há muitos que ainda optam por caminhos infelizes, construindo um amanhã doloroso, mas inevitável.
 
Entretanto, estamos todos a caminhar nesse objetivo de sermos Espíritos perfeitos.
 
Aqueles que hoje criam empecilhos, dificuldades, e com os quais compartilhamos a existência, também se encontram nesse nosso mesmo processo.
 
Essas pessoas-problemas, pesadas e difíceis de se conviver, também terão seu momento de despertar.
 
Por isso, se já conseguimos perceber, no nosso próximo, as dificuldades que reconhecemos tenham sido nossas um dia, busquemos nos revestir de compreensão para com ele.
 
A maior dor daquele que hoje erra, será encontrar-se com sua própria consciência, mais cedo ou mais tarde. Inevitavelmente isso ocorrerá.
 
Sendo assim, não desejemos o mal, nem aumentemos a carga daquele que hoje carrega dramas intensos na sua intimidade, e que os exterioriza na forma de azedume, raiva e queixas.
 
Busquemos compreender e perceber, na situação, a oportunidade de desenvolver em nós a paciência que ainda não temos, a tolerância de que ainda carecemos.
 
O conselho de Jesus referindo-se àqueles que nos exigem muito, é sempre dar o dobro, fazendo do nosso coração a fonte de generosidade frente às angústias que eles exteriorizam.
 
Pensemos: sempre haverá alguém que, igualmente, está sendo exigido a utilizar a sua paciência e o seu equilíbrio, a fim de tolerar e compreender as dificuldades que nós mesmos ainda carregamos na intimidade do coração e demonstramos em nossas atitudes.
 
Pensemos nisso.
 
Redação do Momento Espírita.
 
Em  27.11.2012.
 
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Série Caminhar com Jesus: Aquele que beber da água viva



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Palestrante: Graça Maciel
Série Caminhar com Jesus:Aquele que beber da água viva


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Conhece-se a Árvore Pelo Fruto




A árvore que produz maus frutos não é boa e a árvore que produz bons frutos
não é má; - porquanto, cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto. Não se colhem
figos nos espinheiros, nem cachos de uvas nas sarças. - O homem de bem tira boas coisas
do bom tesouro do seu coração e o mau tira-as más do mau tesouro do seu coração;
porquanto, a boca fala do de que está cheio o coração. (S. LUCAS, cap. VI, vv. 43 a 45.)

Guardai-vos dos falsos profetas que vêm ter convosco cobertos de peles de
ovelha e que por dentro são lobos rapaces. - Conhecê-lo-eis pelos seus frutos. Podem
colher-se uvas nos espinheiros ou figos nas sarças? - Assim, toda árvore boa produz bons
frutos e toda árvore má produz maus frutos. - Uma árvore boa não pode produzir frutos
maus e uma árvore má não pode produzir frutos bons. - Toda árvore que não produz
bons frutos será cortada e lançada ao fogo. - Conhecê-la-eis, pois, pelos seus frutos. (S.
MATEUS, cap. VII, vv. 15 a 20.)

Tende cuidado para que alguém não vos seduza; - porque muitos virão em
meu nome, dizendo: ?Eu sou o Cristo?, e seduzirão a muitos.

Levantar-se-ã o muitos falsos profetas que seduzirão a muitas pessoas; - e porque
abundará a iniqüidade, a caridade de muitos esfriará. - Mas aquele que perseverar até o
fim se salvará.

Então, se alguém vos disser: O Cristo está aqui, ou está ali, não acrediteis
absolutamente; - porquanto falsos Cristos e falsos profetas se levantarão que farão
grandes prodígios e coisas de espantar, ao ponto de seduzirem, se fosse possível, os
próprios escolhidos. (S. MATEUS, cap. XXIV, vv. 4, 5, 11 a 13, 23, e 24; S. MARCOS,
cap. XIII, vv. 5, 6, 21 e 22.)

KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 21. Items 1, 2 e 3. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet. org.br. 

* * * Estude Kardec * * *

Começar de Novo





Erros passados, tristezas contraídas, lágrimas choradas, desajustes crônicos!...

Às vezes, acreditas que todas as bênçãos jazem extintas, que todas as portas se mostram cerradas à necessária renovação!...

Esqueces-te, porém, de que a própria sabedoria da vida determina que o dia se refaça cada manhã.

Começar de novo é o processo da Natureza, desde a semente singela ao gigante solar.

Se experimentaste o peso do desengano, nada te obriga a permanecer sob a corrente do desencanto.

Reinicia a construção de teus ideais, em bases mais sólidas, e torna ao calor da experiência, a fim de acalentá-los em plenitude de forças novas.

O fracasso visitou-nos em algum tentame de elevação, mas isso não é motivo para desgosto e autopiedade, porquanto, freqüentemente, o malogro de nossos anseios significa ordem do Alto para mudança de rumo, e começar de novo é o caminho para o êxito desejado.

Temos sido talvez desatentos, diante dos outros, cultivando indiferença ou ingratidão; no entanto, é perfeitamente possível refazer atitudes e começar de novo a plantação da simpatia, oferecendo bondade e compreensão àqueles que nos cercam.

Teremos perdido afeições que supúnhamos inalteráveis; todavia, não será justo, por isso, que venhamos a cair em desânimo.

O tempo nos permite começar de novo, na procura das nossas afinidades autênticas, aquelas afinidades suscetíveis de insuflar-nos coragem para suportar as provações do caminho e assegurar-nos o contentamento de viver.

Desfaçamos-nos de pensamentos amargos, das cargas de angústia, dos ressentimentos que nos alcancem e das mágoas requentadas no peito!...

Descerremos as janelas da alma para que o sol do entendimento nos higienize e reaqueça a casa íntima.

Tudo na vida pode ser começado de novo para que a lei do progresso e do aperfeiçoamento se cumpra em todas as direções.

Efetivamente, em muitas ocasiões, quando desprezamos as oportunidades e tarefas que nos são concedidas na Obra do Senhor, voltamos tarde a fim de revisá-las e reassumi-las, mas nunca tarde demais.

Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier

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O QUE É NORMAL?


 
Descobertas recentes sobre a origem de algumas doenças, sobre as guerras, a violência e a destruição ecológica, nos levam a questionar certas normas ditadas pela sociedade, através dos consensos existentes.
 
Tem-se constatado que algumas normas sociais, passadas e atuais, levaram ou levam ao sofrimento moral ou físico dos indivíduos.
 
Há na maioria dos nossos contemporâneos uma crença bastante enraizada.
 
Segundo esta, tudo o que a maioria das pessoas pensa, sente, acredita ou faz, deve ser considerado como normal e, por conseguinte servir de guia para o comportamento de todo mundo e mesmo de roteiro para a educação.
 
O pesquisador e escritor Pierre Weil nos traz uma nova visão sobre esse tema.
 
Ele chama de normose ao conjunto de normas, valores, hábitos de pensar ou de agir aprovados pela maior parte de uma determinada população e que, em algum momento, levarão a sofrimentos.
 
Esses comportamentos são vivenciados sem que os seus autores tenham consciência dessa natureza prejudicial.
 
Um exemplo simples, entre vários que poderíamos abordar, é o do consumo de cigarros.
 
Até algum tempo, era considerado normal que as pessoas fumassem. Mas, à medida em que ficou comprovado que o ato de fumar causa sérios danos à saúde, esse hábito começou a ser questionado.
 
O resultado foi que essa normalidade caiu por terra.
 
Assim como essa conduta perdeu adeptos, outras formas de comportamento vistas como normais hoje, poderão deixar de ser logo mais.
 
Nem tudo o que a maioria das pessoas aprova, através dos hábitos de pensar ou de agir, é conveniente que adotemos para nós mesmos, para nossas famílias ou para a educação de nossos filhos.
 
Estejamos atentos para analisar hábitos novos que a sociedade nos impõe. Hábitos que, muitas vezes, vão se instalando lenta e gradativamente.
 
Passamos a substituir o cuidado com o corpo físico através do lazer e do esporte, pelas infindáveis horas à frente dos computadores, televisores e jogos digitais, acreditando que é normal porque a maioria age assim.
 
Aos poucos, passamos a considerar normal o hábito de ingerir bebida alcóolica, com frequência e em grandes quantidades, pautados na forma como um número considerável de pessoas decidiu agir.
 
Crianças e jovens desrespeitam pais, professores e colegas porque os outros também têm essa conduta.
 
Assim como esses, poderíamos citar muitos outros exemplos, mas cabe a cada um de nós identificar o que realmente tem valor em nossas vidas.
 
* * *
 
Jesus nos orientou a que vivêssemos no mundo sem sermos do mundo. É difícil não ceder aos apelos que sofremos constantemente. É difícil ser diferente, mas não impossível.
 
Basta que tenhamos a firmeza de agir de acordo com o que realmente acreditamos e enchermo-nos de coragem para dizer não, sem nos importarmos com críticas e julgamentos.
 
Sigamos em frente felizes, com a certeza de estarmos pautando nosso comportamento nos valores que carregamos em nosso íntimo.
 
Redação do Momento Espírita, com base em texto do livro Normose, a patologia da normalidade, de Pierre Weil, Roberto Crema
e Yves Jean, ed. Versus.
 
Em  23.11.2012.
 
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 Com esta mensagem eletrônica
seguem muitas vibrações de paz e amor
para você

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