terça-feira, 13 de novembro de 2012

AVISOS SURPREENDENTES


 
Ele era médico no Interior e atendia, com zelo, sua clientela. Durante muitos anos, tratou de uma senhora viúva, cuja filha insistia para que fosse morar com ela, na capital.
 
No entanto, Dona Margarida continuava a morar sozinha, em sua casa. Várias razões relacionava para essa sua preferência.
 
A mais importante, justamente os cuidados que recebia do dedicado médico, em quem confiava plenamente e por quem nutria grande amizade.
 
Certa feita, os familiares a levaram para a capital, em visita a parentes e amigos. Então, ela se sentiu mal e, de imediato, a filha telefonou ao Doutor Carlos, o médico da mãe.
 
Para que fosse devidamente examinada e medicada, ele recomendou um colega, na capital.
 
Passados alguns dias, quando Doutor Carlos chegou, pela manhã, bem cedo, ele viu à porta do consultório a sua cliente, sozinha.
 
Cumprimentou-a, sorrindo e disse: Bom dia, Dona Margarida, vejo que está muito bem!
 
E ela respondeu: É o que você pensa!
 
Ele achou graça na sua expressão. Entrou no consultório, que estava repleto, como sempre. Contudo, dada a idade avançada de Dona Margarida, instruiu a atendente para que a introduzisse, em primeiro lugar, para a consulta.
 
Mas, a senhora não estava na sala de espera, nem do lado de fora, em lugar nenhum.
 
Estranhou o fato o médico, mas envolveu-se na atenção aos tantos clientes que o aguardavam.
 
Logo mais, chegou-lhe uma ligação telefônica. Era a filha de Dona Margarida informando-o que sua idosa cliente desencarnara, há dois dias.
 
*   *   *
 
Os que transpõem a aduana da morte, não apagam da memória as pessoas que lhe constituem afetos. Muito menos, olvidam de ser gratos.
 
Por isso, fatos como o narrado ocorrem muito mais amiúde do que se possa pensar.
 
Muitas criaturas, no momento mesmo da morte, lembram-se de alguém a quem devotam especial afeto e, não raro, aparecem à visão psíquica daquele.
 
Popularmente, se fala: Ele veio avisar que morrera. Em verdade, trata-se de um gesto de carinho, uma doce lembrança de quem parte e se encontra distante.
 
Por vezes, um pedido de socorro daquele que se percebe em nova realidade da vida, fora do corpo físico.
 
Quando anotados dia e hora do acontecido, se poderá constatar, posteriormente, que coincidem com a hora da morte desse que assim se mostrou à visão psíquica.
 
Essa é mais uma prova da Imortalidade. Uma prova de que o corpo sucumbe, mas a alma, liberada, livre, vai aonde se encontre o seu interesse.
 
Já nos ensinara o Mestre, há muito tempo: Onde estiver o teu tesouro, aí estará o teu coração. Ou seja, onde estiver o nosso amor, aí estaremos.
 
Não nos esqueçamos disso e permaneçamos atentos.
 
Em tais ocasiões, envolvamos em prece o Espírito do amigo, parente, colega, que assim se manifestou.
 
Oração é luz, aconchego, proteçãoÉ nossa forma de, igualmente, agradecer o aviso ou de auxiliar a quem, por vezes, é convidado a se transferir para o mundo espiritual, em pleno vigor e atividade física.
 
Redação do Momento Espírita, com base no artigo Um choque de realidade, de Richard Simonetti, da Revista Reformador, de junho 2012, ed. Feb.
 
Em  8.11.2012.

* * *
 
 
 
 
 Com esta mensagem eletrônica
seguem muitas vibrações de paz e amor
para você

---------
Portal A ERA DO ESPÍRITOhttp://www.aeradoespirito.net/

Planeta ELIO'S (Temas Espíritas)http://emollo.blogspot.com.br/

Ao repassar mantenha os créditos desta mensagem

Nenhum comentário:

Postar um comentário