terça-feira, 27 de novembro de 2012

Dívidas



Dívidas

Eu sou devedor, tanto a gregos como a bárbaros,
tanto a sábios como a ignorantes
Romanos, 1:14



O Apóstolo da Gentilidade frisou claramente a sua condição de legítimo devedor de todos e essa condição e a de qualquer outro ser da comunidade humana.

A criatura em si, não e apenas a soma das próprias realizações, mas também o produto de débitos inumeráveis para com o grupo a que pertence.

Cada um deve incalculáveis tributos às almas com quem convive.

Não nos esqueçamos de que vivemos empenhados a boa vontade dos corações amigos…

A sabedoria dos mais experientes…

Ao carinho dos companheiros próximos…

Ao apoio e ao estimulo dos familiares…

Aos nobres impulsos das relações fraternais…

Portanto, pelo reconhecimento das nossas dívidas comuns, provamos a real inconsequência do orgulho e da vaidade em qualquer coração e a impraticabilidade do insulamento em nosso passo evolutivo.

A dívida importa em compromisso e compromisso significa resgate natural ou compulsório.

Todos somos devedores uns dos outros.

Se ainda alimentas algum laivo de superioridade egoística, à frente dos semelhantes, lembra-te das dívidas numerosas, que ainda não saldaste, a começar pelo próprio instrumento físico que te foi emprestado temporariamente.



Emmanuel  &  Chico Xavier
 

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