quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Recado de Amigo - Bezerra de Menezes





http://www.redeamigoespirita.com.br/video/video/show?id=2920723%3AVideo%3A935405&xgs=1&xg_source=msg_share_video

O ANJO DO ORFANATO


 
Até onde se deve estender o amor ao próximo? A célebre pergunta feita ao mestre Jesus: Quem é meu próximo? - prossegue para muitas mentes.
 
Para Chan, assistente social de Hong Kong, de trinta anos de idade, não havia dúvidas.
 
Ela ouvira falar que as condições no orfanato de Nanning, na China, eram horríveis e decidiu ver pessoalmente.
 
Em agosto de 1992, ela conseguiu chegar até o diretor e ter sua permissão para explorar o local à vontade.
 
Ficou chocada com o que viu. Berços de metal enferrujado, onde bebês se amontoavam como sardinha em lata.
 
Subnutrição, brotoejas, choro, foi o que ela encontrou. Eram trinta e seis bebês, quase todos meninas. Essas são abandonadas na China com frequência, por causa da política do país de um filho único e a preferência de séculos por meninos.
 
Em verdade, os meninos que se encontravam no orfanato eram portadores de alguma deficiência.
 
Naquela noite, quando retornou ao hotel, ela levou uma das crianças consigo. Ao menos lhe daria uma noite de carinho. Cuidou de suas feridas e das assaduras. No dia seguinte, ao ter que devolver o bebê, sentiu o coração apertado.
 
Em média, quatro crianças eram abandonadas por dia naquele orfanato, onde a falta de recursos e funcionários fazia com que os atendentes dessem prioridade aos bebês saudáveis. Os fracos recebiam pouca atenção e quase não sobreviviam.
 
Chan pensou em sua infância feliz. Seus pais lhe ofereceram um lar acolhedor e ela teve formação universitária no Canadá. O senso moral lhe foi dado pelos pais.
 
Quando voltou a Hong Kong, decidiu. Deixaria o trabalho na creche e iria ajudar os órfãos de Nanning, embora isso significasse abrir mão de uma vida estável e de um emprego bem remunerado.
 
Chan sabia que muitos ocidentais esperavam ansiosos pela oportunidade de adotar uma criança. Nos meses que se seguiram, ela estabeleceu uma ponte entre a China e os Estados Unidos.
 
Então, relatórios de adoções ilegais levaram o governo de Pequim a proibir a adoção por estrangeiros.
 
Ela não desanimou. Passou a bater de porta em porta, procurando pessoas que desejassem levar crianças para os seus lares.
 
A missão era difícil, mas ela conseguiu sensibilizar algumas mulheres. Ela mesma passou a cuidar de alguns bebês, a fim de retirá-los da triste situação.
 
Em 1993, o decreto contra adoção foi revogado e ela prosseguiu em sua jornada de conseguir lares para os órfãos.
 
Dentre as primeiras mulheres, na China, que se dispuseram a abrigar uma criança abandonada, no programa da jovem Chan, havia uma cega de cinquenta e dois anos, que passara sua vida montando caixas de papelão em uma fábrica e era casada com um criador de porcos.
 
Chan se dedicou a administrar um orfanato que ficou conhecido como Amor de mãe.
 
O anjo do orfanato, como passaram a denominá-la, elegeu uma jornada de amor, agradecida pelo amor grandioso que ela recebeu de seus próprios pais.
 
* * *
 
Não limitemos nossa capacidade de amar e não nos permitamos afirmar que estamos sós ou em abandono. Saiamos em busca de alguém solitário e o amparemos.
 
Levemos para casa um filho alheio, em abandono, e o amemos.
 
O amor não tem limites e consegue superar obstáculos considerados intransponíveis.
 
Redação do Momento Espírita, com base no artigo O anjo do orfanato, de Seleções Reader´s Digest, de janeiro de 1999.
 
Em 30.1.2013.
 
* * *
 
 
------------
Portal
A ERA DO ESPIRITO
Atualizado em 30/janeiro/2013
 
> Para ler clique nos títulos <
 
Marcelo Henrique Pereira
 
Marcelo Henrique Pereira
 
 
RESGATE DE VIDAS PASSADAS
Marcial Salaverry
 
Silvia Giovatto (Faffi)
 
Roberto Romanelli Maia
 
Barbet
------------
 
 
 
Com esta mensagem eletrônica
seguem muitas vibrações de paz e amor
para você

---------

Planeta ELIO'S (Temas Espíritas)http://emollo.blogspot.com.br/

Planeta ELIO'S (Poemas)http://planetaelios.blogspot.com/

Jesus, Modelo e Guia





Referência, todos precisamos de referências para saber como agir.
Desde criança nossas ações são influenciadas profundamente pelos referenciais que temos mais próximos de nossas vidas.
Entendemos hoje que a família é o primeiro modelo de comportamento que o infante tem à sua disposição e que será de suprema importância em seu desenvolvimento.
Foi assim que, entendendo esta característica humana milenar, Allan Kardec, iniciando a exposição das Leis Morais em sua obra-prima, O livro dos Espíritos, inquiriu à Espiritualidade:
Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?
Há sabedoria na pergunta kardequiana, que inicialmente vê como indispensável termos referencial, e depois na solicitação de um tipo mais perfeito.
Sim, precisamos ter um Guia e Modelo acima de todos os outros. Um inquestionável, que apresente todas as características de perfeição possíveis.
A resposta dos Espíritos é muito clara e objetiva:
Jesus.
Logo em seguida, o professor lionês faz um comentário esclarecedor:
Para o homem, Jesus constitui o tipo de perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra.
Deus no-Lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor(...)
Aí está Kardec ressaltando uma vez mais a idéia de Modelo e Guia proposta por ele mesmo no questionamento inicial.
Faz-se mister que diferenciemos, didaticamente, estas duas características desse Mestre maior, para que nos aprofundemos mais nas reflexões.

O que podemos entender por modelo?
Modelo seria uma forma típica para se reproduzir ou imitar.
Para os pintores, escultores, o modelo é a figura a ser copiada, ou a referência única de inspiração para se compor uma obra.
No mundo da moda, os modelos são padrões de beleza ditados por esta ou aquela corrente, neste ou naquele momento da História.
Entender Jesus como Modelo, é perceber em Seus atos, em Suas atitudes, na maneira como procedeu nesta ou naquela situação, uma referência atemporal a ser imitada.
Quando o Mestre proclama, heróico: Tomai sobre vós o Meu jugo, e aprendei comigo que sou manso e humilde de coração, Ele nos diz:
Percebam Minha mansidão ao enfrentar as adversidades da vida. Mirem-se na Minha humildade, virtude que já tenho conquistada, para que vocês construam a sua.
Em outra feita, quando nos momentos finais de sua vida na Terra, pede ao Pai Maior que compreenda os que O estavam assassinando, Ele exemplifica o perdão incondicional.
Nas entrelinhas poderíamos ler: Inspirem-se no Meu exemplo. Estou compreendendo, perdoando aqueles que Me matam. Façam o mesmo.

O que podemos entender como Guia?
Guia é aquele que aponta o caminho, que conduz, que aconselha.
E o Cristo sempre foi o Guia por excelência, mostrando-nos todos os caminhos seguros, alertando-nos sobre as trilhas incertas e perigosas.
Jesus estava sendo Guia quando disse: Aquele que quiser ser o maior dentre vós, seja o servo de todos.
Ele apontava assim o caminho da grandeza de Espírito, a grandeza de quem serve.
Ao recitar as bem-aventuranças, Ele deixava claro quais as consequências de quem tomasse o caminho da misericórdia, do pacifismo, da pureza de coração...
Finalmente, coroando Sua missão como Guia e Modelo, deixa-nos Seu maior ensinamento: Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei.
Como Guia lúcido, indica o caminho seguro do amor.
Como Modelo irretocável, sugere-nos que nos inspiremos em Sua forma de amar, na maneira sublime com que amou a Humanidade inteira.
Redação do Momento Espírita

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel



http://www.mensagemespirita.com.br

Mensagem Espírita



"Ai de vos quando todos os homens de vos disserem bem porque assim faziam seus pais aos falsos profetas" - Jesus (Lucas, 6:26).

Indubitavelmente, muitas pessoas existem de parecer estimável as quais podemos recorrer nos momentos oportunos, mas que ningu6m despreze a opinião da própria consciência, porquanto a voz de Deus, comumente, nos esclarecera nesse santuário íntimo.

Rematada loucura e o propósito de contar com a aprovação geral ao nosso esforço.

Quando Jesus pronunciou a sublime exortação desta passagem de Lucas, agiu com absoluto conhecimento das criaturas.

Sabia o Mestre que, num plano de contrastes chocantes como a Terra não será possível agradar a todos simultaneamente.

O homem da verdade será compreendido apenas, em tempo adequado, pelos espíritos que se fizerem verdadeiros.

O prudente não Recebera aplausos dos imprudentes.

O Mestre em sua época não reuniu as simpatias comuns.

Se foi amado por criaturas sinceras e simples, sofreu impiedoso ataque dos convencionalistas.

Para Maria de Magdala era Ele O Salvador; para Caifás, todavia, era o revolucionário perigoso.

O tempo foi a única força de esclarecimento geral.

Se te encontras em serviço edificante, se tua consciência te aprova, que te importam as opiniões levianas ou insinceras?

Cumpre o teu dever e caminha.

Examina o material dos ignorantes e caluniadores como proveitosa advertência e lembra-te de que não é possível conciliar o dever com a leviandade, nem a verdade com a mentira.

Pelo Espírito EmmanuelXAVIER, Francisco Cândido. Fonte de Paz. Espíritos Diversos. IDE. Capítulo 8. 

* * * Estude Kardec * * *

Tola Inveja




Tola Inveja






A inveja é um sentimento inferior que se traduz pelo desejo da pessoa ser o que o outro é, ou possuir o que o outro detém.

É comum se invejarem as pessoas ricas, famosas, as que têm poder. Invejam-se  reis, artistas, empresários de sucesso.

O que não se analisa, nem se cogita é que a riqueza, a fama e postos de comando têm um preço.

Vendo as personagens que invejamos desfilarem nas páginas das revistas ricamente ilustradas, ou nas imagens televisivas, constatamos somente a parte boa, positiva.

As pessoas famosas, entretanto, não conseguem ter vida particular e nem realizar coisas simples, que desejariam.

Para saírem à rua, necessitam de esquemas de segurança, disfarces, horários próprios, uma série de cuidados.

Vivem em mansões ou palácios, mas não têm o direito de andar pelas ruas, olhando vitrines, descontraídas.

Não podem sentar num banco de jardim público, comer pipocas e ficar olhando o ir e vir das pessoas, numa tarde de sol morno.

Viajam em jatos particulares, têm uma agenda disputada, compromissos infindáveis e não conseguem um minuto de paz. Onde quer que estejam, fotógrafos, repórteres se encontram à espreita para fotografar, criticar, mostrar ao público.

Frequentam lugares sofisticados e caros, onde se sentem sempre como se estivessem em uma vitrine, observadas por todos.

Quando não, perseguidas por uma legião de fãs que tudo querem ver, saber, conhecer, disputar.

Se adoecem, não têm direito à privacidade. Detalhes dos exames realizados, do diagnóstico, tudo é do interesse do público.

Dramas familiares, que desejariam ficassem guardados entre as paredes do lar, logo se tornam de domínio público. Já pensamos como se sentiram aqueles que, porventura, tiveram apresentados a público a filha que se envolveu com drogas, ou o filho que se prostituiu?

Nos momentos de luto e dor, nem podem expressar toda a sua verdadeira dor, porque as câmeras de TV os estão focalizando, os microfones estão a postos para tudo registrar, captar.

Talvez prezassem ficar em silêncio e a sós, velando o corpo do afeto que partiu. Contudo, não lhes é permitido. Elas não se pertencem. A sua vida é do interesse da sociedade. Todos querem ver, falar, opinar, tocar.

Antes de invejarmos a vida do outro, o cargo, o poder, a riqueza, pensemos se teríamos condições de suportar e pagar o preço que é exigido.

Porque a fama, a riqueza, o poder não são meras circunstâncias na vida. São provações ou expiações para o Espírito reencarnado. Tanto quanto o anonimato, a pobreza, a subalternidade.

Todas são etapas de crescimento e de progresso e cada um, onde esteja, delas se deve utilizar com sabedoria, extraindo toda a experiência que oferecem.



*****


Cada um de nós está colocado no lugar exato. Ninguém que esteja recebendo o que não merece.

Enquanto nos colocamos na posição de invejosos, sonhando e desejando ardentemente o que os outros usufruem, nos esquecemos de valorizar o que possuímos e o que somos.

Esquecemo-nos das bênçãos da família que nos sustenta afetivamente, do emprego que nos permite aprendizado e nos garante o salário da honra.

Esquecemos do amor de Deus que, todos os dias, posiciona o sol, dispõe a chuva, alimenta os campos e reproduz os grãos.

Amor divino que se estende para todos, ricos e pobres, famosos e anônimos, poderosos ou subalternos.







Redação do Momento Espírita com base em conferência de Raul Teixeira,
proferida em  22.08.1999, no IV Simpósio Paranaense de Espiritismo,
 em Curitiba, Paraná.
Em 23.01.2009.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/tola-inveja/#ixzz2JZKAQf00

Jeremias e os falsos profetas



Eis o que diz o Senhor dos Exércitos: Não escuteis as palavras dos profetas que vos profetizam e que vos enganam. Eles publicam as visões de seus corações e não o que aprenderam da boca do Senhor. - Dizem aos que de mim blasfemam: O Senhor o disse, tereis paz; e a todos os que andam na corrupção de seus corações: Nenhum mal vos acontecerá. - Mas, qual dentre eles assistiu ao conselho de Deus? Qual o que o viu e escutou o que ele disse? - Eu não enviava esses profetas; eles corriam por si mesmos; eu absolutamente não lhes falava; eles profetizavam de suas cabeças. - Eu ouvi o que disseram esses profetas que profetizavam a mentira em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei. - Até quando essa' imaginação estará no coração dos que profetizam a mentira e cujas profecias não são senão as seduções do coração deles? Se, pois, este povo, ou um profeta, ou um sacerdote vos interrogar e disser: Qual o fardo do Senhor? dir-lhe-eis: vós mesmos sois o fardo e eu vos lançarei bem longe de mim, diz o
Senhor. (JEREMIAS, cap. XXIII, vv. 16 a 18, 21, 25, 26 e 33.)

É dessa passagem do profeta Jeremias que quero tratar convosco, meus amigos. Falando pela sua boca, diz Deus: "É a visão do coração deles que os faz falar." Essas palavras claramente indicam que, já naquela época, os charlatães e os exaltados abusavam do dom de profecia e o exploravam. Abusavam, por conseguinte, da fé simples e quase cega do povo, predizendo, por dinheiro, coisas boas e agradáveis. Muito generalizada se achava essa espécie de fraude na nação judia, e fácil é de compreender- se que o pobre povo, em sua ignorância, nenhuma possibilidade tinha de distinguir os bons dos maus, sendo sempre mais ou menos ludibriado pelos pseudoprofetas, que não passavam de impostores ou fanáticos. Nada há de mais significativo do que estas palavras: ?Eu não enviei esses profetas e eles correram por si mesmos; não lhes falei e eles profetizaram. " Mais adiante, diz: "Eu ouvi esses profetas que profetizavam a mentira em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei." Indicava assim um dos meios que eles
empregavam para explorar a confiança de que eram objeto. A multidão, sempre crédula, não pensava em lhes contestar a veracidade dos sonhos, ou das visões; achava isso muito natural e constantemente os convidava a falar.

Após as palavras do profeta, escutai os sábios conselhos do apóstolo S. João, quando diz: "Não acrediteis em todo Espírito; experimentai se os Espíritos são de Deus", porque, entre os invisíveis, também há os que se comprazem em iludir, se se lhes depara ocasião. Os iludidos são, está-se a ver, os médiuns que se não precatam bastante. Aí se encontra, é fora de toda dúvida, um dos maiores escolhos em que muitos funestamente esbarram, mormente se são novatos no Espiritismo. É-lhes isso uma prova de que só com muita prudência podem triunfar. Aprendei, pois, antes de tudo, a distinguir os bons e os maus Espíritos, para, por vossa vez, não vos tornardes falsos profetas. - Luoz, Espírito Protetor. (Carlsruhe, 1861.)

KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 21. Item 11. 

* * * Estude Kardec * * *

Conferir o vídeo 'Escritura Individual - Estudo do Livro dos Espíritos - questão 172'



Escritura Individual from FEEAK - Frat. Est Espíritas AK on Vimeo.

Palestra proferida por Carlos Alberto B. Costa no dia 02 de setembro de 2011, na Fraternidade de Estudos Espíritas Allan Kardec, em Belo Horizonte. Encarnação diferentes mundos

http://www.redeamigoespirita.com.br

A DIMENSÃO DO AMOR



Redação do Momento Espírita
 
Quando nos enamoramos, o mundo toma as tonalidades da nossa emoção.

O céu é mais azul, as flores são mais viçosas, o coração anda atropelado no peito à simples lembrança da figura amada.

É comum que os primeiros anos do casamento sejam coroados de gentilezas e comemorações.

Algo assim como a natural continuidade da doce fase do namoro.

É também bastante comum que, à medida que os anos se somem, arrefeçam os arroubos espontâneos do afeto, escasseiem os telefonemas, a oferta de flores.

É como se tudo fosse tomando ares de rotina.

Foi por isso que o oncologista, ao receber aquele casal em seu consultório, admirou-se com a postura do marido.

Era um comerciante de meia idade, ereto, recordando a formação militar.

A esposa era portadora de um câncer raro, terrível.

Concluída a consulta, o marido a acompanhou até a sala de espera e retornou para falar a sós com o médico.

“Doutor, quando conheci minha esposa, há 40 anos, e nos casamos, não tínhamos nada.  Nem eu, nem ela. A pobreza era nossa hóspede. Juntos, trabalhamos e amealhamos fortuna. Temos muitas posses, conquistadas ao longo dos anos. Tudo é nosso. Somos sócios. O que quero lhe dizer é que se for preciso gastar todos os nossos bens, não teremos perdido nada.  Simplesmente teremos voltado à condição inicial. Quero que o senhor se preocupe com o melhor tratamento existente em nosso país e no exterior. Dinheiro é problema meu. Estamos entendidos?”
 
E assim foi. Ele jamais reclamou de gasto algum. Por duas vezes a levou a uma clínica nos Estados Unidos. Dois anos depois, ela morreria.

Mais tarde, ele falaria ao médico do quanto amava aquela mulher.

Ele a conhecera em um baile militar e a convidara para dançar. Quando a abraçou para a dança, ficou trêmulo e pensou:
 
“Desejo passar o resto da vida abraçado com essa moça.”
 
Três meses depois se casaram. Ele fez um pedido formal mais ou menos nos seguintes termos:
 
“Quero pedir você em casamento para sermos felizes. Prometo que nunca haveremos de brigar por tolices, como o tubo de pasta de dentes. Muito menos por ciúmes descabidos.  Pretendo ser seu companheiro pelo resto da vida, sentar na sala com você à noite. Escutar a música que ambos apreciamos e me sentir em paz com a mulher que mais desejo, no melhor lugar do mundo, nosso lar.”
 
Ele cumpriu a promessa, até a última palavra.
 
* * *
 
O amor tem a dimensão que você lhe dá. Torná-lo grandioso, altruísta, é de sua livre escolha.

Fazer da vida a dois uma sucessão de momentos de felicidade, também.

Pense nisso e não deixe passar a excelente oportunidade de ser feliz, o quanto possa, até que possa.
 
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. Palavras do livro Por um fio, de Drauzio Varella, ed. Companhia das Letras.
 
* * *
 
 
 
Com esta mensagem eletrônica
seguem muitas vibrações de paz e amor
para você

---------

Portal A ERA DO ESPÍRITOhttp://www.aeradoespirito.net/

Planeta ELIO'S (Temas Espíritas)
http://emollo.blogspot.com.br/

Planeta ELIO'S (Poemas)
http://planetaelios.blogspot.com/

O Que o Espiritismo Pensa do Aborto




De conformidade com os ensinamentos espíritas, o aborto é crime dos mais condenáveis. Praticado no silêncio, covardemente, contra um ser indefeso, o aborto é um atentado à vida, dada por Deus e que somente pelo Criador pode ser tirada.

Dizer que a mulher é dona do seu corpo e dele pode dispor como bem entender, não é verdade, porque ninguém é dono do corpo, tanto assim que quando desencarnamos o nosso corpo fica na Terra. Somos apenas usufrutuários do próprio corpo. Portanto, uma das argumentações preferidas, a de que "a mulher é dona do seu corpo", é radicalmente falsa e não pode ser aceita como pretexto para a prática do aborto.

Ainda assim, se pensássemos (erradamente) que a mulher "é dona do seu corpo", ela não teria direito de fazer o aborto, porque o aborto atinge um outro corpo, um ser distinto da mãe. A própria lei dos homens ensina que o nosso direito vai até onde começa o do próximo.

Outra pseudo-justificativ a preferida dos abortistas é a de que "não tem condições de criar o filho" ou "o filho não foi desejado" . Ambas as colocações não são justas, porque se levarmos adiante essa alegação de que "não tem condições de criar" ou "o filho não foi desejado" , muitas crianças seriam mortas, muitos velhos seriam eliminados sob o mesmo pretexto, pois a diferença é apenas de idade. O feto é igualmente um ser vivo, a partir da concepção, contando com alguns dias ou meses de vida, quando é assassinado sob as falsas justificativas acima expostas.

A verdade é que devemos fazer a opção antes da concepção, depois é assumir o que está feito. É uma questão de responsabilidade. Não merece crédito quem não assume o que faz. O que diríamos de uma pessoa que assinasse um contrato e depois não o cumprisse sob a desculpa de que "não tem condições" ou "não desejava" ? Diríamos, certamente, é um irresponsável, um inconseqüente, não pensa para fazer as coisas, essa pessoa não merece mais confiança para negócios. No caso do aborto o compromisso é entre duas pessoas, homem e mulher e ambos têm responsabilidade pelo crime. As pessoas que aconselham, que divulgam o aborto, o cirurgião que executa, são coniventes com o crime e prestarão contas à justiça divina.

Há somente um caso em que o aborto é aceito pelo Espiritismo: quando está em risco a vida da mãe, comprovadamente. Nessa hipótese devemos salvar a mãe, que tem já sua vida em andamento, outros filhos para criar, muitas vezes. Somente nesse caso. Fora disso devemos aceitar o filho, Pois "não cai uma folha seca de uma árvore sem que Deus queira" .

Devemos promover campanhas de orientação às mães, aos pais, para que não cometam o crime que muito pesará em suas consciências.

Elias B. Ibrahim. Fonte: Portal do Espírito: http://www.espirito .org.br/portal/ artigos/diversos /aborto/o- que-o-espiritism o-pensa.html. 

* * * Estude Kardec * * *

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Perto de Deus



Perto de Deus






Onde te encontres, o que faças, para onde fujas, estarás sempre perto de Deus.

Por mais te rebeles em face do resultado dos julgamentos infelizes e precipitados, exames das circunstâncias e aparências, serás surpreendido pela presença de Deus.

Face às conquistas enobrecedoras da inteligência e aos labores persistentes do sentimento engrandecido, não esqueças de que te encontras perto de Deus.

Suportando o fardo das provações e desaires, jugulado a injustiças que te maceram e a aflições superlativas que te desanimam, recorda que estás, mesmo assim, perto de Deus.

Quando a infâmia te ferir o imo, dilacerando as mais caras aspirações, ou quando o estrugir da tempestade moral danificar a tua paz, ou quando experimentando insuportável soledade do sentimento, no cárcere de indizível amargura, conserva a coragem, pois estás, ainda assim, perto de Deus.

Surpreendido pelas contingências amargantes da vida em cujo carro segues no rumo da perfeição, confia, pois, perto de Deus, todas as coisas assumem configurações valiosas, se souberes conduzir o próprio comportamento...



Afirmas que pagas alto preço de sofrimento pelo caminho humano em que jornadeias e asseveras que as dificuldades te assessoram sempre, travestindo-se e corporificando-se em várias expressões, o que atesta estares relegado ao abandono, ao esquecimento...

Indagas, após a tragédia, onde estava o divino auxílio que te não alcançou e como considerar a celeste providência diante dos lastimáveis acontecimentos que te feriram amarga, profundamente?!...

Confrontas a tua com outras vidas e facultas a demorada fixação da mágoa nos tecidos sutis do sentimento intoxicando-te a pouco e pouco, refletindo que saldas incalculável débito para sofreres tanto, irrompendo, caudalosa, a revolta interior que tisna lucidez e alegria, fazendo-te calceta...

Não obstante, estás perto de Deus e tudo quanto acontece recebe dEle a sanção.

Não te equivoques com a precipitação de julgamento ou a alucinada interpretação das leis.

O que te parece felicidade em muita gente, apenas parece.

O júbilo dos outros, possivelmente não seja legítima alegria.

A fortuna, a saúde, a fama, o destaque são pesada canga que nem toda criatura consegue suportar.

Há muitos que estão destroçados pela constrição e peso dessa carga, aspirando à paz e lutando por necessário repouso interior.

Conquistaram o mundo e perderam-se.

Possuem muito e se fizeram possuir pelas coisas e fatores que os escravizam.



Segue renovado, sem embargo à posição que ocupes, o lugar em que estejas, as penas que experimentes.

O mal que te acontecer não é o pior, antes o mínimo que consegues suportar.

As duras provas que sofras não serão as mais severas que te estão reservadas pelo impositivo da reencarnação.

És espírito endividado, em rota redentora, sublimando-te e exercitando aprimoramento, corrigindo defeitos, ampliando aspirações.

Ausculta, desse modo, o pulsar da vida e exulta, seja como seja a tua existência, pois, seguindo sem receio, alcançarás a meta da felicidade sempre perto de Deus.







Joanna de Ângelis  &  Divaldo P. Franco
Obra: Celeiro de Bênçãos


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/perto-de-deus/#ixzz2JNZgBaBc

Desencarnações Coletivas (Emmanuel)

Desencarnações Coletivas (Emmanuel)

Emmanuel
Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos dos grandes incêndios?
(Pergunta endereçada a Emmanuel por algumas dezenas de pessoas em reunião pública, na noite de 23-2-1972, em Uberaba, Minas).
RESPOSTA:
Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio.
Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.
É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla.
***
Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.
Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.
Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de
sangue e lágrimas.
Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidade na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação.
***
Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extinguir-lhe as conseqüências. E a Sabedoria Divina se vale dos nossos esforços e tarefas de resgate e reajuste a fim de induzir-nos a estudos e progressos sempre mais amplos no que diga respeito à nossa própria segurança.
É por este motivo que, de todas as calamidades terrestres, o Homem se retira com mais experiência e mais luz no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar a vida.
***
Lamentemos sem desespero, quantos se fizerem vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos.
Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o melhor.
(Transcrito do livro: XAVIER, Francisco C. Autores diversos. Chico Xavier pede licença. S.Bernardo do Campo: Ed. GEEM. Cap. 19).


"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel


http://www.mensagemespirita.com.br

ATITUDE DE HOJE, MENSAGEM PARA O AMANHÃ



Redação do Momento Espírita
 
Quem observe esses frágeis seres que abrem seus olhinhos curiosos para o cenário do mundo, logo percebe como eles dependem dos adultos.
 
Bebês, pequeninos, com o aroma da inocência aureolando-lhes as ações, andam na terra em busca de carinho. Parecem avezitas implumes, tal sua delicadeza e fragilidade.
 
Às vezes, as vemos colocando suas mãozinhas nas pernas dos adultos, batendo de leve com seus dedinhos miúdos, erguendo os bracinhos a dizer sem palavras: "quero colo."
 
As crianças expressam assim seu desejo de serem carregadas. Desejo que é repelido com expressões grosseiras como: "não te pego no colo, não. Vai andar! Quis vir junto, pois agora ande. Do contrário, poderia ter ficado em casa."
 
Isso cai sobre a cabecinha da criança como uma bomba. Não percebem os que assim agem que o pequerrucho tem menos resistência, fatigando-o o esforço contínuo da caminhada.
 
Dirão que a criança pula, corre, e brinca o dia todo, que, se tem energia para brincadeira, também deverá ter para andar.
 
Ora, na brincadeira a criança está tendo a recompensa do prazer. Ela brinca até cansar e ao se sentir exausta, pára.
 
Já não nos demos conta como mesmo o bebê de poucos meses, parece por vezes "desligar"? É o período de calmaria, de repouso, que ele busca.
 
A caminhada contínua, onde não lhe é permitido parar para observar o cachorro que late, o brinquedo colorido na vitrine vistosa, o movimento das pessoas que circulam rápido, faz com que ela se canse com maior rapidez.
 
Sem se falar que, normalmente, os adultos esquecem que os pequenos estão juntos, e andam a passo acelerado, obrigando-os a quase correr para os acompanhar.
 
Outra situação que se repete com constância é a de crianças, no seu período de imitação, desejarem ser a cabeleireira da mãe.
 
Munidas de escova e pente, elas tentam criar o penteado que sua mente cataloga como maravilhoso. O que conseguem, em verdade, é despentear.
 
Mas elas insistem, põem a ponta da linguinha para fora da boca, demonstrando o esforço e alisam os cabelos com suas mãos. Satisfeitas, exclamam: "pronto."
 
Quantas vezes todo esse cuidado é repelido com as desculpas de "vai estragar o meu penteado." Ou "não tenho tempo para perder."
 
Atitudes repetidas desta natureza terminam por passar para a criança que o sofrimento do outro, como o seu cansaço, não importa. O lema é: "cada um por si."
 
Igualmente a ensinarão que carinho é perda de tempo e a aparência vale mais do que ele.
 
Não nos admiremos se, no futuro, nos depararmos com adolescentes frios e adultos indiferentes.
 
Pessoas que prezarão somente o seu bem-estar, seu conforto pessoal, não se importando com a família, amigos ou colegas.
 
Nas relações humanas, como tudo na vida, a questão é de aprendizado e de semeadura.
 
Você sabia?
 
Você sabia que até aos 7 anos de idade a criança é mais suscetível às mensagens que objetivam a educação?
 
E que a educação integral compreende, não somente o comportamento social, as boas maneiras, a conduta reta, mas também a questão afetiva, emocional e espiritual?
 
Assim, não desprezemos as carícias da criança. Dia virá, dobrados os anos, em que ansiaremos por quem se aproxime de nós, nos alise os poucos cabelos brancos.
 
Alguém que disponha de seu tempo para colocar sua cabeça junto à nossa e perguntar:
 
"Como vai minha velhinha, hoje? Está cansada? Quer um carinho?"
 
Redação do Momento Espírita
 
* * *
 
 
 
Com esta mensagem eletrônica
seguem muitas vibrações de paz e amor
para você
---------
Portal A ERA DO ESPÍRITOhttp://www.aeradoespirito.net/

Planeta ELIO'S (Temas Espíritas)http://emollo.blogspot.com.br/

Planeta ELIO'S (Poemas)http://planetaelios.blogspot.com/