segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

OS ANIMAIS

Novo post em Centro Espírita Amor e Caridade Santarritense

OS ANIMAIS

by ceacgallo
2013-01-03 15.00.09
Livro dos Médiuns, Cap. XXV, item 283, item 36 a 37.
283. Evocação de animais:
36. Pode-se evocar o Espírito de um animal?
- O princípio inteligente que animava o animal fica em estado latente após a morte. Os Espíritos encarregados desse trabalho imediatamente o utilizam para animar outros seres, através dos quais continuará o processo da sua elaboração. Assim, no mundo dos Espíritos não há Espíritos errantes de animais, mas somente Espíritos humanos. Isto responde a vossa pergunta.
37. Como se explica então que certas pessoas tenham evocado animais e recebido respostas?
- Evoque um rochedo e ele responderá. Há sempre uma multidão de Espíritos prontos a falar sobre tudo.
Livro dos Espíritos, Cap. XI, Item II, perguntas 598 a 600.
598. A alma dos animais conserva após a morte sua individualidade e a consciência de si mesma?
- Sua individualidade sim, mas não a consciência de si mesma. A vida inteligente permanece em estado latente.
599. A alma dos animais pode escolher a espécie em que prefira encarnar-se?
- Não; ela não tem o livre-arbítrio.
600. A alma do animal, sobrevivendo ao corpo fica num estado errante como a do homem após a morte?
 - Fica numa espécie de erraticidade, pois não está unida a um corpo. Mas não é um Espírito errante. O Espírito errante é um ser que pensa e age por sua livre vontade: o dos animais não tem a mesma faculdade. E a consciência de si mesmo que constitui o atributo principal do Espírito. O Espírito do animal é classificado, após a morte, pelos Espíritos incumbidos disso e utilizado quase imediatamente: não dispõe de tempo para se por em relação com outras criaturas.

Revista Espírita, janeiro de 1861, Allan Kardec:
“Sabe-se que não há Espíritos de animais errantes no mundo invisível e que, consequentemente, não pode haver aparições de animais, salvo o caso em que um Espírito fizesse surgir uma aparência desse gênero, com um objetivo determinado, o que não passaria, sempre, de uma aparência, e não o Espírito real de tal ou qual animal. O fato das aparições é incontestável, mas é preciso guardar-se de as ver em toda parte e de tomar como tais o jogo de certas imaginações facilmente exaltáveis, ou a visão retrospectiva das imagens estampadas no cérebro.”
ceacgallo | 04/01/2013 às 10:27 AM | Categorias: artigos | URL:http://wp.me/p1hFkH-17b

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