sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Deus Castiga? - Reflexão




Acontece inúmeras vezes. A pessoa passa a ter dificuldades de variada ordem e se sente infeliz.
No âmbito familiar, os desentendimentos se tornam rotina. No ambiente de trabalho, um certo marasmo toma conta das ações e a pessoa não se sente mais estimulada a realizar o melhor.
Por causa disso, sucedem-se as chamadas de atenção dos superiores, as reclamações de clientes e a insatisfação íntima.
Acrescente-se a isso pequenas desavenças com um ou outro amigo, que deságuam em ruptura de relacionamentos de anos.
Então, a pessoa enumera todas as dificuldades, grandes e pequenas, e acredita que Deus a está castigando.
E não faltam os que fazem coro a essa afirmativa, dizendo-a verdadeira.
Deus castiga porque a pessoa foi desonesta em algum momento. Deus castiga porque a pessoa O desagradou, não Lhe prestando as homenagens devidas.
Deus castiga porque a pessoa não está vinculada a essa ou aquela denominação religiosa, para fazer o bem.
Deus castiga...
* * *
Que forma pequena de conceituarmos Deus! Deus, que é nosso Pai, soberanamente justo e bom, viveria a dar castigos aos filhos que Ele criou, por amor?
Deus, de quem Jesus afirmou que veste a erva do campo, que hoje se apresenta verde e amanhã já secou e é lançada ao fogo...
Deus, de quem Jesus nos cientificou que providencia o alimento para as aves que voam pelos céus, porque elas não semeiam...
Terá acaso Deus maior cuidado com a erva, os animais do que com os seres humanos?
Observamos que, no mundo, o homem tem graduações para o atendimento prioritário, onde o ser humano é mais importante do que o animal, por sua condição de ser moral, imortal.
Também observamos que, em casos de grandes comoções e necessidades, o homem salvaguarda os seres mais frágeis: idosos, crianças, mulheres.
Ora, será Deus menos sábio que nós mesmos?
Pensemos nisso. E abandonemos de vez essa ideia de que Deus castiga.
Se Deus regesse o Universo, ao sabor de paixões como as que temos nós, os humanos, viveríamos o caos.
Em certa manhã, Ele poderia estar de mau humor e, porque um número determinado de pessoas de um planeta O desagradasse, resolveria por eliminar aquele globo do conjunto universal.
Por ter preferências por uns seres em detrimento de outros, concederia bênçãos inúmeras àqueles, deixando de atender a esses, que não Lhe mereceriam melhor atenção.
Deus é soberanamente justo e bom. Tenhamos isso em mente.
Infinito em Suas qualidades, estende Seu amor a toda Sua criação, a quem sustenta com esse mesmo amor.
E, se as dores, os problemas e dificuldades se acumularem, verifiquemos até onde nós mesmos criamos todos esses entraves.
E, sempre, nos reportemos ao Pai amoroso e bom, suplicando nos auxilie a resolver os problemas, a modificarmos a nossa maneira de ser, a nos tornarmos criaturas melhores.
Com certeza, a pouco e pouco, veremos se diluírem, como névoa da manhã, o que hoje catalogamos como insolúvel, extremamente doloroso ou amargo.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita.

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel



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A Torre



A Torre


"Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro
a fazer as contas dos gastos para ver se tem com que a acabar?" - Jesus
(Lucas, 14:28.)






Constitui objeto de observação singular as circunstâncias do Mestre se referir, à essa altura dos ensinamentos evangélicos, à uma torre, quando deseja simbolizar o esforço de elevação espiritual por parte da criatura.

A torre e a casa são construções muito diversas entre si.

A primeira é fortaleza, a segunda é habitação.
A casa proporciona aconchego,  torre dilata a visão.

Um homem de bem, integrado no conhecimento espiritual e praticando-lhe os princípios sagrados está em sua casa, edificando a torre divina da iluminação, ao mesmo tempo.

Em regra vulgar, porém, o que se observa no mundo é o número espontâneo de pessoas que nem cuidaram ainda da construção da casa interior e já falam calorosamente sobre a torre, de que se acham tão distantes.

Não é fácil o serviço profundo da elevação espiritual, nem é justo apenas pintar projetos sem intenção séria de edificação própria.

É indispensável refletir nas contas, nos dias ásperos de trabalho, de autodisciplina.

Para atingir o sublime desiderato, o homem precisará gastar o patrimônio das velhas arbitrariedades e só realizará esses gastos com um desprendimento sincero da vaidade humana e com excelente disposição para o trabalho da elevação de si mesmo, a fim de chegar ao término, dignamente.

Queres construir uma torre de luz divina?
É justo. Mas não comeces o esforço, antes de haver edificado a própria casa íntima.






pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Chico Xavier
livro: Alma e Luz



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As bombas do pensamento



As bombas do pensamento




Anota: 
Às vezes, em casa,
Por simples questão, à-toa
Vem a injúria que atordoa,
Partindo para a agressão:
Duras mágoas do passado,
Remexidas de repente,
Parecem bombas na mente,
De explosão para explosão.


Maria Dolores




Talvez não percebemos, mas, as grandes discussões dentro do lar, se iniciam por coisas pequenas.

São pequenas reclamações que vão se amontoando e transformando o lar em um ambiente "pesado", sem clima para uma conversa agradável ou até para troca de pequenas gentilezas.

Isto acontece porque, ao invés de conversarmos mais sobre os assuntos que nos incomodam, preferimos "fazer de conta" que nada está acontecendo, imaginando estarmos evitando mais discussões.

Para nos livrarmos das conversas sérias, preferimos, muitas vezes, ligar a televisão e nos alienar da família.

Mas, em nossa mente, ficamos remoendo aquela mágoa, e isto é pior, pois continuamos a "poluir" o clima espiritual do lar com vibrações de rancor.

Precisamos achar um tempo para o diálogo em família.

Por que não aproveitamos e marcamos, uma vez por semana, com data e hora certa, para sentarmos com nossos familiares e fazer uma oração e conversar sobre o Evangelho; falando e deixando que os outros falem, sendo ouvido e ouvindo as colocações de todos. Este é o Culto do Evangelho no Lar, o mais antigo antídoto contra as bombas que nascem em nossa mente.







Adolpho
Bibliografia: Perdão e Vida - Francisco C. Xavier.


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Estou Pronto Agora!



Estou Pronto Agora!




Em uma tarde de inverno, um capitão de navio, vendo um menino quase maltrapilho, olhando a vitrine de uma confeitaria, perguntou:

- O que faz aí?
- Estou olhando as delícias que gostaria de poder comer, se tivesse dinheiro. E lá dentro deve estar bem quentinho...
- Ainda estou com tempo. Se você estivesse arrumadinho, eu o levaria para tomar um chá da tarde, recheado dessas delícias - falou o capitão.

O menino, faminto e lacrimejante, rapidamente passou a mãozinha magra pelos cabelos em desalinho, ajeitando-os e disse:

- Estou pronto agora!

Comovido, o homem entrou com o menino e pagou-lhe uma suculenta refeição. Enquanto o menino comia, perguntou-lhe:

- Onde está a sua mãe?
- Ela foi para o céu quando eu tinha quatro anos.
- E seu pai, onde está?
- Não sei, nunca mais vi meu pai, desde que minha mãe morreu.
- Mas, então - tornou a perguntar o capitão - quem toma conta de você?

Resignado, o menino respondeu:

- Quando minha mãe estava doente, ela disse que Deus tomaria conta de mim e me ensinou a pedir isto a Ele, todos os dias.

O capitão, cheio de compaixão, acrescentou: Se você estivesse limpo eu o levaria para o navio e cuidaria de você com muita alegria.

O menino levantou-se e, imediatamente, ajeitando os cabelos, disse:

- Capitão, estou pronto agora.

Vendo-o assim, quase suplicante, o homem o levou ao seu navio e, apresentando-o aos seus marinheiros, disse:

- Ele será meu ajudante e será sempre chamado de "Pronto Agora".

Tudo transcorreu tranquilamente na vida do garoto e das pessoas que o tratavam com carinho, cuidados e respeito, até que, numa manhã, o menino amanheceu muito febril. Apesar das medicações, o estado não melhorava e o capitão suplicou ao médico que o salvasse. Embora os esforços, o quadro não se modificava.

Na tarde seguinte, o menino, chamando-o, falou:

- O senhor foi muito bom para mim, mas agora eu vou ao encontro de minha mãe. O senhor está pronto, agora, para aceitar que eu vá? Porque minha mãe está me dizendo que, enquanto o senhor não estiver pronto, eu não me libertarei.

O homem, com lágrimas nos olhos, respondeu:

- Filho, estou pronto agora!

O garoto cerrou os olhos, suspirou e seu Espírito desenlaçou-se, indo ao encontro da mãezinha.





Vemos a bondade e a caridade no coração de um homem, ao ajudar e aceitar uma criança, dando-lhe moradia, alimento, e, principalmente, o carinho.

Vemos, também, a fé e a doçura no coração de uma criança que vive sem a família, não tem comida, brinquedos ou roupas, mas aceita a sua vida, sem rebeldia, distribuindo ao seu redor, sem saber, a lição da humildade.

Estejamos sempre alertas e vigilantes para que na hora em que formos chamados ao encontro com o Pai, possamos dizer: "Estou pronto agora".





por Araújo, revista Seareiro 117


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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Árvore de Amigos




Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho.
Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro.
A todas elas chamamos de amigo.
Há muitos tipos de amigos.
Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles.
O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e o amigo mãe.
Mostram o que é ter vida.
Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós.
Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e
desejamos o bem.
Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam
cruzar o nosso caminho.
Muitos desses denominados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros.
Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz...
Às vezes, um desses amigos do peito estala o nosso coração e então é chamado de amigo namorado.
Esse dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés.
Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora.
Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos por perto.
Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos distantes.
Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que, quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas.
Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações.
Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria.
Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam com o nosso caminho.

Desejo a você, folha da minha árvore, Paz, Amor, Saúde, Sucesso,
Prosperidade... Hoje e Sempre... simplesmente porque:
Cada pessoa que passa em nossa vida é única.
Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós.
Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada.
Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso.

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel



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Meu Credo Espírita


Muitos estão rezando os seus credos, eu também vou rezar o meu. Ei-lo: 

Creio num Deus único e eterno, inteligência suprema do Universo, causa primária de todas as coisas. Num Deus imanente, presente em tudo. 

▬   Creio em Jesus, filho de Deus, o Espírito mais perfeito que já apareceu aqui na Terra: 
 
  Pregando, 
  Ensinando, 
  E exemplificando a lição mais difícil de todos os tempos...
 
... A lição do "Amai-vos uns aos outros ". 
 
  Jesus, que não só ressuscitou, mas visitou em espírito os seus apóstolos, provando assim o intercâmbio entre o mundo visível e o mundo invisível. 
 
Jesus, que, no Monte Tabor, conversou com os espíritos de Moisés e Elias, mostrando dessa maneira que Deus não estabelece barreiras entre os chamados mortos e vivos. 

  Creio, portanto, que os espíritos existem, são imortais, e que podem se comunicar com os homens. Creio na mediunidade, fenômeno que está na origem de todas as religiões. 

Creio na evolução, processo libertador do espírito, muito bem expresso nestas palavras do escritor Léon Denis: "O espírito dorme no mineral, sonha no vegetal, movimenta-se no animal e acorda no homem". 

  Creio na reencarnação, a lei das vidas sucessivas, inapelável e justa, sem a qual como explicar as desigualdades do mundo? 

Não creio, por conseguinte, que o espírito nasça por ocasião da concepção, e sim egresso de longa peregrinação anterior. 

  Creio na lei de causa e efeito, que funciona automaticamente em todos os domínios da Natureza, fundada naquele preceito ensinado por Jesus: 
 
  "A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória", 
  "Quem mata pela espada, pela espada perecerá". 

Creio na caridade como meio de evolução do espírito e jamais numa fé sem obras, porque como pregou Tiago: "A fé sem obras é morta". 

  Creio na influência constante dos espíritos em nossas vidas, sejam evoluídos ou não. Não acredito em demônios, como seres eternamente voltados para o mal, o que viria comprometer a bondade e justiças divinas. 

  Creio que o inferno está dentro de nós, toda vez que sentimos o fogo do remorso ante às faltas cometidas. 
  Creio que o céu, assim como o inferno, é sobretudo um estado d'alma. Não há maior paraíso do que uma consciência em paz. 

  Creio na pluralidade dos mundos habitados. Impossível que esse grãozinho, que se chama Terra, perdido na imensidade cósmica, seja o único habitado. 

▬   Creio numa religião que não se envergonhe de seu passado, que jamais tenha levado às fogueiras e às torturas aqueles que divergiram de seus dogmas: 

  Cientistas, 
  Filósofos, 
  Santos. 

Creio numa religião que não imponha suas idéias aos seus adeptos. Nada do: "Crê ou morre". 

▬   Creio numa religião que sabe dar: 
 
  A César o que é de César, 
  E a Deus o que é de Deus, 
  Ensinando que nem só de pão vive o homem. 

Creio numa religião que prova a imortalidade da alma. Uma religião que ande de mãos dadas com a ciência. 

  Creio no espiritismo, doutrina codificada (e não fundada) por Allan Kardec, a 3ª Revelação, Consolador Prometido por Jesus, que veio revelar novas verdades aos homens, verdades que antes não podiam ser suportadas. 

Creio na vida terrena, com simples estágio no longo curso reencarnatório imposto pela evolução. 

Assim seja.

Carlos Romero.
Paraíba.




O Credo, a Religião do Espiritismo




 
.    Crer num Deus Todo-Poderoso, soberanamente justo e bom;
.   crer na alma e em sua imortalidade;
.   na preexistência da alma como única justificação do presente;
.   na pluralidade das existências como meio de expiação, de reparação e de adiantamento intelectual e moral;
.   na perfectibilidade dos seres mais imperfeitos;


   
.   na felicidade crescente com a perfeição;
.   na equitativa remuneração do bem e do mal, segundo o princípio: "A cada um segundo as suas obras";
.   na igualdade da justiça para todos, sem exceções, favores nem privilégios para nenhuma criatura;
.   na duração da expiação limitada à da imperfeição;
.   no livre-arbítrio do homem, que lhe deixa sempre a escolha entre o bem e o mal;


  
.   crer na continuidade das relações entre o mundo visível e o mundo invisível;
.   na solidariedade que religa todos os seres passados, presentes e futuros, encarnados e desencarnados;
.   considerar a vida terrestre como transitória e uma das fases da vida do Espírito, que é eterno;
.   aceitar corajosamente as provações, em vista de um futuro mais invejável que o presente;
.   praticar a caridade em pensamentos, em palavras e obras na mais larga acepção do termo;[font]



.   esforçar-se cada dia para ser melhor que na véspera, extirpando toda imperfeição de sua alma;
.   submeter todas as crenças ao controle do livre-exame e da razão, e nada aceitar pela fé cega;
.   respeitar todas as crenças sinceras, por mais irracionais que nos pareçam, e não violentar a consciência de ninguém;
.   ver, enfim, nas descobertas da Ciência, a revelação das leis da Natureza, que são as leis de Deus. 




.   Eis o Credo, a religião do Espiritismo, religião que pode conciliar-se com todos os cultos, isto é, com todas as maneiras de adorar a Deus. É o laço que deve unir todos os espíritas numa santa comunhão de pensamentos, esperando que ligue todos os homens sob a bandeira da fraternidade universal.

Com a fraternidade, filha da caridade, os homens viverão em paz e se pouparão males inumeráveis, que nascem da discórdia, por sua vez filha do orgulho, do egoísmo, da ambição, da inveja e de todas as imperfeições da Humanidade.




  
.   O Espiritismo dá aos homens tudo o que é preciso para a sua felicidade aqui na Terra, porque lhes ensina a se contentarem com o que têm. Que os espíritas sejam, pois, os primeiros a aproveitar os benefícios que ele traz, e que inaugurem entre si o reino da harmonia, que resplandecerá nas gerações futuras.

Os Espíritos que nos cercam aqui são inumeráveis, atraídos pelo objetivo que nos propusemos ao nos reunirmos, a fim de dar aos nossos pensamentos a força que nasce da união. Ofereçamos aos que nos são caros uma boa lembrança e o penhor de nossa afeição, encorajamentos e consolações aos que deles necessitem. Façamos de modo que cada um recolha a sua parte dos sentimentos de caridade benevolente, de que estivermos animados, e que esta reunião dê os frutos que todos têm o direito de esperar.






   Extraído do Discurso de Abertura pelo Sr. Allan Kardec à Sessão Anual Comemorativa dos Mortos, na Sociedade de Paris, em 10 de novembro de 1868, sob o tema “O Espiritismo é uma Religião?”, que poderá ser lido integralmente na Revista Espírita, Jornal de Estudos Psicológicos, 11º ano, nº 12, de dezembro de 1868 – Revue Spirite Journal d’Études Psychologiques, publié sous la direction de Allan Kardec. 

A Terra



A Terra



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Existem muitos segredos ainda para serem descobertos, referentes à Terra. Ela é um grande magneto solto no espaço, mas preso por determinadas leis, que asseguram o seu giro habitual e garantem a vida na sua superfície, como empréstimo de amor d'Aquele que a fez.

A Terra é um corpo vivo, com todas as suas nuances de existência. Compete aos homens a observação dos fenômenos que podem ser enumerados como naturais. Ela pode ser chamada de uma casa onde há de tudo com fartura.

As previsões dos homens de ciência, de que no futuro ninguém poderá mais viver na Terra, por faltar isso ou aquilo para as condições de vida, não devem ser consideradas. Já foi previsto para nada faltar aos seres viventes, dentro do necessário. Ela pode receber cinco, dez ou vinte bilhões de pessoas que todos poderão viver em paz, desde quando o amor direcione todos os pendores dos Espíritos reencarnados.




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Como vivem os peixes no mar, as aves nos céus e os animais na Terra? Alguém já pensou em contar quantos são? Provavelmente, os computadores atuais não estarão preparados para dizer, a não ser que se mude os códigos de comunicação. No entanto, todos os seres vivem e subsistem. Deus não é deus de mesquinhez; é fonte de todos os suprimentos de vida.

Quando as inteligências da Terra se conscientizarem de que não vale a pena guerrear, matar para viver, destruir por prazer e, quando os recursos forem canalizados somente para o bem da humanidade, então nada faltará em lugar algum para ninguém.

A falta de alimentos, por exemplo, acompanha a falta de compreensão. Isso é o bastante para que se possa compreender o resto. As corridas armamentistas, as despesas com vigilância dos países ricos, em quanto fica? Falta quase tudo, por faltar quase todo o amor que deveria existir!

Nós, no plano espiritual, somos em muito maior número que os homens, e somente falta alguma coisa onde falta elevação espiritual; cada Espírito tem aquilo de que necessita, dependendo do modo pelo qual pensa e vive. Atraímos para o nosso convívio aquilo que sintoniza com o que somos.




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Vamos falar da Terra, esse Jardim do Éden que o Senhor nos deu como moradia. O planeta que Ele nos empresta como casa benfeitora é uma cópia do corpo humano, ou esse é que é uma cópia aperfeiçoada da Terra:

O corpo humano tem veias onde se faz a circulação do sangue; a Terra tem os rios, por onde circulam as águas. O corpo humano é formado por mais de 70 % de água; a Terra mantém a mesma proporção. O corpo humano tem uma atmosfera que o circunda; a Terra tem sua própria atmosfera, que a protege. O corpo humano tem um coração que pulsa dentro do peito; a Terra tem um coração ígneo que borbulha no seu íntimo.

O corpo humano tem muitos meridianos, por onde transitam as energias; a Terra tem seus meridianos, onde circulam muitas forças. O corpo humano tem seus centros de força; a Terra, igualmente, tem suas aglomerações energéticas. O corpo humano tem um aglomerado de poros, com vários objetivos; a Terra tem os mesmos processos nas primeiras camadas que a cobrem.

Descem do mundo astral irradiações cósmicas que são filtradas pelo centro de força do agregado físico; O sol projeta sua luz em direção à Terra e seus raios filtrados emprestam vida ao planeta. O corpo humano obedece à lei do cinetismo; a Terra, se parar, morre. O corpo físico é saturado por um número sem conta de pequenas vidas; na Terra, esse número é incalculável. O corpo humano é montado sobre um esqueleto ósseo; a Terra apoia todos os seus contornos em camadas de rocha. A flora e a fauna têm seus semelhantes no campo humano.




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Diante dessas comparações, podem-se deduzir outras, que são incontáveis. E quando nos falta a obediência às leis que nos asseguram a paz, sofremos as consequências. E é a este ponto que nos interessa chegar.

Antes de se processar a nossa reencarnação, passamos por um profundo adestramento, no sentido de valorizarmos o corpo físico, instrumento de elevação da alma, de redenção humana e de conquistas espirituais.

Quando estamos como Espíritos, as leis se aprimoram, mas são as mesmas, e o candidato às viagens astrais deve, com rigor, observar determinadas regras, para não ser envolvido em tramas de Espíritos mistificadores, carentes, porém, de paz e de amor.




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De João Nunes Maia, pelo espírito Miramez
Fonte: Livro Iniciação Viagem Astral


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O Casaco: Uma História de Caridade - Como ensinar seu filho a ser caridoso




Heber era filho de uma viúva pobre. Seu pai havia morrido quando ele ainda era um bebê. Sua mãe criou-o com muita dificuldade. Ela trabalhava muito para sustentar sua família. Ela frequentemente trabalhava até tarde costurando para fora.

No dia do aniversário de Heber, sua mãe preparara-lhe uma grande surpresa. Fez-lhe um casaco bonito e quentinho para aquecer seu frágil corpinho. Ele tinha um casaco fino, que mal lhe aquecia quando precisava sair de dentro de casa.

Heber adorou o presente. Não via a hora de experimentá-lo e sentir como ele o manteria aquecido.

Algumas semanas depois, Heber encontrou um menino usando somente um pulôver. Imaginem o frio que o menino estava sentindo, mal agasalhado em dias de invernos rigorosos, como os dos Estados Unidos. Ele não pensou duas vezes, tirou seu casaco novinho e deu-o ao menino.

Quando sua mãe o viu usando o velho casaco, perguntou o que havia acontecido com o novo. Ele disse: “Vi um menino que precisava muito mais dele do que eu; por isso, dei-lhe meu casaco.”

Sua mãe retrucou: “Por que você não lhe deu o casaco velho?”

Heber olhou para a mãe, esperando que ela entendesse seus motivos, e logo viu que os olhos dela se encheram de lágrimas. Ela
abraçou-o e disse: “Você está certo, meu filho.”

Essa emocionante história verídica ensina-nos valiosas lições. Temos muito a aprender com um filho, mas não podemos perder as oportunidades de ensiná-lo. Veja como:

1 - Ensine seu filho a compartilhar sempre.
As crianças têm muitas oportunidades de compartilhar, seja em casa – entre os irmãos, na vizinhança, na escola. Elas podem compartilhar seu lanche, seus materiais escolares, seus brinquedos, suas roupas. Jamais repreenda seu filho por desejar dividir o que tem. Ao invés disso, incentive-o a ser generoso e, na medida do possível, atender às necessidades daqueles que o cercam.

2 - Envolva-o na hora de separar as roupas que serão doadas.
Geralmente, a cada troca de estação, damos uma reorganizada nos guarda-roupas, separando o que não serve mais. Peça a seu filho que lhe ajude a escolher quais peças serão doadas. É uma boa lição de desapego.

3 - Faça um acordo sobre os presentes que ganha.
Uma boa ideia é, cada vez que ganhar um brinquedo novo, doar um brinquedo usado. No princípio pode ser um grande desafio para a criança (e talvez para os pais também). Com o tempo acaba virando um hábito.

4 - Oriente-o a observar à sua volta e identificar alguém que pode estar precisando dele.
A caridade não tem só a ver com doação de nossos bens, mas também com a doação de nosso tempo, nossa atenção, carinho e talentos. Se seu filho observar à sua volta, encontrará frequentemente alguém que esteja precisando dele.

5 - Pratique o desapego.
Os filhos tendem a imitar seus pais. Se você é apegado aos seus bens materiais dificilmente conseguirá ensinar seus filhos a praticar o desapego. Faça um trabalho de desapego primeiro, depois ensine pelo exemplo.

6 - Use de generosidade.
Ao separar itens para doar, não instigue seu filho a doar coisas quebradas, rasgadas, sujas ou fora do prazo de validade. Se não serve para sua família, também não servirá para a família de outra pessoa.

7 - Expresse gratidão pelas bênçãos que recebe.
Seja grato por tudo o quanto Deus tem te abençoado e externe essa gratidão a seu filho. Diga-lhe o quanto vocês foram abençoados através da bondade, generosidade, boa vontade e serviço de outras pessoas, sejam familiares, amigos, empregadores, funcionários e clientes. Todos, de uma forma ou de outra, são responsáveis direta ou indiretamente pela sua prosperidade.

8 - Envolva seu filho em projetos de serviço.
Filie-se a uma organização que promova projetos de serviço em benefício dos menos favorecidos. Você pode encontrar uma organização séria lendo o artigo Como escolher uma boa causa para servir.

Ajude seu filho a desenvolver a caridade, ainda que ele seja pequeno. Fazendo isso você terá muitos motivos para se orgulhar dele. Você verterá muitas lágrimas de alegria e gratidão, e terá uma forte esperança de que as lições aprendidas ainda na infância serão levadas para a vida adulta, e perpetuarão de geração em geração na sua família. Será um forte legado familiar de amor ao próximo.

Fonte: familia.com.br

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Nova publicação em Centro Espírita Amor e Caridade Santarritense

Nova publicação em Centro Espírita Amor e Caridade Santarritense

O Espírito e a Matéria

by ceacgallo
matériaeespirito
Se a matéria existe desde toda a eternidade, como Deus, ou foi criada por Ele em dado momento, só Deus o sabe. Há uma coisa, todavia, que a razão deve indicar: é que Deus, modelo de amor e caridade nunca esteve inativo. Por mais distante que logremos imaginar o início de Sua ação, não conseguiremos concebê-Lo ocioso, um momento que seja.
 
Define-se geralmente a matéria como sendo - o que tem extensão, o que é capaz de nos impressionar os sentidos, o que é impenetrável, ou ainda, matéria é tudo o que tem massa e ocupa um lugar no espaço, ou seja, possui volume, ex.: madeira, ferro, água, areia, ar, etc. Do nosso ponto de vista, como encarnado, estas definições são exatas, porque só podemos falar do que conhecemos. Mas a matéria existe em estados que ignoramos. Pode ser, por exemplo, tão etérea e sutil que nenhuma impressão nos cause aos sentidos. Contudo, é sempre matéria. Para os espíritos, porém, não o seria. A definição que podemos dar da matéria é de que ela é o laço (1) que prende o Espírito; é o instrumento de que este se serve e sobre o qual, ao mesmo tempo, exerce sua ação. Deste ponto de vista, pode dizer-se que a matéria é o agente, o intermediário com o auxílio do qual e sobre o qual atua o Espírito.
 
O espírito (alma) é o princípio inteligente do Universo (2).
 
Não é fácil analisar a natureza íntima do espírito, com a nossa linguagem, por não ser palpável, entretanto, para os Espíritos desencarnados é alguma coisa. É útil frisar que coisa nenhuma é o nada e o nada não existe.
 
A inteligência é um atributo essencial do espírito, porém, ambos se confundem num princípio comum, de sorte que, para nós, parecem que são a mesma coisa.
 
O espírito e a matéria são distintos um do outro, mas, a união de ambos é necessária para o espírito intelectualizar a matéria.
 
Essa união é igualmente necessária para a manifestação do espírito, (Aqui deve-se entender por espírito o princípio da inteligência, abstração feita das individualidades que por esse nome se designam.) porque não temos uma organização apta a perceber o espírito sem a matéria, ou seja, nossos sentidos não são apropriados para perceber o espírito.
 
Poder-se-á conceber o espírito sem a matéria e a matéria sem o espírito pelo pensamento.
 
Há então dois elementos gerais do Universo: a matéria e o Espírito e acima de tudo Deus, o criador, o pai de todas as coisas. Deus, espírito e matéria constituem o princípio de tudo o que existe, a trindade universal. Mas ao elemento material tem que se juntar o fluido universal, que desempenha o papel de intermediário entre o Espírito e a matéria propriamente dita, por demais grosseira para que o espírito possa exercer ação sobre ela. Embora, de certo ponto de vista, seja lícito classificá-lo com o elemento material, ele se distingue deste por propriedades especiais. Se o fluido universal fosse positivamente matéria, razão não haveria para que também o espírito não o fosse. Está colocado entre o espírito e a matéria; é fluido, como a matéria, e suscetível, pelas suas inumeráveis combinações com esta e sob a ação do espírito, de produzir a infinita variedade das coisas de que apenas conhecemos uma parte mínima. Esse fluido universal, ou primitivo, ou elementar, sendo o agente de que o Espírito se utiliza, é o princípio sem o qual a matéria estaria em perpétuo estado de divisão e nunca adquiriria as qualidades que a gravidade lhe dá. Esse fluido é suscetível de inúmeras combinações. O que chamamos fluido elétrico, fluido magnético, são modificações do fluido universal, que não é, propriamente falando, senão matéria mais perfeita, mais sutil e que podemos considerar independente.
 
Um fato patente domina todas as hipóteses: vemos matéria destituída de inteligência e vemos um princípio inteligente que independe da matéria. A origem e a conexão destas duas coisas nos são desconhecidas. Se promanam ou não de uma só fonte; se há pontos de contato entre ambas; se a inteligência tem existência própria, ou se é uma propriedade, um efeito; se é mesmo, conforme a opinião de alguns, uma emanação da Divindade, ignoramos. Elas se nos mostram como sendo distintas; daí o considerarmo-las formando os dois princípios constitutivos do Universo. Vemos acima de tudo isso uma inteligência que domina todas as outras, que as governa, que se distingue delas por atributos essenciais. A essa inteligência suprema é que chamamos Deus.
 
O Livro dos Espíritos, Cap. II, Elementos Gerais do Universo, Livro primeiro, qq. 21 à 28. Obra codificada por Allan Kardec
ceacgallo | 05/02/2014 às 10:59 PM | Categorias: artigos | URL:http://wp.me/p1hFkH-1Cn



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by ceacgallo
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ceacgallo | 04/02/2014 às 12:54 AM | Categorias: artigos | URL:http://wp.me/s1hFkH-6212


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Convite a Sementeira

by ceacgallo
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"A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos." (Lucas: capítulo 10º, versículo 2.)
Desdobra-se, imenso, o campo a semear... A generosa gleba aguarda arroteamento e preparação.
As sementes são a palavra do Senhor, férteis e nobres, em seu potencial libertador.
Há, no entanto, outras sementes que têm recebido a preferência dos homens.
Todos somos semeadores.
Exemplos geram lições, palavras propõem conceitos, pensamentos elaboram idéias.
Estamos sempre diante de professores, cercados por aprendizes.
A vida social, desse modo, é decorrência dos impositivos geradores dos hábitos que se destacam. Assim, em qualquer circunstância o homem semeia.
Infelizmente, na gleba da atualidade as sementes utilizadas têm-se apresentado deficientes, propiciando valores degenerados.
Por isso, há poder e inquietação, facilidades e neuroses. O desespero segue cavalgando a anarquia e as distonias emocionais avançam comandando grupos humanos.
Mergulha a mente na reflexão e fita a paisagem colorida dos homens. Mesmo ao sol vê-los-ás tristes e quando sorrindo, ei-los assinalados por esgares...
Não adies a oportunidade, convidado como te encontras para o ministério de reverdescer a terra e tornar-te semeador de bênçãos e de paz, em nome do Excelso Semeador.

FRANCO, Divaldo Pereira. Convites da Vida. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL. Capítulo 53.
ceacgallo | 04/02/2014 às 12:53 AM | Categorias: artigos | URL:http://wp.me/p1hFkH-1C8


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Examinemos a Nós Mesmos

by ceacgallo
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"O dever do espírita-cristão é tornar-se progressivamente melhor.
Útil, assim, verificar, de quando em quando, com rigoroso exame pessoal, a nossa verdadeira situação íntima.
Espírita que não progride durante três anos sucessivos permanece estacionário.
- Testa a paciência própria: Estás mais calmo, afável e compreensivo?
- Inquire as tuas relações na experiência doméstica: Conquistaste mais alto clima de paz dentro de casa?
- Investiga as atividades que te competem no templo doutrinário: - Colaboras com mais euforia na seara do Senhor?
- Observa-te nas manifestações perante os amigos: Trazes o Evangelho mais vivo nas atitudes?
- Reflete em tua capacidade de sacrifício: Notas em ti mesmo mais ampla disposição de servir voluntariamente?
- Pesquisa o próprio desapego: Andas um pouco mais livre do anseio de influência e de posses terrenas?
- Usas mais intensamente os pronomes "nós", "nosso" e "nossa" e menos os determinativos "eu", "meu" e "minha"?
- Teus instantes de tristeza ou de cólera, surda, às vezes tão conhecidas somente por ti, estão presentemente mais raros?
- Diminuíram-te os pequenos remorsos ocultos no recesso da alma?
- Dissipaste antigos desafetos e aversões?
- Superas-te os lapsos crônicos de desatenção e negligência?
- Estudas mais profundamente a Doutrina que professas?
- Entendes melhor a função da dor?
- Ainda cultivas alguma discreta desavença?
- Auxilias aos necessitados com mais abnegação?
- Tens orado realmente?
- Teus ideais evoluíram?
- Tua fé raciocinada consolidou-se com mais segurança?
- Tens os verbo mais indulgente, os braços mais ativos e as mãos mais abençoadoras?
- Alegria é Evangelho no coração: - Estás de fato, mais alegre e feliz intimamente, nestes três últimos anos?
Tudo caminha! Tudo evolui! Confiramos os nosso rendimento individual com o Cristo!
Sopesa a existência hoje, espontaneamente, em regime de paz, para que não te vejas na obrigação de sopesá-la amanhã sob o impacto da dor.
Não te iludas! Um dia que se foi é mais uma cota de responsabilidade, mais um passo rumo à Vida Espiritual, mais uma oportunidade valorizada ou perdida.
Interroga a consciência quanto à utilidade que vens dando ao tempo, à saúde e aos ensejos de fazer o bem que desfrutas na vida diária.
Faze isso agora, enquanto te vales do corpo humano, com a possibilidade de reconsiderar diretrizes e desfazer enganos facilmente, pois, quando passares para o lado de cá, muita vez, já será mais difícil...
XAVIER, Francisco Cândido; VIEIRA, Waldo. Opinião Espírita. Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz. CEC.
ceacgallo | 03/02/2014 às 1:11 PM | Categorias: artigos | URL:http://wp.me/p1hFkH-1C4