terça-feira, 11 de março de 2014

A gente colhe o que planta - Fábio Junior - Música Espirita


)

A nossa vida é semelhante a um jardim.
Temos em nossas mãos a cada dia novas sementes.
Cada uma delas representa um sentimento,
sentimentos bons e também sentimentos ruins...

Se a cada sol que nascer soubermos
cultivar bem cada sementinha do nosso jardim,
o mesmo sempre estará cheio de belas flores,
porém, se cultivarmos sementes como o ódio,
o rancor, a mágoa, o egoísmo...
Nunca chegaremos a ver no jardim uma bela flor.
Ela sempre estará murcha...
Se plantarmos sementes como o amor, a amizade,
a solidariedade, o companheirismo, a sensibilidade,
a cada dia, ao acordarmos, veremos lindas flores a brotar,
a enfeitar os nossos jardins e as nossas vidas.
Precisamos cultivar, cuidar bem das flores,
sempre com muito amor ,dedicação e carinho,
para que elas permaneçam sempre belas e jamais murchem...
Saiba que as sementes estão em suas mãos
e seu jardim será resultado daquilo que você plantar...
Se no seu jardim as flores estão sempre murchas,
arranque-as e plante novas sementes
permitindo que assim belas flores nasçam
a cada raiar do sol.

Fábio Junior

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel

Conselhos e Pensamentos sobre a Vida - Cid Moreira


)

Melhor é a boa fama que o melhor perfume e o dia da morte do que o dia do nascimento.
Melhor ir a casa onde há luto do que na casa onde há festa, pois onde há luto lembramos que um dia também iremos morrer, e os vivos nunca devem esquecer isso.

Melhor a tristeza do que o riso pois a tristeza faz o rosto ficar abatido mas torna o coração compreensivo.
Quem só pensa em se divertir é tolo, que é sábio pensa também na morte.

É melhor ouvir a repreensão de um sábio do que escutar elogios de um tolo.
Melhor é o fim das coisas do que o seu começo.

A pessoa paciente é melhor do que a orgulhosa.

Controle sempre o seu gênio, não se apresse em irar-se, dizer tudo o que lhe vem ao pensamento. Além do mais, é uma grande tolice alimentar o ódio, você com isso só prejudica sua saúde e sua paz de espírito.

Se quer ser feliz nunca se pergunte: "Porque foram os dias passados melhores que os de hoje? Porque fui feliz antes e hoje não sou?" Essa pergunte não é nada inteligente nem original.
Todos nesse mundo devem ser sábios, a sabedoria é algo tão bom como receber uma herança, ela é melhor que o dinheiro, protege as vezes muito mais que ele.

A vantagem da sabedoria é que ela dá a vida a quem a possui.

No dia da prosperidade desfrute seus bens, mas no dia da adversidade considere que tudo provem de Deus e só ele conhece o motivo de cada coisa de baixo do sol.
Não existe no mundo, ninguém que faça sempre o que é direito e que jamais cometa deslizes e erros.

Um conselho que dou, e muito sábio, não fique escutando tudo o quanto dizem ao seu respeito, ou as notícias maliciosas sobre as pessoas.
Você poderá um dia ouvir seu empregado falar mau de você. Mas pense bem, será que você não tem, e até com freqüência, falado mau dos outros?

Usei a minha sabedoria para chegar a todas essas conclusões, estava resolvido a ser sábio, mas tenho que confessar que jamais conseguir alcançar a verdadeira sabedoria, pois só em Deus ela está inteira e sem retoques.
Como pode alguém a final descobrir o profundo e complicado sentido da vida? No entanto sempre estive resolvido a estudar, e conhecer as coisas mais profunda e sensatamente possível, queria encontrar resposta para as minhas perguntas, saber a razão de serem, a maldade e a falta de juízo essa loucura.

Devo dizer que encontrei uma coisa mais amarga que a morte, um certo tipo de mulher cujo coração é uma armadilha, uma rede para pegar o tolo, seus braços são correntes para prende-lo, o homem que procura agradar ao senhor consegue fugir dela, mas o fraco e o perverso, esse cai no seu laço de morte e se torna seu prisioneiro.

Descobri isso pouco a pouco, quando procurava respostas para minhas perguntas, procurei outras respostas, mas não achei nenhuma.

Entre mil homens encontrei um em quem poderia confiar.
Tudo que aprendi se resume nisso: Deus nos fez simples e direitos, mas nos complicamos tudo, somente os sábios conseguem explicar as coisas, a sabedoria de uma pessoa brilha no seu rosto e a torna atraente, ainda que desprovida de beleza.

(Retirado do livro de Eclesiastes)

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel

Oração Poderosa


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Tudo o que é meu por Direito Divino me é encaminhado agora e me chega com grandes avalanches de abundância, pela graça e de um modo milagroso.
Todo homem é um elo áureo na corrente da minha prosperidade.
Acho-me identificado em amor como os Espíritos daqueles com quem convivo. O Espírito Uno defende os nossos interesses comuns.
Expresso o meu amor e perdão pelos meus pensamentos, palavras e atos e abençoo a todos os que me causaram sofrimentos.
Toda limitação é uma ilusão da consciência comum. Sempre há uma saída de toda situação pela graça de Deus.
Sou livre de executar a Vontade Divina.
Eu sou uma ideia perfeita na Mente Divina e acho-me sempre no lugar que me compete, trabalhando perfeitamente e ganhando o que é justo.
Eis que coloquei diante de Ti a porta aberta do destino e ninguém pode fechá-la, pois está pregada por trás!
Revelai-me o caminho e fazei-me ver claramente a bênção que me concedestes.
EU SEI o que devo fazer e vou executá-lo imediatamente a minha direção intuitiva.
Apelo para a lei do perdão. Estou livre dos erros e suas consequências. Acho-me sob a graça e não a lei cármica.
Vejo agora claramente o plano perfeito da minha vida. O entusiasmo Divino me anima e cumpro agora o destino Supremo. Sou um perfeito instrumento não resistente para Deus agir e Seu plano perfeito para executar se manifesta agora de um modo milagroso.
Sempre me encontro sobre inspiração direta. Sei exatamente o que devo fazer e obedeço imediatamente a direção do meu Cristo interno. Nego a divida, não há divida na Mente Divina.
Coloco toda a minha carga sobre meu Cristo interno e sigo desafogadamente o meu caminho.
O que é meu por direito Divino nunca pode ser retirado, o plano perfeito de Deus para me, se apoia em uma rocha inabalável. Surpresas felizes me sucedem diariamente.
Vejo com admiração o que se acha "na minha frente."
Deus opera suas maravilhas em lugares inesperados, por meio de pessoas estranhas e em ocasiões imprevistas.
Sou um ente espiritual; meu corpo é perfeito e formado à imagem e semelhança Divina.
Dou graças a Deus pela viagem divinamente planejada, em condições divinamente escolhidas e financiada pelo suprimento divinamente fornecido. A Luz do Cristo interno, irradia-se sobre todas as minhas células, vitalizando-as.
Dou graças a Deus pela minha irradiante saúde.
Amém.

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel



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Nova publicação em Centro Espírita Amor e Caridade Santarritense

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Veneranda Mentora Joanna de Ângelis

by ceacgallo
Foto_de_Joanna_de_Ângelis
Divaldo Franco proferia palestras no México, em 1960, num Congresso Pan-americano de Espiritismo. Em sua última conferência, chamou-lhe a atenção um jovem que gravava a palestra com muito interesse. Joanna de Ângelis explica a Divaldo que se tratava de alguém que fazia parte da família espiritual dela e que o médium pedisse ao jovem para levá-lo a San Miguel Nepantla, localidade situada a 80km da Cidade do México.
O jovem engenheiro Ignacio Dominguez López, convidado por Divaldo, prontificou-se a levá-lo até lá. Conduzidos pela Mentora Espiritual, chegaram ao lugarejo onde havia uma propriedade tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional. Ruínas indicavam a antiga construção dedicada a "Sóror Juana Inés de la Cruz", considerada grande poetisa de língua hispânica, a primeira feminista de fala espanhola. Na parede da casa, lia-se um poema de sua autoria, junto ao qual Divaldo fez questão de ser fotografado com os demais companheiros. Numa dessas fotos, para surpresa de todos, aparece a imagem de Joanna de Ângelis.
A Mentora pede a Divaldo que revele a Ignacio que ela fora, em sua penúltima encarnação, Sóror Juana Inés de la Cruz. O jovem, então, leva Divaldo ao Monastério de São Jerônimo onde ela desencarnou. Lá, a Mentora contou mais detalhes sobre aquela existência, inclusive dizendo que Sóror Juana era seu nome religioso, pois na verdade se chamava Juana de Asbaje.
No sesquicentenário da Independência do Brasil, Joanna disse a Divaldo: "Tenho uma notícia a dar-te. Na minha última reencarnação, participei das lutas libertadoras do Brasil na Bahia. Eu vivia aqui mesmo, em Salvador, no Convento da Lapa e me chamava Joana Angélica de Jesus. Vai até lá, que eu quero relatar-te como foi o acontecimento". Divaldo atendeu a sugestão, ela se apresentou com a aparência da época, contou alguns detalhes interessantes e ditou uma mensagem para as comemorações da Independência da Bahia.
Em 1978, Divaldo estava pela terceira vez em Roma, e, dessa vez, em companhia de Nilson de Souza Pereira. Joanna conduziu-os ao Coliseu e descreveu pormenores da vida dos cristãos primitivos, apontando lugares célebres, entre eles o local exato onde Joana de Cusa, juntamente com o seu filho, haviam sido queimados vivos. Falou a respeito da mártir com tanta riqueza de detalhes que levou o médium a suspeitar que "Joanna de Ângelis" fosse Joana de Cusa. Por coincidência, a Mentora confirmou a suspeita na mesma hora em que, no ano de 68 d.C., acontecera o martírio de Joana, de seu filho e de mais quinhentos cristãos que tiveram seus corpos queimados juntos, de tal modo que as chamas iluminaram a cidade.
Encarnações Anteriores:
• Como Joana de Cusa, viveu até o ano 68 d.C., desencarnando numa alameda próxima ao Coliseu de Roma juntamente com o seu filho, por não abjurar sua fé em Jesus.
• No século XVII ela renasceu no ano de 1651, no México, na pequena San Miguel Nepantla com o nome de Juana de Asbaje y Ramírez de Santillana, filha de pai basco e mãe indígena. Ansiosa para compreender Deus por meio da Sua criação, resolveu ingressar no Convento das Carmelitas Descalças. Desacostumada com a rigidez ascética, adoeceu e desistiu. Seguindo orientação do seu confessor, foi para a Ordem de São Jerônimo da Conceição, onde tomou o nome de "Sóror Juana Inés de la Cruz". Desencarnou em 1695, com 44 anos, após uma epidemia de peste na região.
• Passaram-se 66 anos de seu regresso à Pátria Espiritual a fim de que ela retornasse, agora na Cidade do Salvador, Bahia, como Joana Angélica de Jesus, filha de abastada família. Ingressou aos 21 anos no Convento da Lapa, como franciscana, tornando-se Abadessa em 1815 com o nome de Sóror Joana Angélica de Jesus. No dia 20 de fevereiro de 1822, defendeu corajosamente o Convento - a casa do Cristo - e a honra das jovens que ali moravam, sendo assassinada por soldados que lutavam contra a independência do Brasil.
• Joanna na Espiritualidade - Quando, na metade do século passado, as potências do Céu se abalaram, e um movimento de renovação se alastrou pela América e pela Europa, fazendo soar aos quatro cantos a canção da esperança com a revelação da vida imortal, Joanna de Ângelis integrou a equipe do Espírito de Verdade, para o trabalho de implantação do Cristianismo redivivo, do Consolador prometido por Jesus, que é o Espiritismo.
Na última mensagem do livro Após a Tempestade, referindo-se aos componentes de sua equipe de trabalho, ela diz: "Quando se preparavam os dias da Codificação Espírita, quando se convocavam trabalhadores dispostos à luta, quando se anunciavam as horas preditas, quando se arregimentavam seareiros para a Terra, escutamos o convite celeste e nos apressamos a oferecer nossas parcas forças, quanto nós mesmos, a fim de servir, na ínfima condição de sulcadores do solo onde deveriam cair as sementes de luz do Evangelho do Reino".
Assim, em O Evangelho Segundo o Espiritismo vamos encontrar duas mensagens assinadas por "Um Espírito Amigo", de sua autoria: a primeira, no capítulo IX, item 7 com o título "A paciência" e a segunda, no capítulo XVIII, em Instruções dos Espíritos, item 15, ambas escritas em 1862 nas cidades de Havre e Bordéus, respectivamente.
Até o momento, através da psicografia do médium Divaldo Franco, é autora demais de 60 obras, 49 das quais traduzidas para 9 idiomas e 5 transcritas para o sistema Braille, tendo escrito, também, milhares de belíssimas mensagens. Destacam-se no seu valioso acervo de obras mediúnicas a Série Momentos e a coletânea da Série Psicológica Joanna de Ângelis, composta, por doze volumes.
Informações extraídas do livro A Veneranda Joanna de Ângelis, de autoria de Divaldo Pereira Franco e Celeste Santos, da Livraria Espírita Alvorada Editora/ LEAL.
Fonte: Site oficial da Mansão do Caminho
ceacgallo | 07/03/2014 às 1:48 PM | Categorias: artigos | URL: http://wp.me/p1hFkH-1DY

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Caracteres de Verdadeiro Profeta

by ceacgallo
Jeremias
Desconfiai dos falsos profetas. É útil em todos os tempos essa recomendação, mas, sobretudo, nos momentos de transição em que, como no atual, se elabora uma transformação da Humanidade, porque, então, uma multidão de ambiciosos e intrigantes se arvoram em reformadores e messias. E contra esses impostores que se deve estar em guarda, correndo a todo homem honesto o dever de os desmascarar. Perguntareis, sem dúvida, como reconhecê-los. Aqui tendes o que os assinala:
Somente a um hábil general, capaz de o dirigir, se confia o comando de um exército. Julgais que Deus seja menos prudente do que os homens? Ficai certos de que só confia missões importantes aos que ele sabe capazes de as cumprir, porquanto as grandes missões são fardos pesados que esmagariam o homem carente de forças para carregá-los. Em todas as coisas, o mestre há de sempre saber mais do que o discípulo; para fazer que a Humanidade avance moralmente e intelectualmente, são precisos homens superiores em inteligência e em moralidade. Por isso, para essas missões são sempre escolhidos Espíritos já adiantados, que fizeram suas provas noutras existências, visto que, se não fossem superiores ao meio em que têm da atuar, nula lhes resultaria a ação.
Isto posto, haveis de concluir que o verdadeiro missionário de Deus tem de justificar, pela sua superioridade, pelas suas virtudes, pela grandeza, pelo resultado e pela influência moralizadora de suas obras, a missão de que se diz portador. Tirai também esta outra consequência: se, pelo seu caráter, pelas suas virtudes, pela sua inteligência, ele se mostra abaixo do papel com que se apresente, ou da personagem sob cujo nome se coloca, mais não é do que um histrião de baixo estofo, que nem sequer sabe imitar o modelo que escolheu.
Outra consideração: os verdadeiros missionários de Deus ignoram-se a si mesmos, em sua maior parte; desempenham a missão a que foram chamados pela força do gênio que possuem, secundado pelo poder oculto que os inspira e dirige a seu mau grado, mas sem desígnio premeditado. Numa palavra: os verdadeiros profetas se revelam por seus atos, são adivinhados, ao passo que os falsos profetas se dão, eles próprios, como enviados de Deus. O primeiro é humilde e modesto; o segundo, orgulhoso e cheio de si, fala com altivez e, como todos os mendazes, parece sempre temeroso de que não lhe dêem crédito.
Alguns desses impostores têm havido, pretendendo passar por apóstolos do Cristo, outros pelo próprio Cristo, e, para vergonha da Humanidade, hão encontrado pessoas assaz crédulas que lhes crêem nas torpezas. Entretanto, uma ponderação bem simples seria bastante a abrir os olhos do mais cego, a de que se o Cristo reencarnasse na Terra, viria com todo o seu poder e todas as suas virtudes, a menos se admitisse, o que fora absurdo, que houvesse degenerado. Ora, do mesmo modo que, se tirardes a Deus um só de seus atributos, já não tereis Deus, se tirardes uma só de suas virtudes ao Cristo, já não mais o tereis. Possuem todas as suas virtudes os que se dão como sendo o Cristo? Essa a questão. Observai-os, perscrutai lhes as idéias e os atos e reconhecereis que, acima de tudo, lhes faltam as qualidades distintivas do Cristo; a humildade e a caridade, sobejando-lhes as que o Cristo não tinha: a cupidez e o orgulho. Notai, ao demais, que neste momento há, em vários países, muitos pretensos Cristos, como há muitos pretensos Elias, muitos S. João ou S. Pedro e que não é absolutamente possível sejam verdadeiros todos, Tende como certo que são apenas criaturas que exploram a credulidade dos outros e acham cômodo viver à custa dos que lhes prestam ouvidos.
Desconfiai, pois, dos falsos profetas, máxime numa época de renovação, qual a presente, porque muitos impostores se dirão enviados de Deus. Eles procuram satisfazer na Terra à sua vaidade; mas uma terrível justiça os espera, podeis estar certos. - Erasto. (Paris, 1862.)
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Livro eletrônico gratuito emhttp://www.febnet.org.br.
espirita-010
ceacgallo | 06/03/2014 às 10:00 AM | Categorias: artigos | URL: http://wp.me/p1hFkH-1DT

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Almas-Problema

by ceacgallo
almas penadas (2)
A pessoa que renteia contigo, no processo evolutivo, não te é desconhecida... O filhinho-dificuldade que te exige doação integral, não se encontra ao teu lado por primeira vez.
O ancião-renitente que te parece um pesadelo contínuo, exaurindo-te as forças, não é encontro fortuito na tua marcha...
O familiar de qualquer vinculação que te constitui provação, não é resultado do acaso que te leva a desfrutar da convivência dolorosa.
Todos eles provêm do teu passado espiritual.
Eles caíram, sim, e ainda se ressentem do tombo moral, estando, hoje, a resgatar injunção penosa. Mas, tu também.
Quando alguém cai, sempre há fatores preponderantes, que induzem e levam ao abismo. Normalmente, oculto, o causador do infortúnio permanece desconhecido do mundo. Não, porém, da consciência, nem das Soberanas Leis.
Renascem em circunstâncias e tempos diferentes, todavia, volvem a encontrar-se, seja na consanguinidade, através da parentela corporal, ou mediante a espiritual, na grande família humana, tornando o caminho das reparações e compensações indispensáveis.
Não te rebeles contra o impositivo da dor, seja como se te apresente. Aqui, é o companheiro que se transforma em áspero adversário; ali, é o filhinho rebelde, ora portador de enfermidade desgastante; acolá, é o familiar vitimado pela arteriosclerose tormentosa; mais adiante, é alguém dominado pela loucura, e que chegam à economia da tua vida depauperando os teus cofres de recursos múltiplos.
Surgem momentos em que desejas que eles partam da Terra, a fim de que repouses... Horas soam em que um sentimento de surda animosidade contra eles te cicia o anelo de ver-te libertado...
Ledo engano!
Só há liberdade real, quando se resgata o débito. Distância física não constitui impedimento psíquico. Ausência material não expressa impossibilidade de intercâmbio. O Espírito é a vida, e enquanto o amor não lene as dores e não lima as arestas das dificuldades, o problema prossegue inalterado.
Arrima-te ao amor e sofre com paciência. Suporta a alma-problema que se junge a ti e não depereças nos ideais de amparar e prosseguir.
Ama, socorrendo.
Dia nascerá, luminosos, em que, superadas as sombras que impedem a clara visão da vida, compreenderás a grandeza do teu gesto e a felicidade da tua afeição a todos.
O problema toma a dimensão que lhe proporcionas.
Mas o amor, que "cobre a multidão dos pecados" voltado para o bem, resolve todos os problemas e dificuldades, fazendo que vibre, duradoura, a paz por que te afadigas.
FRANCO, Divaldo Pereira. Alerta. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL.
ceacgallo | 05/03/2014 às 8:58 AM | Categorias: artigos | URL: http://wp.me/p1hFkH-1DP

Morte violenta e planejamento reencarnatório



Morte violenta e planejamento reencarnatório






Inegavelmente, vivemos um período em que a violência se acentua, tomando conta, quase que integralmente, da mídia televisiva e escrita. São notícias diárias de sequestros, roubos, estupros, homicídios e mortes causadas por acidente de carro.


A violência é fruto da nossa imperfeição moral, da predominância dos instintos agressivos (adquiridos pelos Espíritos nas vivências evolutivas no reino animal), que a razão ainda não converteu em expressões de amor.


Neste período de transição planetária, vivenciamos o ápice das provas e expiações, de forma que a violência atinge índices alarmantes, praticada por Espíritos ainda primários, que não desenvolveram os sentimentos nobres, os quais, nesse processo de expurgo evolutivo (separar o joio do trigo, como ensinava Jesus), após a desencarnação, já não terão mais condições vibratórias de reencarnar no planeta Terra. Lembremos, ainda, a assertiva de Jesus: Os mansos herdarão a Terra.


Anote-se que a tônica deste artigo é abordar a incidência do planejamento reencarnatório nos casos de mortes violentas, isto é, a vítima teria que desencarnar dessa maneira? E o agressor, também teria assumido esse papel de algoz antes de reencarnar?


Alguns autores espíritas defendem a ideia de que a morte causada pela violência alheia não fazia parte do contexto reencarnatório, em virtude de que ninguém reencarna para o mal, portanto o agressor não havia planejado matar alguém, de tal sorte que a vítima desencarnaria em função do mau uso do livre arbítrio daquele (agressor).






Em que pese o nosso respeito por aqueles que nutrem esse tipo de ponto de vista, sabemos que as vítimas que desencarnam em razão da violência alheia estão inseridas, basicamente, em três tipos de situações:


1) Prova – a vítima vivencia uma situação de violência que gera a sua desencarnação, o que lhe trará um teste, um desafio para que ela exercite as virtudes no sentido de perdoar sinceramente o agressor (gera aprendizado, evolução – esse tipo de morte foi solicitado pela vítima antes de sua reencarnação). Lembremos que prova pressupõe avaliação, ou seja, colocar em teste as virtudes aprendidas. Caso vença moralmente a situação, podemos dizer que o Espírito alcançou determinada virtude.


2) Expiação – são as situações mais frequentes. A vítima foi a autora de violência em vidas anteriores que lesou alguém e, como não se liberou desse compromisso através do amor, sofre as consequências na atual existência. Expiar é reparar, quitar, harmonizar-se com as leis divinas. 


3) Missão – algumas almas nobres morrem de forma violenta, uma vez que seus exemplos de amor e tolerância geram antipatias nas pessoas mais embrutecidas. Menciono como exemplos os casos de Jesus e Gandhi.


Notem que estamos abordando a questão das violências mais graves, que acabam gerando a nossa desencarnação, pois as violências menores que vivenciamos em nosso cotidiano, tais como calúnias, traições, indiferença e outras, normalmente são circunstâncias naturais da vida num mundo atrasado moralmente como o nosso, a estimular nosso aprendizado espiritual (veja questão nº 859 do Livro dos Espíritos). Jesus já nos orientava: “No mundo só tereis aflições”.


Dessa forma, à luz do Espiritismo e da justiça divina (a cada um segundo suas obras), temos a certeza de que a desencarnação violenta fazia parte de seu cronograma reencarnatório.


Aliás, O Livro dos Espíritos, na questão nº 853-a, nos ensina que nós somente morreremos quando chegar a nossa hora, com exceção do suicídio, conforme acima exposto.






Não há acaso, mesmo nas hipóteses de “bala perdida” e erro médico. Não há desencarnação casual, produzida por falha de terceiros ou mau uso do livre arbítrio alheio.


Caso não tenha chegado a hora de morrer, os benfeitores espirituais interferirão para evitar essa afronta às leis divinas, como inúmeros casos que conhecemos (veja o capítulo X - lei de liberdade - da 3º parte d´O Livro dos Espírito, no subcapítulo “fatalidade”).
 

A questão crucial diz respeito aos autores dessas violências graves. Concordo que ninguém reencarna com o compromisso de matar outra pessoa (veja questão nº 861 do Livro dos Espíritos). Quando, por exemplo, o agressor opta por assassinar alguém, ele o faz em virtude de sua inferioridade espiritual, ou quando atropela alguém por estar alcoolizado e/ou em excesso de velocidade, o faz em razão de sua imprudência, de forma que, em ambas as hipóteses, está usando indevidamente sua liberdade de escolha e ação, o que gerará compromissos expiatórios.


Consigne-se, ainda, que num mundo de provas e expiações, como a Terra, há muitos Espíritos na faixa evolutiva do primarismo, que se comprazem na violência e na imprudência, de forma que não faltará matéria-prima ou instrumentos para que se cumpram as leis divinas quando algum Espírito necessite desencarnar de forma violenta.


Assim sendo, quando a vítima reencarna com o compromisso de morrer violentamente, não haverá nesse momento algum Espírito predeterminado a matá-la, que assuma esse compromisso reencarnatório antes de nascer, mas haverá na Terra inúmeros Espíritos atrasados que, ao dar vazão à sua inferioridade (violência e/ou imprudência), ceifarão a vida daquela (vítima). Esses autores da violência funcionarão como instrumentos das leis divinas. Todavia, tal situação não os isentará das consequências morais e espirituais de suas ações, pois, repita-se, os agressores não estavam predeterminados a agirem dessa forma, poderiam ter elegido outro tipo de conduta, e foi Jesus quem nos ensinou que os escândalos eram necessários, mas ai de quem os causar. 






Para fixar o ensino, recordemos do recente e trágico caso da escola de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro. O assassino poderia ter deixado de agir daquela forma, pois ele não havia planejado aquilo na espiritualidade (antes de nascer), e se não tivesse adentrado na escola e efetuado os disparos com a arma de fogo, os menores que morreram naquela circunstância sobreviveriam, mas, mais adiante (dias, semanas ou meses – não há dia e hora certa para a desencarnação, mas um período provável), desencarnariam em outra situação violenta.


Poder-se-ia perguntar: Mas como o agressor identifica a pessoa que deve desencarnar? Aprendemos com o Espiritismo que o indivíduo que deve desencarnar de forma violenta, notadamente nos casos de expiação, tem uma vibração espiritual específica, que denuncia e reflete esse débito, de forma que o agressor, inconscientemente, identifica-se com aquele e promove-lhe a desencarnação. É essa particularidade vibracional que, da mesma forma, explica outros tipos de violência (estupro, roubos, sequestros,...), fazendo com que o autor do delito aja em desfavor daquele que deve vivenciar a situação traumática.


É dessa maneira que compreendemos a justiça divina, mas convém enfatizar que a lei divina maior é a lei de amor, portanto, conforme assevera o apóstolo Simão Pedro, o amor cobre uma multidão de erros, de tal sorte que aquele que venha com o compromisso expiatório de desencarnar de forma violenta, poderá amenizar ou diluir integralmente esse débito com as leis divinas através do bem que realize em sua vida, que poderá libertá-lo de uma possível desencarnação violenta. Não nos esqueçamos de que Deus é amor.
   




Fonte: O Consolador, por Alessandro Viana Vieira de Paula 

quinta-feira, 6 de março de 2014

Revolução da Alma - Aristóteles




Aristóteles, filósofo grego, escreveu este texto “Revolução da Alma” no ano 360 A.C. ... E é eterno.

“Ninguém é dono de sua felicidade, por isso: não entregue sua alegria, sua paz e sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém!
Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, das vontades ou dos sonhos de quem quer que seja.
A razão da sua vida é você mesmo.
A sua paz interior é a sua meta de vida.
Quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remeta seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você.
Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você. Não coloque objetivos longes demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje.
Se anda desesperado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busque em seu interior a resposta para acalmar-se.
Você é reflexo do que pensa diariamente.
Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que quer oferecer a você o melhor.
Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo, que está "pronto“ para ser feliz.
Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.
Critique menos, trabalhe mais.
E, não se esqueça nunca de agradecer.
Agradeça tudo que está em sua vida neste momento, inclusive a dor. Nossa compreensão do universo ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.
A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las.
Se você anda repetindo muito: “eu preciso tanto de você” ou, “você é a razão da minha vida” - cuide-se.
É lícito afirmar que são prósperos os povos cuja legislação se deve aos filósofos.
A inteligência é a insolência educada.
Nosso caráter é o resultado de nossa conduta.
Egoísmo não é amor, mas sim, uma desvairada paixão por nós próprios.
O homem sábio não busca o prazer, mas a libertação das preocupações e sofrimentos.
Ser feliz é ser auto-suficiente...
Seja senhor de sua vontade e escravo da sua consciência.”

Aristóteles - Filósofo Grego

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel



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Compreender a Dor




"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel


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Uma reflexão.... Cavalinho!

Uma reflexão.... Cavalinho!

Certa tarde, um homem saiu para um passeio com as duas filhas, uma de oito e outra de quatro anos. Em determinado momento da caminhada, a mais nova pediu ao pai que a carregasse, pois estava muito cansada para continuar andando.

O pai respondeu que estava também muito cansado. Diante da resposta, a garotinha começou a choramingar e a fazer 'corpo mole'.
Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore e entregou-o à menina dizendo:
- Olha aqui um cavalinho para montares, filha! Ele irá ajudar-te a seguir em frente.

A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão rápido, que chegou a casa antes dos outros. Ficou tão encantada com o seu cavalo de pau que foi difícil fazê-la parar de galopar.
A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao pai como entender a atitude da mais nova. O pai sorriu e respondeu, dizendo:
- Assim é a vida minha filha. Às vezes, estamos física e mentalmente cansados, certos de que é impossível continuar. Mas encontramos então um 'cavalinho' qualquer que nos dá ânimo outra vez. Esse cavalinho pode ser um bom livro, um amigo, uma canção...

Assim, quando te sentires cansada ou desanimada nunca te deixes levar pela preguiça ou pelo desânimo. Lembra-te: 'Sempre haverá um cavalinho para cada momento.'

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel



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Conto – O Espírito

by ceacgallo
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Um dia, um médico materialista resolveu questionar um de seus pacientes que ele sabia ser seguidor da doutrina espírita.
 
Enquanto examinava o rapaz o médico foi logo perguntando:
 
“Você tenta ajudar os espíritos com a sua doutrina?”
“Sim!” Respondeu.
“Você já viu um espírito?”
“Não!” Disse o paciente.
“Você já ouviu um espírito falando?”
“Não!” Falou o espírita.
“Você já sentiu algum espírito?”
“Não!”
 
“Pois bem”, completou triunfante o médico, “temos aí três argumentos contra, e um a favor da existência do espírito ou da alma. Logo se conclui que, segundo a lógica, não existe nem um, nem outra.”
 
O paciente então perguntou ao médico:
 
“Você, como médico, já viu uma dor?”
“Claro que não!” Respondeu rápido.
“Você já provou uma dor?”
“Não!”
“Você já cheirou uma dor?”
“Não!”
“Você já sentiu uma dor?”
“Sim!” Disse, finalmente o médico.
 
“Pois bem,” concluiu o paciente, “temos aí três argumentos contra e um a favor da existência da dor. Apesar disso, você sabe que existe a dor, e eu sei que existem espíritos!”
 
Somos feitos de sombra e luz. Somos seres materiais, sujeitos a todas as mudanças da matéria. E somos espíritos, com riquezas latentes e esperanças radiosas.
 
Cada alma humana é uma projeção do grande foco eterno. Temos em nós os instintos dos animais mais ou menos comprimidos pelo trabalho longo e pelas provas das existências passadas.
 
Temos também em nós a crisálida do anjo, do ser radioso e puro, que podemos vir a ser pelas aspirações do coração e pelo sacrifício constante do eu.
 
Somos seres que tocamos as profundezas sombrias do abismo, com os pés e com a fronte, as alturas fulgurantes do céu.
 
Quanto mais se eleva o espírito e se purifica, tanto mais se torna acessível às vozes do alto.
 
Tudo o que vem da matéria é instável. Tudo passa. Tudo foge. Os montes a pouco e pouco vão sendo abatidos pela ação dos elementos.
 
As maiores cidades se convertem em ruínas. Os astros se acendem, resplandecem. Depois apagam-se e morrem.
 
Só a alma é imperecível, imortal.
 
Acima das civilizações extintas, sobrevivem as almas.
 
Através dos tempos, a alma caminha, adquirindo conhecimento. Vê sempre se abrirem novos campos de estudos e descobertas.
 
Paulatinamente, vai descobrindo que por toda parte reina a ordem, a sabedoria, a providência e seu entusiasmo e sua confiança aumentam cada vez mais.
 
Seu destino é a perfeição. À medida que vai adquirindo virtudes, ela saboreia de maneira mais intensa as felicidades da vida espiritual.
 
***
 
Deus conhece todas as almas, que formou com o seu pensamento e o seu amor.
 
Ele as deixa percorrer vagarosamente as vias sinuosas, subir os desfiladeiros sombrios das existências terrestres, acumular pouco a pouco em si os tesouros de paciência, de virtude e de saber, que se adquirem na escola do sofrimento.
 
Mais tarde, amadurecidas pelos raios do sol divino, saem da sombra dos tempos e suas faculdades desabrocham em feixes deslumbrantes.
 
Daí em diante são luz que irradia e se revela em obras refletindo o próprio criador.
 
 
 
Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir de mensagem de autor desconhecido, e do cap. IX do livro O problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis, ed. FEB.
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ceacgallo | 22/02/2014 às 1:19 AM | Categorias: artigos | URL:http://wp.me/p1hFkH-1Dg
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CONVITE

by ceacgallo
palestrante
HOJE dia 22/02/14 às 19:30 hs, teremos no Núcleo Espírita Nosso Lar a presença dom nosso querido companheiro Espírita o  Sr.Gilson, da Cidade Itajubá - MG.
Ele responderá perguntas doutrinárias e quem puder comparecer será muito produtivo com certeza.
Rua João Carlos de Alcântara, 781 no Bairro Fernandes em frente a construção da Associação do Câncer.
Abraços à todos!
ceacgallo | 22/02/2014 às 1:06 AM | Categorias: artigos | URL:http://wp.me/s1hFkH-convite
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O Livro dos Espíritos – Questões 843 a 850 – Livre-arbítrio

by ceacgallo
27
Respostas dos guias espirituais para Allan Kardec no Livro dos Espíritos.
843. Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos?
"Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de obrar. Sem o livre-arbítrio, o homem seria máquina."
844. Do livre-arbítrio goza o homem desde o seu nascimento?
"Há liberdade de agir, desde que haja vontade de fazê-lo. Nas primeiras fases da vida, quase nula é a liberdade, que se desenvolve e muda de objeto com o desenvolvimento das faculdades. Estando seus pensamentos em concordância com o que a sua idade reclama, a criança aplica o seu livre-arbítrio àquilo que lhe é necessário."
845. Não constituem obstáculos ao exercício do livre-arbítrio as predisposições instintivas que o homem já traz consigo ao nascer?
"As predisposições instintivas são as do Espírito antes de encarnar. Conforme seja este mais ou menos adiantado, elas podem arrastá-las à prática de atos repreensíveis, no que será secundado pelos Espíritos que simpatizam com essas disposições. Não há, porém, arrastamento irresistível, uma vez que se tenha a vontade de resistir. Lembrai-vos de que querer é poder." (361)
846. Sobre os atos da vida nenhuma influência exerce o organismo? E, se essa influência existe, não será exercida com prejuízo do livre-arbítrio?
"É inegável que sobre o Espírito exerce influência a matéria, que pode embaraçarlhe as manifestações. Daí vem que, nos mundos onde os corpos são menos materiais do que na Terra, as faculdades se desdobram mais livremente. Porém, o instrumento não dá a faculdade. Além disso, cumpre se distingam as faculdades morais das intelectuais. Tendo um homem o instinto do assassínio, seu próprio Espírito é, indubitavelmente, quem possui esse instinto e quem lho dá; não são seus órgãos que lho dão. Semelhante ao bruto, e ainda pior do que este, se torna aquele que nulifica o seu pensamento, para só se ocupar com a matéria, pois que não cuida mais de se premunir contra o mal. Nisto é que incorre em falta, porquanto assim procede por vontade sua." (Vede n. 367 e seguintes - "Influência do organismo".)
847. Da aberração das faculdades tira ao homem o livre-arbítrio?
"Já não é senhor do seu pensamento aquele cuja inteligência se ache turbada por uma causa qualquer e, desde então, já não tem liberdade. Essa aberração constitui muitas vezes uma punição para o Espírito que, porventura, tenha sido, noutra existência, fútil e orgulhoso, ou tenha feito mau uso de suas faculdades. Pode esse Espírito, em tal caso, renascer no corpo de um idiota, como o déspota no de um escravo e o mau rico no de um mendigo. O Espírito, porém, sofre por efeito desse constrangimento, de que tem perfeita consciência. Está aí a ação da matéria." (371 e seguintes)
848. Servirá de escusa aos atos reprováveis o ser devida à embriaguez a aberração das faculdades intelectuais?
"Não, porque foi voluntariamente que o ébrio se privou da sua razão, para satisfazer a paixões brutais. Em vez de uma falta, comete duas."
849. Qual a faculdade predominante no homem em estado de selvageria: o instinto, ou o livre-arbítrio?
"O instinto, o que não o impede de agir com inteira liberdade, no tocante a certas coisas. Mas, aplica, como a criança, essa liberdade às suas necessidades e ela se amplia com a inteligência. Conseguintemente, tu, que és mais esclarecido do que um selvagem, também és mais responsável pelo que fazes do que um selvagem o é pelos seus atos."
850. A posição social não constitui às vezes, para o homem, obstáculo à inteira liberdade de seus atos?
"É fora de dúvida que o mundo tem suas exigências, Deus é justo e tudo leva em conta. Deixa-vos, entretanto, a responsabilidade de nenhum esforço empregardes para vencer os obstáculos."
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 76.ed. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1995.
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ceacgallo | 21/02/2014 às 3:08 PM | Categorias: artigos | URL:http://wp.me/p1hFkH-1D6
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Mundos Inferiores e Mundos Superiores

by ceacgallo
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A qualificação de mundos inferiores e mundos superiores nada tem de absoluta; é, antes, muito relativa. Tal mundo é inferior ou superior com referência aos que lhe estão acima ou abaixo, na escala progressiva.
Tomada a Terra por termo de comparação, pode-se fazer idéia do estado de um mundo inferior, supondo os seus habitantes na condição das raças selvagens ou das nações bárbaras que ainda entre nós se encontram, restos do estado primitivo do nosso orbe. Nos mais atrasados, são de certo modo rudimentares os seres que os habitam.
Revestem a forma humana, mas sem nenhuma beleza. Seus instintos não têm a abrandá-los qualquer sentimento de delicadeza ou de benevolência, nem as noções do justo e do injusto. A força bruta é, entre eles, a única lei. Carentes de indústrias e de invenções, passam a vida na conquista de alimentos. Deus, entretanto, a nenhuma de suas criaturas abandona; no fundo das trevas da inteligência jaz, latente, a vaga intuição, mais ou menos desenvolvida, de um Ente supremo. Esse instinto basta para torná-los superiores uns aos outros e para lhes preparar a ascensão a uma vida mais completa, porquanto eles não são seres degradados, mas crianças que estão a crescer.
Entre os degraus inferiores e os mais elevados, inúmeros outros há, e difícil é reconhecer-se nos Espíritos puros, desmaterializados e resplandecentes de glória, os que foram esses seres primitivos, do mesmo modo que no homem adulto se custa a reconhecer o embrião.
Nos mundos que chegaram a um grau superior, as condições da vida moral e material são muitíssimo diversas das da vida na Terra. Como por toda parte, a forma corpórea aí é sempre a humana, mas embelezada, aperfeiçoada e, sobretudo, purificada. O corpo nada tem da materialidade terrestre e não está, conseguintemente, sujeito às necessidades, nem às doenças ou deteriorações que a predominância da matéria provoca. Mais apurados, os sentidos são aptos a percepções a que neste mundo a grosseria da matéria obsta. A leveza específica do corpo permite locomoção rápida e fácil: em vez de se arrastar penosamente pelo solo, desliza, a bem dizer, pela superfície, ou plana na atmosfera, sem qualquer outro esforço além do da vontade, conforme se representam os anjos, ou como os antigos imaginavam os manes nos Campos Elíseos. Os homens conservam, a seu grado, os traços de suas passadas migrações e se mostram a seus amigos tais quais estes os conheceram, porém, irradiando uma luz divina, transfigurados pelas impressões interiores, então sempre elevadas. Em lugar de semblantes descorados, abatidos pelos sofrimentos e paixões, a inteligência e a vida cintilam com o fulgor que os pintores hão figurado no nimbo ou auréola dos santos.
A pouca resistência que a matéria oferece a Espíritos já muito adiantados torna rápido o desenvolvimento dos corpos e curta ou quase nula a infância. Isenta de cuidados e angústias, a vida é proporcionalmente muito mais longa do que na Terra. Em princípio, a longevidade guarda proporção com o grau de adiantamento dos mundos. A morte de modo algum acarreta os horrores da decomposição; longe de causar pavor, é considerada uma transformação feliz, por isso que lá não existe a dúvida sobre o porvir. Durante a vida, a alma, já não tendo a constringi-la a matéria compacta, expande-se e goza de uma lucidez que a coloca em estado quase permanente de emancipação e lhe consente a livre transmissão do pensamento.
Nesses mundos venturosos, as relações, sempre amistosas entre os povos, jamais são perturbadas pela ambição, da parte de qualquer deles, de escravizar o seu vizinho, nem pela guerra que daí decorre. Não há senhores, nem escravos, nem privilegiados pelo nascimento; só a superioridade moral e intelectual estabelece diferença entre as condições e dá a supremacia. A autoridade merece o respeito de todos, porque somente ao mérito é conferida e se exerce sempre com justiça. O homem não procura elevar-se acima do homem, mas acima de si mesmo, aperfeiçoando-se. Seu objetivo é galgar a categoria dos Espíritos puros, não lhe constituindo um tormento esse desejo, porem, uma ambição nobre, que o induz a estudar com ardor para os igualar. Lá, todos os sentimentos delicados e elevados da natureza humana se acham engrandecidos e purificados; desconhecem-se os ódios, os mesquinhos ciúmes, as baixas cobiças da inveja; um laço de amor e fraternidade prende uns aos outros todos os homens, ajudando os mais fortes aos mais fracos. Possuem bens, em maior ou menor quantidade, conforme os tenham adquirido, mais ou menos por meio da inteligência; ninguém, todavia, sofre, por lhe faltar o necessário, uma vez que ninguém se acha em expiação. Numa palavra: o mal, nesses mundos, não existe.
No vosso, precisais do mal para sentirdes o bem; da noite, para admirardes a luz; da doença, para apreciardes a saúde. Naqueles outros não há necessidade desses contrastes. A eterna luz, a eterna beleza e a eterna serenidade da alma proporcionam uma alegria eterna, livre de ser perturbada pelas angústias da vida material, ou pelo contacto dos maus, que lá não têm acesso. Isso o que o espírito humano maior dificuldade encontra para compreender. Ele foi bastante engenhoso para pintar os tormentos do inferno, mas nunca pôde imaginar as alegrias do céu. Por quê? Porque, sendo inferior, só há experimentado dores e misérias, jamais entreviu as claridades celestes; não pode, pois, falar do que não conhece. A medida, porém, que se eleva e depura, o horizonte se lhe dilata e ele compreende o bem que está diante de si, como compreendeu o mal que lhe está atrás.
Entretanto, os mundos felizes não são orbes privilegiados, visto que Deus não é parcial para qualquer de seus filhos; a todos dá os mesmos direitos e as mesmas facilidades para chegarem a tais mundos. Fá-los partir todos do mesmo ponto e a nenhum dota melhor do que aos outros; a todos são acessíveis as mais altas categorias: apenas lhes cumpre a eles conquistá-las pelo seu trabalho, alcançá-las mais depressa, ou permanecer inativos por séculos de séculos no lodaçal da Humanidade. (Resumo do ensino de todos os Espíritos superiores.)
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 3. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet.org.br.
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ceacgallo | 21/02/2014 às 8:46 AM | Categorias: artigos | URL:http://wp.me/p1hFkH-1D0
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Lei de Liberdade

by ceacgallo
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A Liberdade Natural e a Escravidão

A liberdade é a condição básica para que a alma construa o seu destino. A princípio parece limitada às necessidades físicas, condições sociais, interesses ou instintos. Mas, ao analisar-se a questão mais profundamente, vê-se que a liberdade despontada é sempre suficiente para permitir que o homem rompa esse círculo restrito e construa pela vontade o seu próprio futuro.
Intrinsecamente livre, criado para a vida feliz, o homem traz, no entanto, inscritos na própria consciência, os limites da sua liberdade.
Jamais devendo constituir tropeço na senda por onde avança o seu próximo, é-lhe vedada a exploração de outras vidas sob qualquer argumentação, das quais subtraia o direito de liberdade.
A liberdade legítima decorre da legítima responsabilidade, não podendo triunfar sem esta.
A responsabilidade resulta do amadurecimento pessoal em torno dos deveres morais e sociais, que são a questão matriz fomentadora dos lídimos direitos humanos.
A toda criatura é concedida a liberdade de pensar, falar e agir, desde que essa concessão subentenda o respeito aos direitos semelhantes do próximo.
Ser livre, portanto, é saber respeitar os direitos alheios, porque “desde que juntos estejam dois homens, há entre eles direitos recíprocos que lhes cumpre respeitar.” [*LE- qst 826]
Vivemos num planeta que se caracteriza pela predominância do mal sobre o bem; é um planeta inferior, onde os seus habitantes estão submetidos a provas e expiações; daí ser comum que muitos Espíritos não possuam o discernimento natural para o emprego da liberdade que Deus lhes concedeu. A ocorrência de abusos de poder, manifestada nas tentativas de o homem escravizar o próprio homem, nas variadas formas e intensidade, é o exemplo típico do mau uso desta lei natural.
À medida que o ser humano evolui, cresce com ele a responsabilidade sobre os seus atos, sobre as suas manifestações verbais e, até mesmo, sobre os seus pensamentos. Neste estágio evolutivo, passa a compreender que a liberdade não se traduz por fazer ou deixar de fazer determinada coisa, irresponsavelmente. Passa a medir a sua linha de ação, de maneira que esta não atinja desastrosamente o próximo. Compreende, enfim, que sua liberdade termina onde começa a do próximo.
A vontade própria ou livre-arbítrio é, então, exercitada de uma maneira mais coerente, mais responsável. O livre-arbítrio é definido como “a faculdade que tem o indivíduo de determinar a sua própria conduta”, ou em outras palavras, a possibilidade que ele tem de, entre duas ou mais razões suficientes de querer ou de agir, escolher uma delas e fazer que prevaleça sobre as outras.”
Sem o livre-arbítrio, o homem não teria mérito em praticar o bem ou evitar o mal, pois a vontade e a liberdade do Espírito não sendo exercitadas, o homem não seria mais do que um autômato. Pelo livre-arbítrio, ao contrário, passa o indivíduo a ser o arquiteto da sua própria vida, da sua felicidade ou infelicidade, da maior ou menor responsabilidade em qualquer ato que pratique.
A liberdade e o livre-arbítrio têm uma correlação fundamental na criatura humana e aumentam de acordo com a sua elevação e conhecimento. Se por um lado temos a liberdade de pensar, falar e agir, por outro lado, o livre-arbítrio nos confere a responsabilidade dos próprios atos por terem sido eles praticados livremente e por nossa própria vontade.
A sujeição absoluta de um homem a outro homem é um erro gravíssimo de conseqüências desastrosas para quem o pratica. A escravidão, seja ela física, intelectual, sócio-econômica, é sempre um abuso da força e que tende a desaparecer com o progresso da Humanidade... É um atentado à Natureza onde tudo é harmonia e equilíbrio. Quem arbitrariamente desfere golpes cerceando a liberdade dos outros, escravizando-os pelos diversos processos que o mundo moderno oferece, sofre a natural conseqüência, e essa é a vergasta da dor , que desperta e corrige, educa e levanta para os tirocínios elevados da vida.
Coube ao Cristianismo mostrar que, perante Deus, só existe uma espécie de homens e que, mais ou menos puros e elevados, eles o são, não pela cor da epiderme ou do sangue, mas pelo Espírito, isto é, pela melhor compreensão que tenham das coisas e principalmente pela bondade que imprimam em seus atos.
*LE (O Livro dos Espíritos)
ceacgallo | 20/02/2014 às 8:00 AM | Categorias: artigos | URL:http://wp.me/p1hFkH-1CW
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Morte e desencarnação

by ceacgallo
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Se considerarmos a morte como o fenômeno de paralisação da vida no corpo físico, e desencarnação o fenômeno da libertação das influências magnéticas geradas entre o corpo e o Espírito − conforme nos ensinam os mentores espirituais, podemos afirmar que morrer e desencarnar são fenômenos que nem sempre acontecem simultaneamente. Entre eles é exigido um intervalo de tempo, que varia para cada Espírito. Esse intervalo pode ser mais ou menos longo, dependendo do tipo de vida que ele teve quando no corpo físico.
A mente é instrumento poderoso que, através do pensamento, imprime no perispírito (corpo fluídico) as marcas profundas ou superficiais em forma de dependências maiores ou menores, que não serão extintas de imediato com o fenômeno da morte. Dessa forma, cada Espírito, após o fenômeno da morte, irá se deparar com a prisão ou a liberdade a que fez jus como resultado da indisciplina ou disciplina mental que cultivou durante a experiência corporal.
Impressões longamente fixadas, e sensações vividas com sofreguidão, assinalam profundamente os tecidos sutis do perispírito, impondo necessidades e dependências que a morte não logra de imediato interromper”. (Temas da Vida e da Morte − Manoel Philomeno de Miranda / Divaldo Pereira, p. 89.)
A desencarnação pode para alguns ser rápida, proporcionando uma certa liberdade, até mesmo antes de sua consumação. Mas vale lembrar que esse fenômeno é uma conquista apenas dos Espíritos que souberam aproveitar a encarnação, transformando-a em instrumento importante para a sua evolução espiritual, não se deixando escravizar pelos excessos. Estes excessos, de acordo com os mentores espirituais, poderão ser transformados em viciações, que geram dependência e sofrimento.
Entretanto, são muitos os negligentes que vivem como se a vida no corpo físico fosse eterna, procurando nos excessos e viciações a plenitude do prazer; como resultados, criam fortes impressões e laços magnéticos, dos quais não se libertam de imediato. Somente alcançarão a libertação depois de um intervalo de tempo, proporcional ao tempo de dependência.
Novamente, Manoel Philomeno de Miranda, na já referida obra, à página 78, afirma: “Tendo-se em vista que o homem procede do mundo espiritual, a morte é o veículo que o reconduz à origem, onde cada qual ressurge com as características definidoras das suas conquistas”.
Essas conquistas não são apenas com relação ao que marcamos em nós, como resultado das virtudes cultivadas, mas principalmente das marcas que o nosso orgulho imprime em outras vidas (outras criaturas).
A sintonia com a lei de amor gera a libertação dos liames gravados pela vida física. Porém, não podemos esquecer que a vida tem outros mecanismos naturais, além dos que se refletem pela lei de amor. O sofrimento resignado, por exemplo, é instrumento de valor inestimável por facultar as possibilidades de mudanças nos painéis mentais, tornando menos densos os laços magnéticos que prendem o Espírito ao corpo.
De acordo com o Mestre Jesus, cada um receberá segundo as suas obras; conseqüentemente, o intervalo de tempo entre a morte biológica e a desencarnação tem relação direta com o gênero de vida (pensamentos e ações praticadas) do Espírito, enquanto encarnado.
F. ALTAMIR DA CUNHA
O Consolador
ceacgallo | 20/02/2014 às 7:57 AM | Categorias: artigos | URL:http://wp.me/p1hFkH-1CR
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