terça-feira, 11 de março de 2014

Nova publicação em Centro Espírita Amor e Caridade Santarritense

Nova publicação em Centro Espírita Amor e Caridade Santarritense

Veneranda Mentora Joanna de Ângelis

by ceacgallo
Foto_de_Joanna_de_Ângelis
Divaldo Franco proferia palestras no México, em 1960, num Congresso Pan-americano de Espiritismo. Em sua última conferência, chamou-lhe a atenção um jovem que gravava a palestra com muito interesse. Joanna de Ângelis explica a Divaldo que se tratava de alguém que fazia parte da família espiritual dela e que o médium pedisse ao jovem para levá-lo a San Miguel Nepantla, localidade situada a 80km da Cidade do México.
O jovem engenheiro Ignacio Dominguez López, convidado por Divaldo, prontificou-se a levá-lo até lá. Conduzidos pela Mentora Espiritual, chegaram ao lugarejo onde havia uma propriedade tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional. Ruínas indicavam a antiga construção dedicada a "Sóror Juana Inés de la Cruz", considerada grande poetisa de língua hispânica, a primeira feminista de fala espanhola. Na parede da casa, lia-se um poema de sua autoria, junto ao qual Divaldo fez questão de ser fotografado com os demais companheiros. Numa dessas fotos, para surpresa de todos, aparece a imagem de Joanna de Ângelis.
A Mentora pede a Divaldo que revele a Ignacio que ela fora, em sua penúltima encarnação, Sóror Juana Inés de la Cruz. O jovem, então, leva Divaldo ao Monastério de São Jerônimo onde ela desencarnou. Lá, a Mentora contou mais detalhes sobre aquela existência, inclusive dizendo que Sóror Juana era seu nome religioso, pois na verdade se chamava Juana de Asbaje.
No sesquicentenário da Independência do Brasil, Joanna disse a Divaldo: "Tenho uma notícia a dar-te. Na minha última reencarnação, participei das lutas libertadoras do Brasil na Bahia. Eu vivia aqui mesmo, em Salvador, no Convento da Lapa e me chamava Joana Angélica de Jesus. Vai até lá, que eu quero relatar-te como foi o acontecimento". Divaldo atendeu a sugestão, ela se apresentou com a aparência da época, contou alguns detalhes interessantes e ditou uma mensagem para as comemorações da Independência da Bahia.
Em 1978, Divaldo estava pela terceira vez em Roma, e, dessa vez, em companhia de Nilson de Souza Pereira. Joanna conduziu-os ao Coliseu e descreveu pormenores da vida dos cristãos primitivos, apontando lugares célebres, entre eles o local exato onde Joana de Cusa, juntamente com o seu filho, haviam sido queimados vivos. Falou a respeito da mártir com tanta riqueza de detalhes que levou o médium a suspeitar que "Joanna de Ângelis" fosse Joana de Cusa. Por coincidência, a Mentora confirmou a suspeita na mesma hora em que, no ano de 68 d.C., acontecera o martírio de Joana, de seu filho e de mais quinhentos cristãos que tiveram seus corpos queimados juntos, de tal modo que as chamas iluminaram a cidade.
Encarnações Anteriores:
• Como Joana de Cusa, viveu até o ano 68 d.C., desencarnando numa alameda próxima ao Coliseu de Roma juntamente com o seu filho, por não abjurar sua fé em Jesus.
• No século XVII ela renasceu no ano de 1651, no México, na pequena San Miguel Nepantla com o nome de Juana de Asbaje y Ramírez de Santillana, filha de pai basco e mãe indígena. Ansiosa para compreender Deus por meio da Sua criação, resolveu ingressar no Convento das Carmelitas Descalças. Desacostumada com a rigidez ascética, adoeceu e desistiu. Seguindo orientação do seu confessor, foi para a Ordem de São Jerônimo da Conceição, onde tomou o nome de "Sóror Juana Inés de la Cruz". Desencarnou em 1695, com 44 anos, após uma epidemia de peste na região.
• Passaram-se 66 anos de seu regresso à Pátria Espiritual a fim de que ela retornasse, agora na Cidade do Salvador, Bahia, como Joana Angélica de Jesus, filha de abastada família. Ingressou aos 21 anos no Convento da Lapa, como franciscana, tornando-se Abadessa em 1815 com o nome de Sóror Joana Angélica de Jesus. No dia 20 de fevereiro de 1822, defendeu corajosamente o Convento - a casa do Cristo - e a honra das jovens que ali moravam, sendo assassinada por soldados que lutavam contra a independência do Brasil.
• Joanna na Espiritualidade - Quando, na metade do século passado, as potências do Céu se abalaram, e um movimento de renovação se alastrou pela América e pela Europa, fazendo soar aos quatro cantos a canção da esperança com a revelação da vida imortal, Joanna de Ângelis integrou a equipe do Espírito de Verdade, para o trabalho de implantação do Cristianismo redivivo, do Consolador prometido por Jesus, que é o Espiritismo.
Na última mensagem do livro Após a Tempestade, referindo-se aos componentes de sua equipe de trabalho, ela diz: "Quando se preparavam os dias da Codificação Espírita, quando se convocavam trabalhadores dispostos à luta, quando se anunciavam as horas preditas, quando se arregimentavam seareiros para a Terra, escutamos o convite celeste e nos apressamos a oferecer nossas parcas forças, quanto nós mesmos, a fim de servir, na ínfima condição de sulcadores do solo onde deveriam cair as sementes de luz do Evangelho do Reino".
Assim, em O Evangelho Segundo o Espiritismo vamos encontrar duas mensagens assinadas por "Um Espírito Amigo", de sua autoria: a primeira, no capítulo IX, item 7 com o título "A paciência" e a segunda, no capítulo XVIII, em Instruções dos Espíritos, item 15, ambas escritas em 1862 nas cidades de Havre e Bordéus, respectivamente.
Até o momento, através da psicografia do médium Divaldo Franco, é autora demais de 60 obras, 49 das quais traduzidas para 9 idiomas e 5 transcritas para o sistema Braille, tendo escrito, também, milhares de belíssimas mensagens. Destacam-se no seu valioso acervo de obras mediúnicas a Série Momentos e a coletânea da Série Psicológica Joanna de Ângelis, composta, por doze volumes.
Informações extraídas do livro A Veneranda Joanna de Ângelis, de autoria de Divaldo Pereira Franco e Celeste Santos, da Livraria Espírita Alvorada Editora/ LEAL.
Fonte: Site oficial da Mansão do Caminho
ceacgallo | 07/03/2014 às 1:48 PM | Categorias: artigos | URL: http://wp.me/p1hFkH-1DY

Nova publicação em Centro Espírita Amor e Caridade Santarritense

Caracteres de Verdadeiro Profeta

by ceacgallo
Jeremias
Desconfiai dos falsos profetas. É útil em todos os tempos essa recomendação, mas, sobretudo, nos momentos de transição em que, como no atual, se elabora uma transformação da Humanidade, porque, então, uma multidão de ambiciosos e intrigantes se arvoram em reformadores e messias. E contra esses impostores que se deve estar em guarda, correndo a todo homem honesto o dever de os desmascarar. Perguntareis, sem dúvida, como reconhecê-los. Aqui tendes o que os assinala:
Somente a um hábil general, capaz de o dirigir, se confia o comando de um exército. Julgais que Deus seja menos prudente do que os homens? Ficai certos de que só confia missões importantes aos que ele sabe capazes de as cumprir, porquanto as grandes missões são fardos pesados que esmagariam o homem carente de forças para carregá-los. Em todas as coisas, o mestre há de sempre saber mais do que o discípulo; para fazer que a Humanidade avance moralmente e intelectualmente, são precisos homens superiores em inteligência e em moralidade. Por isso, para essas missões são sempre escolhidos Espíritos já adiantados, que fizeram suas provas noutras existências, visto que, se não fossem superiores ao meio em que têm da atuar, nula lhes resultaria a ação.
Isto posto, haveis de concluir que o verdadeiro missionário de Deus tem de justificar, pela sua superioridade, pelas suas virtudes, pela grandeza, pelo resultado e pela influência moralizadora de suas obras, a missão de que se diz portador. Tirai também esta outra consequência: se, pelo seu caráter, pelas suas virtudes, pela sua inteligência, ele se mostra abaixo do papel com que se apresente, ou da personagem sob cujo nome se coloca, mais não é do que um histrião de baixo estofo, que nem sequer sabe imitar o modelo que escolheu.
Outra consideração: os verdadeiros missionários de Deus ignoram-se a si mesmos, em sua maior parte; desempenham a missão a que foram chamados pela força do gênio que possuem, secundado pelo poder oculto que os inspira e dirige a seu mau grado, mas sem desígnio premeditado. Numa palavra: os verdadeiros profetas se revelam por seus atos, são adivinhados, ao passo que os falsos profetas se dão, eles próprios, como enviados de Deus. O primeiro é humilde e modesto; o segundo, orgulhoso e cheio de si, fala com altivez e, como todos os mendazes, parece sempre temeroso de que não lhe dêem crédito.
Alguns desses impostores têm havido, pretendendo passar por apóstolos do Cristo, outros pelo próprio Cristo, e, para vergonha da Humanidade, hão encontrado pessoas assaz crédulas que lhes crêem nas torpezas. Entretanto, uma ponderação bem simples seria bastante a abrir os olhos do mais cego, a de que se o Cristo reencarnasse na Terra, viria com todo o seu poder e todas as suas virtudes, a menos se admitisse, o que fora absurdo, que houvesse degenerado. Ora, do mesmo modo que, se tirardes a Deus um só de seus atributos, já não tereis Deus, se tirardes uma só de suas virtudes ao Cristo, já não mais o tereis. Possuem todas as suas virtudes os que se dão como sendo o Cristo? Essa a questão. Observai-os, perscrutai lhes as idéias e os atos e reconhecereis que, acima de tudo, lhes faltam as qualidades distintivas do Cristo; a humildade e a caridade, sobejando-lhes as que o Cristo não tinha: a cupidez e o orgulho. Notai, ao demais, que neste momento há, em vários países, muitos pretensos Cristos, como há muitos pretensos Elias, muitos S. João ou S. Pedro e que não é absolutamente possível sejam verdadeiros todos, Tende como certo que são apenas criaturas que exploram a credulidade dos outros e acham cômodo viver à custa dos que lhes prestam ouvidos.
Desconfiai, pois, dos falsos profetas, máxime numa época de renovação, qual a presente, porque muitos impostores se dirão enviados de Deus. Eles procuram satisfazer na Terra à sua vaidade; mas uma terrível justiça os espera, podeis estar certos. - Erasto. (Paris, 1862.)
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Livro eletrônico gratuito emhttp://www.febnet.org.br.
espirita-010
ceacgallo | 06/03/2014 às 10:00 AM | Categorias: artigos | URL: http://wp.me/p1hFkH-1DT

Nova publicação em Centro Espírita Amor e Caridade Santarritense

Almas-Problema

by ceacgallo
almas penadas (2)
A pessoa que renteia contigo, no processo evolutivo, não te é desconhecida... O filhinho-dificuldade que te exige doação integral, não se encontra ao teu lado por primeira vez.
O ancião-renitente que te parece um pesadelo contínuo, exaurindo-te as forças, não é encontro fortuito na tua marcha...
O familiar de qualquer vinculação que te constitui provação, não é resultado do acaso que te leva a desfrutar da convivência dolorosa.
Todos eles provêm do teu passado espiritual.
Eles caíram, sim, e ainda se ressentem do tombo moral, estando, hoje, a resgatar injunção penosa. Mas, tu também.
Quando alguém cai, sempre há fatores preponderantes, que induzem e levam ao abismo. Normalmente, oculto, o causador do infortúnio permanece desconhecido do mundo. Não, porém, da consciência, nem das Soberanas Leis.
Renascem em circunstâncias e tempos diferentes, todavia, volvem a encontrar-se, seja na consanguinidade, através da parentela corporal, ou mediante a espiritual, na grande família humana, tornando o caminho das reparações e compensações indispensáveis.
Não te rebeles contra o impositivo da dor, seja como se te apresente. Aqui, é o companheiro que se transforma em áspero adversário; ali, é o filhinho rebelde, ora portador de enfermidade desgastante; acolá, é o familiar vitimado pela arteriosclerose tormentosa; mais adiante, é alguém dominado pela loucura, e que chegam à economia da tua vida depauperando os teus cofres de recursos múltiplos.
Surgem momentos em que desejas que eles partam da Terra, a fim de que repouses... Horas soam em que um sentimento de surda animosidade contra eles te cicia o anelo de ver-te libertado...
Ledo engano!
Só há liberdade real, quando se resgata o débito. Distância física não constitui impedimento psíquico. Ausência material não expressa impossibilidade de intercâmbio. O Espírito é a vida, e enquanto o amor não lene as dores e não lima as arestas das dificuldades, o problema prossegue inalterado.
Arrima-te ao amor e sofre com paciência. Suporta a alma-problema que se junge a ti e não depereças nos ideais de amparar e prosseguir.
Ama, socorrendo.
Dia nascerá, luminosos, em que, superadas as sombras que impedem a clara visão da vida, compreenderás a grandeza do teu gesto e a felicidade da tua afeição a todos.
O problema toma a dimensão que lhe proporcionas.
Mas o amor, que "cobre a multidão dos pecados" voltado para o bem, resolve todos os problemas e dificuldades, fazendo que vibre, duradoura, a paz por que te afadigas.
FRANCO, Divaldo Pereira. Alerta. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL.
ceacgallo | 05/03/2014 às 8:58 AM | Categorias: artigos | URL: http://wp.me/p1hFkH-1DP

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